• Mario Persona - Tecnologia -
    Aquele trecho da praia é horrível – comentou o recém chegado amigo que caminhava ao meu lado. – Só tem pedras; é um problema caminhar por lá. – completou. Tinha razão. Passei pelas pedras para chegar ali. Tropecei, escorreguei, feri meus pés nos corais. A praia seria melhor sem elas. Ou não?
  • Débora Martins - Negócios -
    Afinal você já fez tudo o que podia para tentar transformar a sua equipe em um time de campeões.
  • Tom Coelho - Negócios -
    Há rotinas de trabalho que necessitam ser substituídas ou abandonadas. Há produtos dentro do mix das companhias que precisam ser retirados de linha. Há empresas que devem ser fechadas. Há relacionamentos que clamam serem desfeitos.
  • Paulo Angelim - Marketing -
    Pessoas não são recursos. Descubra porquê!
  • Sonia Jordão - Marketing -
  • Anielson Barbosa da Silva - Dinheiro -
    Venho acompanhando as discussões no Grupo Administrando, o maior grupo de discussão na área de Administração do Brasil, sobre os cursos superiores de tecnologia e isso me motivou a escrever esse artigo para contribuir com o debate, mas percebo que essa discussão também está provocando um embate entre os administradores
  • Luísa Medeiros - Marketing -
    Com a globalização e a velocidade das mudanças na área empresarial em todo o mundo, tornou-se imprescindível, a todo profissional, estar atento e cuidar da sua empregabilidade desde a sua formação escolar, pois a competitividade está cada vez mais acirrada.
  • Roberto Vieira Ribeiro - Negócios -
    Ano novo, vida nova. Será? Milhões de pessoas aproveitaram da melhor maneira possível o período de férias entre o natal e a virada de ano, e retomaram o trabalho renovadas em suas esperanças e mentes. Mas bastou uns poucos dias na velha rotina para alguém perceber que só o calendário mudou. Foi deitar exausto mas não dormiu. Fritou na cama, vendo as imagens do que passou, ansioso pelo que não fez ou errou, com medo de não ter tempo para resolver os problemas a tempo: contas, trabalho, metas, compromissos, filhos, saúde, amor, amigos, etc... Caminhos e sonhos que no momento mais parecem pesadelos. E como se não bastasse isso, ao desperdiçar o presente lamentando o passado, dá uma rasteira no futuro. Porque a noite insone fará com que já inicie o novo dia atrasado, cansado, irritado, estressado. E se continuar assim, será só uma questão de tempo para ficar enfartado ou outro "ado" desagradável qualquer. Não sei se este é o seu caso, mas se for, desperte! porque a vida não precisa ser assim. É verdade que há momentos em que as dificuldades são tantas que não vemos saída. Mas elas existem. Enxergá-las ou não pode ser tão somente uma questão de hábitos. Sim, hábitos, que são formados por aquelas pequenas coisas que vamos incorporando ao nosso modo de pensar e agir, sem maiores compromissos. Porque podemos nos livrar delas facilmente sem sentir falta. Mas se descuidamos, decorrido algum tempo entranham suas raízes em nosso jeito de viver, e arranca-las é trabalhoso e provoca dor. Por isso, mesmo sentindo-se incomodado há quem prefira deixa-las ficar, acomodado. Não seria preferível mudar? O início do ano costuma ser propício para novos planos e mudanças, como decorrência natural do inventário que essa época inspira nas pessoas. E os dias de férias que possibilita faz bem, mas não é a cura para todos os males. E pouco resolve só fazer listas de intenções, melhorar a dieta, programar atividades físicas, limpar gavetas e preparar a nova agenda, com seus 365 dias em branco, como que a nos desafiar: o que vai ser? A mesma programação de sempre ou desta vez vai mudar? Também é inútil tomar um banho de loja e lustrar o visual, trocar de emprego, casa ou país, sem mudar o essencial: a própria pessoa. Porque sejam quais forem as suas metas ou problemas, a solução sempre principia em você. Constatar isso é amadurecer e um convite para cultivar outros hábitos, que exigem coragem porque mexem