• Rubens Fava - Negócios -
    Gestão é muito mais do que dizer às pessoas o que fazer e seguir inputs de observação cada vez mais distantes de onde as coisas verdadeiramente acontecem.
  • Ricardo Jordão Magalhães - Marketing -
    A Dúvida e a Ação são incompatíveis. Quando você estiver em dúvida sobre fazer algo, e escolher nada fazer, a dúvida tende a crescer. Desafie a dúvida com AÇÃO e você irá crescer. O Ser Humano é o único ser que tem poder sobre a sua própria evolução. Não terceirize esse poder! O ancestral de toda decisão destrutiva, é o pensamento complacente. Sintonize a sua mente no Senso de Urgência. Não aceite fazer nada. Questione. Pergunte. A propósito, quantas perguntas você vai fazer hoje?
  • Tom Coelho - Negócios -
    A vaidade intensifica comportamentos mesquinhos e obscurece todas as virtudes.
  • Raul Marinho - Dinheiro -
    A Administração de Empresas é uma disciplina claramente pragmática, voltada para resultados, uma eterna busca ao nirvana da eficiência e eficácia. Aos administradores competentes, espera-se proficiência na gestão dos processos comerciais, financeiros, de recursos humanos e assim por diante.
  • Marcos Hashimoto - Carreira -
    Muito se fala sobre a necessidade de desenvolver uma atitude empreendedora nas organizações. O assunto vem ganhando interesse e relevância cada vez maiores, mas as discussões em torno do tema ainda são insipientes, superficiais e com pouca consistência.
  • Rubens Fava - Acadêmico -
    A cultura errada no lugar errado significa sofrimento e ineficiência.
  • Ricardo Jordão Magalhães - Tecnologia -
    Todos nós estamos aqui para ajudar os outros. O que eu ainda não entendi é o que os outros estão fazendo aqui.
  • Magno de Aguiar Maranhão - Marketing -
    E se o Brasil investisse em uma atividade que, além de garantir excelente retorno financeiro, contribuísse para a redução das desigualdades sociais com a geração imediata de trabalho e renda, para a promoção da educação, para a valorização de sua diversidade étnica e preservação de seu extenso patrimônio cultural e natural? Fantástico, certo? ....
  • Carlos Hilsdorf - Negócios -
    As dificuldades, barreiras e obstáculos são matéria-prima para o verdadeiro empreendedor. Veja o exemplo do homem que revolucionou o mercado de eventos, feiras e exposições no Brasil, escrevendo de próprio punho, um importantíssimo capítulo do capitalismo brasileiro: Dr. Caio de Alcântara Machado.
  • Débora Martins - Negócios -
    Esta é uma pergunta muito fácil de responder. Para atender bem, devemos tratar o Cliente com respeito e empatia, agindo de maneira imparcial, argumentando de forma convincente, caso seja necessário, e, sobretudo, sendo um bom ouvinte. Pronto! É só isso. Acabou. Vamos! Pode ir ler outro artigo. Bem, se seus olhos continuam acompanhando este novo parágrafo é porque você quer saber mais. Então, vamos nos aprofundar neste tema que, por incrível que pareça, nos dias atuais, ainda gera muito descontentamento, tanto para Clientes como para Empresas que, por não atenderem bem, acabam perdendo-os. Vejamos. Nos primórdios da humanidade, o trabalho estava mais associado a sacrifício e, no decorrer da história, sua realização passa pela necessidade de segurança; já no momento atual, é visto também como uma fonte de satisfação pessoal e auto-realização. Logo, percebemos imediatamente que o nível de satisfação pessoal do colaborador que atua na linha de frente da Empresa é o fator chave quando o tema é Qualidade no Atendimento. A satisfação pessoal resulta, em algum nível, da realização de atividades de maior significância que abrangem uma gama maior de conhecimentos e habilidades e pré-disposição para realizar este trabalho que está intrinsecamente ligado ao desempenho dos seres humanos. E não estamos falando de qualquer ser humano, não, e sim de pessoas satisfeitas com a vida. Vida, explico: dezenas de autores já discorreram sobre a interação do indivíduo com o meio e a importância da sua participação, cuja contribuição é essencial para o desenvolvimento efetivo do trabalho. Um indivíduo que não consegue separar a vida pessoal da vida profissional transmite ao Cliente, seja ao telefone ou pessoalmente, toda sua insatisfação com o mundo. Considerando esta linha de raciocínio, percebemos nestas condições que não existem mocinhos e vilões; na realidade, o relacionamento, bem como os valores organizacionais, devem estar claros para todos que trabalham em uma empresa, seja ela uma multinacional ou uma barraca de camelô. O Cliente (aquele indivíduo também conhecido como consumidor que é a razão de qualquer empresa existir) merece ser bem atendido sempre. Portanto, atender bem não tem nada a ver com poderes sobrenaturais, basta tratar o Cliente como você gostaria de ser tratado. Atender bem é uma questão de atitude. Débora Martins: debora@atenderbem.com.br http://www.atenderbem.com.br http://www.deboramartins.com.br
  • Rubens Fava - Negócios -
    “Não devemos departamentalizar nosso pensamento com referência a cada problema com que nos deparamos em nossas empresas. Até não creio termos de lidar com problemas de produtividade, psicológicos, econômicos e éticos. Temos problemas humanos, com aspectos psicológicos, econômicos e éticos e tantos outros mais como queira”.
