• Alisson Augusto - Negócios -
  • Alisson Augusto - Carreira -
  • Alisson Augusto - Negócios -
  • Raúl Candeloro - Marketing -
    A maioria das empresas tem clientes com perfis diferentes e muitas delas não lidam corretamente com essa diferença. Qual seria a solução?
  • Gilberto Landim - Negócios -
  • Gilberto Landim - Negócios -
  • Gilberto Landim - Dinheiro -
  • Claudio Marlus Skora - Marketing -
  • Ricardo - Negócios -
  • Maria Inês Felippe - Carreira -
    A motivação ainda é um grande desafio para as empresas, e cada vez mais deve ser preocupação pois é o combustível que nos faz funcionar.
  • Gilberto Landim - Negócios -
  • Ricardo - Acadêmico -
  • Maria Inês Felippe - Dinheiro -
    Qualquer cenário de negociação é um local de tensão e pressão, por mais que possamos estar acostumados a negociar e ocorrem dos dois lados.
  • Eder Luiz Bolson - Negócios -
    Será que as pessoas já nascem empreendedoras? O empreendedorismo pode ser ensinado? Há muito tempo essas duas questões perturbam os estudiosos do empreendedorismo.
  • Ricardo Jordão Magalhães - Marketing -
    A grande maioria das pessoas pensa que pensa, mas lá no fundo, o que essa turma faz é realinhar os seus preconceitos e paradigmas. A tendência mental das pessoas é procurar argumentos para suportar velhos mandamentos, e justificativas para promover velhas teorias, que lá no fundo, nunca foram aplicadas.
  • Sérgio Dal Sasso - Negócios -
  • Alisson Augusto - Carreira -
  • Ernesto Artur - Negócios -
  • Gilclér Regina - Tecnologia -
    Estamos vivendo a época das maiores transformações da história da humanidade. Sem dúvida alguma, nunca o ser humano passou por um período de tantas mudanças a ponto de às vezes ter dificuldade em se adaptar às circunstâncias. Vejamos apenas a tecnologia da informação e sua evolução. Os computadores são cada vez menores e potentes. A miniaturização está atingindo todos os produtos e cada vez mais teremos as verdadeiras maravilhas da tecnologia. O fax veio revolucionar a tecnologia de comunicação e já virou "dinossaurofax" e a Internet foi a verdadeira bomba atômica digital. E o que dizer sobre o celular, com câmera digital, colorido, mini computador e tantos outros recursos? O mundo parece estar muito menor do que anos atrás. A verdade é que não conseguimos sequer prever o que poderá ocorrer de progressos científicos e tecnológicos nos próximos anos. O passo da mudança é tão violento e rápido que muitos de nós começamos a sentir verdadeira ansiedade ao não conseguirmos acompanhar tudo o que vem ocorrendo. Não há como nos mantermos atualizados nesse mundo maluco. Aí começamos a sentir um certo desânimo e uma sensação de obsolescência e mesmo de fossilização. Hoje tudo é rápido e precisamos de respostas rápidas. Busco sempre a inspiração num pequeno registro da história: O primeiro-ministro britânico Winston Churchill discursava no Parlamento Britânico, quando a deputada Nancy Astor, que era sua ferrenha adversária política e que odiava o Ministro, levantou-se e interrompeu o discurso, furiosa: “Winston, se você fosse meu marido, eu colocaria veneno no seu café!”. Churchill nem pestanejou e respondeu de imediato: “Senhora, se eu fosse seu marido, eu tomaria o café!”. Não pode haver amizade onde há desconfiança, deslealdade, injustiça. Os maus, quando se reúnem, não são amigos, são cúmplices. A rapidez deve vir acompanhada com o bom sentimento de buscar o aprendizado com alegria. Precisamos reencontrar os motivos para viver, para vencer os desafios, para encarar o mundo de frente, para querer se manter atualizado, e para tanto, precisamos dominar qualquer sentimento de desânimo, qualquer sentimento que nos faça desistir das coisas, que nos faça não querer “fazer”. Existem pessoas que não sabem e não perguntam. Existem pessoas que sabem e não ensinam e pessoas que ensinam e não fazem. Ninguém tem o direito de ensinar aquilo que não sabe fazer, ou seja, o sucesso é de quem faz. Acima de todo o conhecimento do mundo está a motivação para fazermos um mundo melhor. Quem tem a informação sabe das coisas. Quem tem o conhecimento faz as coisas e já é um grande sucesso, mas quem tem motivação sabe, faz e encanta com aquilo que faz. Este sim, faz a diferença. Portanto, mão à obra. Desculpem, cérebros e coração à obra. Pense nisso, um forte abraço e esteja com Deus!