com o jeito de viver. Por exemplo: parar de parar, de encontrar desculpas e buscar culpados, desenvolver a atitude de focar nas soluções, de ousar, criar e assumir a responsabilidade pelos resultados, de fazer a diferença, de ter esperança, de estender a mão para ajudar, de ouvir mais do que falar, de melhorar o mundo, de sorrir, de chorar, de vergar e agüentar, de saber a hora para gritar, sussurrar ou calar, de agir, de saltar, de se indignar, ceder quando for o caso, de fazer acontecer e comemorar. Quanto as situações da vida que podem espantar o nosso sono, eu aprecio especialmente a simplicidade das perguntas, - o que? e - como? E outras expressões que abrem os caminhos, arejam e iluminam ao invés de colocar lente de aumento no que está a incomodar. E em se tratando de encontrar soluções o "porque?" é uma questão a se evitar. Pois, uma lista de porquês tende a alimentar sentimentos de "coitadinho de mim", inúteis para ajudar. É mais produtivo responder questões como: o que eu quero fazer? Que hábitos quero mudar? Como sair desta enrascada? Quais são as alternativas? A quem posso recorrer? Quem pode me ensinar e aconselhar? Que livros eu devo ler? Quais audios escutar? De que eventos participar? Como posso melhorar? Com quem me associar? Como negociar? Como ganhar mais dinheiro? Em que economizar? O que as pessoas querem comprar? Como eu posso ser mais útil? O que eu faço melhor? Como me diferenciar? Como aproveitar melhor o tempo? O que eu devo aprender? Como me organizar? Aproveite as que achar úteis e formule suas próprias perguntas, no local e momento certos. Afinal, o que alguém poderá resolver de madrugada na cama, cansado, ansioso e pulando de problema em problema? Desperte para a solução! Cultive um novo hábito: faça o que tem que ser feito. E relaxar será natural então.
  • Sergio Buaiz - Carreira -
    Admitir a derrota em uma batalha pode ser a única chance do líder manter a saúde da sua equipe.
  • Luísa Medeiros - Marketing -
    Favorecendo os profissionais Assertividade é uma palavra que poucos conhecem. Embora alguns a associem com agressividade, isso não é verdade. Assertividade está ligada à palavra asserção, que segundo o Dicionário Aurélio, quer dizer: 1. Afirmação, asseveração. 2. Alegação, argumento.
  • Leandro Vieira - Marketing -
    O Marketing não é mais o mesmo. Aliás, ano após ano, o marketing vem sofrendo transformações e ganhando cada vez mais facções: marketing de acesso, marketing de permissão, gonzo marketing, marketing radical, marketing titânico, marketing hipnótico, marketing de guerrilha, marketing tutti-fruti (em homenagem ao nosso amigo Mario Persona), marketing pessoal, marketing político... Este artigo visa estudar a evolução do conceito do Marketing tradicional segundo a visão de alguns autores considerados autoridades no assunto.
  • Sonia Jordão - Dinheiro -
  • Acácio Moraes Garcia - Negócios -
    Consulte-as antes de uma apresentação em público ou entrevista!
  • Tom Coelho - Negócios -
    No rastro da Guerra das Cervejas que assistimos recentemente, sobrou espaço para falar sobre dinheiro, quebra de contrato e ética. Mas nenhum debate se habilitou a abordar a questão do alcoolismo entre os jovens.
  • Sergio Buaiz - Marketing -
    Uma revolução social está, aos poucos, modificando por completo os mercados. Grandes impérios cairão e as pequenas empresas tomarão conta do que restar. Está de volta a figura do empreendedor popular, aquele sujeito sorridente que atende, pessoalmente, cada cliente da sua mercearia...
  • Sergio Buaiz - Dinheiro -
    Ou você influencia o universo, ou o universo te influencia
  • Fernando Credidio - Dinheiro -
    Século XXI. Novo milênio. Cada elemento da sociedade possui, hoje, diante de si, a importante tarefa de dar um novo significado ao que seja viver com ética e responsabilidade, requisitos fundamentais para que se possa construir um mundo onde exista respeito, solidariedade e qualidade de vida.
