• josuel vieira dos santos - Negócios -
  • Laercio Lins Filho - Negócios -
  • Maria Inês Felippe - Marketing -
    A gente sonha em abrir as cortinas das janela, olhar a paisagem sem que seja a sala do vizinho, olhar para fora, para dentro, olhar a luz do dia, aquecer-se com o sol, respirar, sentir a brisa, olhar a amplidão, sentir-se pleno.
  • Wesley - Negócios -
  • Henrique - Dinheiro -
  • Gilberto Landim - Negócios -
  • Guilherme - Marketing -
  • Ricardo Jordão Magalhães - Marketing -
    Turma, agora é certíssimo!!!! Cirque du Soleil no Brasil!!!! Agosto em São Paulo, Outubro no Rio de Janeiro. Os ingressos começam a ser vendidos em Maio, e amanhã, 12 de Abril, para os clientes Prime do Bradesco (patrocinador da turnê no Brasil). O preço dos ingressos são altos, mas a apresentação deve ser inesquecível.
  • Gilclér Regina - Marketing -
    Numa época em que empresas, marcas e até idéias nascem e morrem tão rapidamente, é necessário que sangue novo seja constantemente injetado nas veias do negócio. Esquivar-se dessa renovação significa fragilizar-se e se expor às variações de temperatura da economia. Mais do que a ineficiência, as empresas hoje morrem por serem obsoletas num sistema devastador onde impera a mudança e a rapidez. Hoje, não basta mudar, é preciso mostrar que mudou. O sucesso é a preparação para novos mundos e novas tecnologias e o fracasso é a “opção” por desistir cedo demais e ficar “por fora” das mudanças que o mercado exige. É a obsolescência que mata, tanto em produtos como em serviços ou ainda nos modelos de gestão. No Brasil, 70% das pequenas empresas que nascem morrem antes do segundo aniversário. Mas essa é uma situação mundial. Nos EUA metade destas empresas fecha as portas em até quatro anos e 98% em até 11 anos. No Japão e na Europa, atualmente, a vida média das empresas é de 12 anos. Numa empresa moderna, todos, da faxineira ao presidente, têm de gerar e agregar valor. A regra é possuir uma clara noção de que são “pequenos” centros de custos e esse é o vínculo direto com a empregabilidade de cada um. O desafio brasileiro para ser empreendedor ainda vive sua infância. Os juros continuam altos e os tributos excessivos. Só isso seria suficiente para desanimar qualquer homem ou mulher de negócios. No entanto, com todas essas dificuldades, nossa economia cresce, nossa indústria é competitiva, nosso comércio é moderno e há sempre alguém disposto a correr o risco e criar progresso. As empresas precisam crescer e para crescer precisam de resultados. Os resultados vêm do aumento de valor dos produtos com um menor custo nos processos. Mais valor com menor custo vêm da inovação e esta só ocorre na presença de conhecimento que por sua vez é gerado por gente talentosa, por informação disponível e liderança efetiva. É preciso oferecer chances para que as pessoas criem coisas novas, únicas, que agreguem valor. As empresas devem respeitar mais o ser humano, permitindo as opiniões, mesmo contrárias, que levam a refletir. E esse esforço deve ser remunerado. Quem praticar isso sai na frente dos seus concorrentes. A 3M, por exemplo, considerada a empresa mais criativa do mundo, remunera 15% do tempo dos seus funcionários para que gerem idéias e projetos inovadores. É uma empresa baseada nesse saudável princípio e por isso mesmo tem uma boa saúde financeira e reconhecimento mundial. Então, criatividade e inovação são as palavras-chave que estão no centro deste fluxo e isto é peculiaridade do ser humano. Pedra não inova, máquinas não inovam, o dinheiro não inova. Gente inova e gente não é recurso, é gente mesmo. Talvez as empresas devam repensar a expressão RH e mudar: “Recursos Humanos” para “Talentos Humanos”. Os modelos de gestão de empresas de sucesso incluem valores como: poder do conhecimento, aprendizagem ativa, liderança compartilhada, gestão com colaboração, valorização da ética, responsabilidade social e saber aceitar as individualidades e suas diferenças, trabalhando o potencial de cada um. Não é preciso saber de psicologia, de legislação de trabalho, das teorias de Maslow, que já estão enterradas em algum cemitério. É preciso conhecer de negócios, entender uma empresa como uma casa de negócios, de marketing, de tecnologia e, sobretudo de gente. Como disse Tom Peters: “Sou humano e me recuso a ser chamado de recurso”. Pense nisso, um forte abraço e esteja com Deus!
  • Tania - Tecnologia -
  • Marcelo - Negócios -
  • Tamires - Negócios -
  • Everton Herlan Guimarães Lima - Negócios -
  • Claudio - Carreira -
  • Raúl Candeloro - Negócios -
    Você sabe quem são os seus concorrentes? Raúl Candeloro ajuda você a identificá-los
  • Maria Inês Felippe - Negócios -
    Outro dia, estava conversando com um empresário que vivia um grande conflito. Ele sente que sua equipe não rende como gostaria. Havia lançado um programa de sugestão e esperava idéias criativas, que o ajudassem com serviços e produtos inovadores.
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