  • Ricardo Jordão Magalhães - Marketing -
    Amigos, POR FAVOR: A ÚLTIMA COISA QUE O MUNDO PRECISA é de um fazedor de marketing. POR FAVOR, ACORDEM suas empresas!!!!! Vejam o email abaixo que eu recebi HOJE. Eu recebi porque EU MESMO passei pelo MESMO ACONTECIMENTO há seis meses atrás. Agora é com a TELEMAR. LIXO LIXO LIXO CORPORATIVO da pior espécie! (Eu sei que alguns brasileiros não estão acostumados com essa linguagem VERDADEIRA, REBELDE. Nesse país, JAMAIS um CEO de uma empresa de bilhões de dólares vai pegar 25 anos de prisão, certo? Somos muito hipócritas para falar a VERDADE) Se REALMENTE somos SERES HUMANOS DE NEGÓCIOS, vamos fazer algo SÉRIO a respeito para REFORMAR o mundo corporativo? Ou vamos fazer o que esse fim-de-mundo manda? Eu quero ver nascer o MARKETING VERDADEIRO. Quem vai inventar ele? LEIAM O EMAIL ABAIXO. Ricardo Jordão Magalhães Fundador da BIZREVOLUTION ricardom@bizrevolution.com.br www.bizrevolution.com.br www.bizrevolution.com.br/blog Ricardo, Vc não me conhece, mas estou vivendo o mesmo problema que vc para cancelar a linha telefônica de meu pai (que faleceu no último dia 27/6). Eles estão exigindo que eu envie uma "carta de próprio punho" (o que expliquei ser impossível em razão do motivo do cancelamento - falecimento). A atendente riu e disse que a carta era de próprio punho meu (?) e que deveria anexar a certidão de óbito, a identidade e o CPF dele, todos com CÓPIAS AUTENTICADAS. Achei um absurdo e, via internet, solicitei o desligamento temporário da linha. vou cancelar o débito automático no Banco e deixar eles cobrarem as contas ao falecido. Eles ameaçaram cancelar a linha por falta de pagamento e eu disse que era isso mesmo que eu queria, e ainda que iriam mandar o nome de meu pai (falecido) para o SPC, SERASA etc... eu ri e disse que eles poderiam fazer isso na hora em que eles quisessem. Independente disso, liguei à ANATEL e fiz uma reclamação contra a TELEMAR. Gostaria de saber como vc resolveu este problea. Estou disposto a ir até o PROCON, mas nunca à Companhia...
  • Marcos Hashimoto - Negócios -
    Numa palestra há alguns anos, o jornalista Joelmir Betting fez uma brilhante definição de terceiro setor. Enquanto o primeiro setor se caracteriza pelo uso do bem público para gerar benefícios públicos, o segundo setor se caracteriza pelo uso do bem privado para gerar benefícios privados. Pelo raciocínio, o terceiro setor seria o uso de bens privados para gerar benefícios públicos e, porque não dizer, haveria também o quarto setor, que seria o uso de bens públicos para gerar benefícios privados (o que explica muitas coisas que temos visto na política ultimamente).
  • Jorge Nascimento Rodrigues - Dinheiro -
    A «guerra» nos incentivos fiscais e subsídios ao investimento directo estrangeiro (IDE) com vista a atrair multinacionais é contra-produtiva. Mas também o é impor condições de obrigatoriedade de percentagens de incorporação nacional e transferência de tecnologia ou «joint-ventures» forçadas.
  • Magno de Aguiar Maranhão - Negócios -
    Até onde se sabe, a onisciência é um atributo divino. Assim, o fato do MEC convocar diversas entidades da sociedade civil e representações das unidades da Federação para cooperarem no anteprojeto da Reforma Universitária não é mera demonstração de espírito democrático, até porque acatar propostas da sociedade não passa de obrigação de qualquer governo eleito...
  • Carlos Hilsdorf - Carreira -
    Nos anos 60, o cantor Roberto Carlos, em entrevista a um tablóide disse A Fama é fogo bicho. A gente passa metade da vida correndo atrás dela e a outra metade fugindo dela.
  • Ricardo Jordão Magalhães - Marketing -
    Eu não acredito em pensar fora da caixa. Eu simplesmente não reconheço a existência de uma caixa.
  • Magno de Aguiar Maranhão - Cotidiano -
    O problema se alastra pelo mundo como rastilho de pólvora, mas, no Brasil, embora o governo admita sua existência, ele não é prioritário dentro das políticas educacionais. Iniciativas para combatê-lo geralmente partem de entidades como Unesco, pesquisadores e secretarias de educação.
  • Tom Coelho - Negócios -
    Estamos formando advogados que desconhecem leis, economistas que não sabem matemática financeira, engenheiros com dificuldades em cálculos estruturais. Pseudoprofissionais que irão cercear a liberdade de um cliente, condenar uma empresa à falência, levar um edifício ao chão.
  • Leandro Vieira - Negócios -
    Eis que se propõe um (grande) desafio: falar de Deleuze. Acredito que compreender plenamente Deleuze seja comparável a atingir o Nirvana, o estado de completa iluminação budista.
8161-8180 de 8435