  • Roberto Vieira Ribeiro - Dinheiro -
    Crise sugere ação, porque há mudanças que estão em curso, queiramos ou não. E aqueles que souberem ajustar as velas do seu barco, de acordo com a direção dos novos ventos, ao invés de terem dificuldades de navegação, ganharão força motriz extra para chegar ao seu destino.
  • Luísa Medeiros - Marketing -
    “As suas ações são os melhores intérpretes de seus pensamentos” John Locke (1632 – 1704), filósofo britânico
  • Antonio Carminhato - Tecnologia -
    Este artigo se propõe a lembrar pequenos e médios empresários, normalmente mergulhados na administração de seus negócios, de que um dos aspectos mais importantes para o sucesso de um empreendimento é a criação e preservação de sua imagem e de seus produtos ou serviços através de uma marca. Somos todos influenciados direta ou indiretamente sobre o poder das marcas. Nossas decisões diárias desde as mais simples até as mais complexas e caras são influenciadas pelas marcas. Na maioria das vezes este processo é inconsciente, ou seja, nós no papel de consumidores, compramos um produto ou um serviço sem nos dar conta do peso da marca no processo decisório. Acompanhe o comportamento de uma consumidora de classe média alta em um supermercado, mãe de um bebe de alguns meses de idade, em frente à prateleira de alimentos infantis: Qual produto ela irá escolher não sabemos, mas qual marca ela irá escolher? Se você pensou Nestlé, Bingo! Este é apenas um pequeno exemplo de como as marcas estão presente em nossas vidas. As decisões empresariais são menos impulsivas (ou deveriam ser), mas também são fortemente impactadas pelo poder das marcas. Algumas marcas são construídas ao longo de décadas ou séculos. A Du Pont é uma poderoso marca que vem sendo cuidadosamente construída ao longo dos últimos 200 anos. A McDonald, outra marca mundialmente conhecida, que nos últimos anos andou sofrendo alguns contratempos tem um vice-presidente executivo cuja principal função é ser o guardião da marca. A marca é um ativo da empresa e seu valor é considerado em operações de venda ou fusão. Algumas marcas são mais valiosas do que o próprio ativo físico patrimonial. Exemplo, a Nike. As marcas são mais do que produtos e são feitas na mente dos consumidores. Poderíamos pensar que a construção de uma marca seja um trabalho de décadas, mas com a atual tecnologia isto pode ser um trabalho de apenas alguns anos e poderá custar muito menos do que pensamos, ou seja, construir uma marca está hoje ao alcance de pequenas e medias empresas. Para iniciar a construção de uma marca se faz necessário que a empresa conheça e desenvolva pelo menos três pontos básicos: • O perfil de seu público alvo • Uma linguagem de comunicação condizente com seu público alvo. • A identificação dos meios diretos ou indiretos para comunicar sua mensagem ao seu público alvo. Certos pressupostos como produtos e serviços de qualidade, ética, respeito ao consumidor, assistência técnica e serviços pós-vendas são condições básicas para estar no mercado. Não se constrói uma marca sem substância ou conteúdo. Também é necessário que o empresário e conseqüentemente a empresa tenha a flexibilidade suficiente para desenvolver continuamente novas competências capazes de gerar novos produtos e serviços. Voltando ao processo de criação de marcas, hoje temos diversas marcas poderosas e que foram construídas em poucos anos. Quantos anos têm a IG que teve a habilidade de se transmutar ao longo dos anos de Internet Grátis a Investment Group para se adequar ao macro ambiente do momento sem perder a sua força? Então para concluir, pense em construir e consolidar a sua marca, este pode ser o seu diferencial. Temos 20 milhões de brasileiros conectados na Internet e que continua crescendo irreversivelmente. Seu cliente esta lá? Provavelmente sim. Dezenas de empresas e profissionais competentes estão disponíveis para lhe assessorar na implantação e utilização desta tecnologia, alguns com custos acessíveis para as pequenas e medias empresas. Então mãos à obra. Construir um marca já não é mais privilégio das grandes empresas e podemos fazer em muito menos que 200 anos! Agora, preservar a identidade e integridade da marca, já é uma outra historia!
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