• Ricardo Jordão Magalhães - Negócios -
    O que você acha de assistir a uma palestra minha ao vivo na internet no conforto da sua casa ou escritório? O que você acha de assistir a uma palestra ao vivo na web com pessoas de todo o Brasil? O que você acha de assistir a palestra de lançamento do meu livro ao vivo é totalmente grátis?
  • Ricardo Jordão Magalhães - Negócios -
    Eu amo tanto as coisas que eu amo que não vejo problema algum em fazê-las todos os dias até o fim da minha vida. Eu sei o que eu tenho que fazer hoje: exatamente a mesma coisa que eu fiz ontem. Eu não quero mudar a minha maneira de ser, eu quero aperfeiçoar quem eu sou. Eu salto para a vida todos os dias, e todos os dias, aparece uma rede lá embaixo.
  • Leandro Vieira - Negócios -
    “A hermenêutica é a arte de compreender, de interpretar, de traduzir de maneira clara signos inicialmente obscuros. A primeira função da hermenêutica foi entregar aos profanos o sentido de um oráculo. A hermenêutica progressivamente penetrou no domínio das ciências humanas e da filosofia.”
  • Jorge Nascimento Rodrigues - Dinheiro -
    Entre 1992 e 2002, o venture capital norte-americano só apoioi 2,5% das start-ups verdadeiramente inovadoras. Um artigo polémico escrito por dois capitalistas de risco.
  • Ricardo Jordão Magalhães - Tecnologia -
    Nada poderá deter o Brasil daqui a 10 anos, e isso não vai acontecer por causa desse governo, do anterior, ou do próximo. Não será por causa do papa, do bispo, do padre. Não será por que uma nova tecnologia irá aparecer. Somos imbatíveis porque simplesmente o INDIVÍDUO, uma série deles, decidiu que vai deixar sua marca nesse planeta, e lutar contra a extinção da sua raça. O Ser Humano está no caminho do bem, e nada pode mudar isso.
  • Tom Coelho - Negócios -
    Não existe maneira de ser a mãe perfeita, e há milhões de maneiras de ser uma boa mãe.
  • Ricardo Jordão Magalhães - Tecnologia -
    Hoje pela manhã eu tive a oportunidade de participar da apresentação do Dossiê do Universo Jovem da MTV, o terceiro estudo que a MTV faz a respeito, o último foi a cinco anos atrás. A MTV entrevistou 2.359 jovens das classes A, B e C das cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Salvador e Porto Alegre para saber o que a geração que vai fazer o Brasil daqui a alguns anos pensa sobre a Vida nas questões sobre Sexualidade, Drogras, Vaidade e Tecnologia
  • Rubens Fava - Negócios -
    Já não basta conhecer de tudo um pouco é preciso conhecer de tudo muito.
  • Jorge Nascimento Rodrigues - Dinheiro -
    Pequena homenagem a Andre Gunder Frank, após saber da sua morte no final de Abril na sua casa do Luxemburgo
  • Ricardo Jordão Magalhães - Tecnologia -
    Você se considera um Ser Humano comprometido? Você dá o sangue por aqueles que pagam o seu salário? Você realmente entende quem são aqueles que pagam o seu salário? Qual é a causa que você defende? Qual foi a última vez em que você passou por uma experiência que colocou a prova o seu comprometimento?
  • Tom Coelho - Dinheiro -
    Há um mundo enigmático lá fora. Um mundo de diferenças habitado por pessoas indiferentes. Um mundo que cultua o conflito, que se afasta do consenso. Um mundo que desejo mais que conhecer, registrar.
  • Marcos Hashimoto - Tecnologia -
    Um amigo empreendedor me confidenciou uma vez que o que estraga na vida dele é ter que lidar com a parte burocrática da empresa...
  • Magno de Aguiar Maranhão - Negócios -
    O que você acha da inserção, no currículo dos cursos de Pedagogia e formação para o magistério, do ensino da Libras - Língua Brasileira de Sinais, reconhecida pela Lei 10.436/2002 como meio legal de comunicação de portadores de deficiências auditivas?
  • Débora Martins - Carreira -
    Garantir a sobrevivência em uma organização é uma questão de estratégia.
  • Rubens Fava - Dinheiro -
    Para empresas onde cliente bom é cliente quieto, os dias estão contados. Lembrem-se a prestação de bons serviços nunca é um acidente.