  • Roberto Vieira Ribeiro - Negócios -
    Por que há profissionais que insistem em manter hábitos ultrapassados, evitando mudar? Eu ainda não descobri, e você? Alguns dos que estão a anos na profissão, pouco aproveitam as oportunidades de aprimoramento. Isso, quando não atrapalham! Talvez, porque se considerem os sabe-tudo, profissionalmente prontos e acabados. Sendo que, seus resultados costumam estar mais acabados do que eles estão prontos! Enquanto a concorrência se fortalece, preparando-se de verdade. Até nas convenções de vendas em que me apresento, é comum identificar a turma do “faço de conta que aprendo”, que a meu ver está com o mercado cada vez mais estreito. Tal qual sua fonte de suprimentos – as empresas que investem em treinamentos de faz de conta – só para cumprir tabela. E que não se preocupam em mensurar os resultados do investimento. Porque, no fundo, não valorizam, acreditam ou querem colher esses frutos. Afinal de contas, profissionais qualificados costumam ser mais exigentes, não é verdade? Todos, em geral, são pessoas de fino trato, gente boa a beça, com quem é ótimo prosear. Mas não é disso que falo quando critico, a má vontade que alguns vendedores a antiga têm para assimilar novidades. Como se o que já realizaram na profissão e a disposição que têm para trabalhar – e como tem! – pudessem ser maculadas ao aprender mais, desenvolver-se e melhorar. Ou será que os sabichões imaginam que os maus resultados, quando acontecerem, vão simplesmente mudar para melhor por milagre, sem que seu desempenho profissional evolua primeiro? Aqueles que pensam assim, agem como se assistissem ao programa Big Brother. Vêem o que está acontecendo no ambiente, dão palpites nisto e naquilo, torcem, reclamam e até votam, se tiverem chance. Como simples espectadores. Mas este não é o caso, nem a casa. E como no tal programa, os prêmios não são para a platéia e sim para os protagonistas. Seja você um deles! Não se candidatando ao Big, mas evoluindo na vida. Se for esse o caso, vote em você. Desligue a tv e faça algo mais útil para se capacitar. A esta altura do texto, colega vendedor, é possível que você esteja querendo me comer vivo. Mas eu não quero briga, então, se desarme que eu me explico. Peguei pesado, não é verdade? Eu sei disso e o fiz de propósito, porque vez por outra, precisamos que alguém nos desperte antes que a vida nos derrube. E sinto-me a vontade para fazer isto porque sou comprometido com quem é vendedor por profissão, e sei que os mais experientes já deram duro também, conquistaram resultados e têm muito a ensinar. E os respeito por isso! Acontece que, o que contei e as mensagens que recebo dos colegas, apontam dificuldades básicas para quem quer viver de vender, e o motivo, para mim, salta aos olhos. O que falta é dedicação para desenvolver competências, que mais do que fazer certo as coisas, envolve uma poderosa trinca: conhecimentos, habilidades e atitudes, atualizados sempre e em uso. Sem isso, o que resta é bancar o liso, com as desculpas esfarrapadas de sempre, apontar culpados e reclamar, fugindo da responsabilidade. Ou esperar que o impossível aconteça, como na história do bêbado, que acompanhava pela televisão do bar as cenas de alguém que ameaçava saltar do alto de um edifício. E convenceu o garçom a fazer uma aposta: o bêbado apostou que o candidato a suicida desistiria, e o garçom que ele saltaria. O homem se suicidou. Desolado, o bêbado pegou o dinheiro para pagar o que devia, mas o garçom não aceitou receber. O motivo? É que ele assistira o drama no telejornal da manhã e sabia o resultado. E qual não foi sua surpresa com o argumento do outro, para que pegasse a grana: o bêbado também já havia visto o programa, mas conservava a esperança que o suicida mudaria de idéia! Percebe onde quero chegar? Tempo de estrada conta – experiência é excelente –, desde que ajude em vez de atrapalhar. Ou seja, atualizar-se é preciso. O que não quer dizer que alguém precise mudar em tudo. Outro dia mesmo palestrei em uma convenção de vendas em que os presentes eram “feras” experientes, que enriqueceram a todos com sua participação inteligente. Saí de lá “sugado”, suado e satisfeito. Expanda suas competências, Brother, e o resultado do teu trabalho ficará Big!
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