  • Magno de Aguiar Maranhão - Tecnologia -
    Em um país com as dimensões do Brasil, onde boa parte dos habitantes não tem acesso a bons estabelecimentos de ensino e acham dificuldades para chegar a níveis avançados de escolaridade, a alternativa da educação a distância (EAD) deveria estar consolidada. Afinal, fomos um dos pioneiros mundiais na modalidade – começamos enviando livrinhos pelo correio, passamos a ministrar aulas de alfabetização pelo rádio e inventamos bons programas educativos para a TV. Logo, seria natural que já estivéssemos tirando proveito, em larga escala, das tecnologias da informação. No entanto, a nova EAD caminha a passos lentos e somente agora o MEC disponibilizou para consulta o texto do decreto que regulamentará o Artigo 80 da Lei de Diretrizes e Bases do Ensino (1996), primeira a reconhecer a necessidade de impulsionar a educação não presencial no país: “O Poder Público incentivará o desenvolvimento e a veiculação de programas de ensino a distância, em todos os níveis e modalidade de ensino e de educação continuada”. Em seus 37 artigos, o decreto dita as regras que valerão para instituições que ofereçam programas a distância para a educação básica de jovens e adultos, educação profissional de nível médio e educação superior. Todas deverão solicitar credenciamento prévio à União, que será concedido pelo prazo de cinco anos (dois anos para cursos seqüenciais de formação específica e de especialização) e mediante a comprovação de que dispõem dos requisitos mínimos para um ensino de qualidade, como um quadro de profissionais capacitados e instalações adequadas. As universidades poderão definir o número de vagas dos cursos; instituições isoladas passarão por uma avaliação externa de “sua capacidade institucional, tecnológica e operacional”. Os alunos, para obterem seus certificados e diplomas, terão que se submeter a exames finais presenciais. Além disso, o decreto determina que, no que tange ao ensino superior, o credenciamento está vinculado ao PDI (Plano de Desenvolvimento Institucional) de cada instituição, que deverá “indicar as estratégias e ações de capacitação concebidas para a implantação, consolidação e integração dos projetos pedagógicos dos cursos superiores nessa modalidade”. Antes de falarmos sobre a maior virtude deste decreto, cabe questionar por que ele deixa de fora, sem explicações, o ensino médio regular, apesar da LDB afirmar que os programas de EAD devem abranger todos os níveis e modalidades de ensino. Entendemos que crianças na faixa dos sete aos 14 anos, que freqüentam o ensino fundamental, precisam exercitar a convivência e não dispõem da autodisciplina requerida de quem segue um curso a distância. Muitos adolescentes, porém, sobretudo os que trabalham ou moram em localidades onde não existem escolas de ensino médio, seriam beneficiados se pudessem fazer seu curso a distância ou, ao menos, no esquema semipresencial (em que se exige o comparecimento às salas de aula nos fins de semana, por exemplo). Quanto à maior virtude do decreto do MEC, é deixar claro que a EAD não pode ser tratada como experimento ou modismo. Os cursos oferecidos nesta modalidade devem estar inseridos dentro de um projeto maior que sinalize a disposição das instituições de investir continuamente na melhoria dos programas a distância. Caso contrário, não serão credenciadas. As redes de ensino têm que se comprometer, enfim, a realizar um esforço conjunto para a consolidação da EAD no país. Entretanto, o MEC não pode fazer mais que exigir das instituições que firmem um compromisso com a qualidade do ensino e, regularmente, checar seu desempenho. Mas fazer com que os brasileiros se matriculem em programas de EAD está fora do seu alcance. E há, pelo menos, dois bons motivos que levam os brasileiros a evitar cursos a distância: o primeiro, o preconceito, que só será eliminado com a expansão da EAD e a garantia de que não se trata de “educação de segunda”; o outro é a dificuldade de acesso à principal ferramenta dos novos cursos a distância, o computador. Segundo a última Síntese dos Indicadores Sociais do IBGE, somente 15,3% das residências brasileiras possuem um micro e 11,4% estão conectadas à Internet. O Governo Lula prometeu amenizar o problema com o “PC Conectado”, programa de venda de micros a preços populares que visa a classe C. O lançamento do programa, previsto para 15 de abril, foi adiado pela quarta vez devido a problemas com o financiamento do equipamento. Em suma: a EAD veiculada através das novas tecnologias da informação não encontra, aqui, campo fértil para crescer. Segundo a Abed (Associação Brasileira de Educação a Distância), se considerarmos os cursos livres e os oferecidos pelas empresas para seus funcionários (o e-learning corporativo), perto de dois milhões de brasileiros participam de programas de ensino a distância. Mas, se considerarmos os 51 cursos reconhecidos pelo MEC, apenas 90 mil se beneficiam dos ambientes virtuais de aprendizagem. Pelo menos, o MEC já estabeleceu como tais ambientes devem funcionar. Só nos resta esperar que sejam democratizados.
  • Leandro Vieira - Marketing -
    Diariamente, pessoas das mais diferentes partes do globo reúnem-se na Internet em salas de bate-papo, listas de discussão, fóruns, mensageiros instantâneos e através de diversas outras formas de interação que integram o conjunto de ferramentas que proporcionam a formação do que chamamos de comunidades virtuais.
  • Ricardo Jordão Magalhães - Tecnologia -
    Você joga a sua vida pela janela quando você decide ser alguma coisa ao invés de ser alguém. Todo dia é dia de fazer a diferença. Por cada dia que você se recusar a fazer a diferença, será dado um novo dia, e no final de cada dia, você terá toda a eternidade para aprender a amar os outros.
  • Stephen Kanitz - Dinheiro -
  • Tom Coelho - Marketing -
    O senso comum sinaliza para que sejamos educados. Porém, há momentos em que a única alternativa eficiente e eficaz é perder a compostura. Inexplicavelmente as pessoas conferem maior atenção a quem lança mão da rispidez, do grito ou da ameaça velada, para a resolução de uma contenda.
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