• Eder Luiz Bolson - Negócios -
    É preciso empreender cuidando da formação de uma força de trabalho multicultural, diversa, onde uns aprendam com os outros. Onde todos possam contribuir e agregar valores baseados nas suas riquíssimas diferenças.
  • Cláudio de Almeida Fernandes - Marketing -
  • Moises - Carreira -
  • Carlos Alberto Oliveira Jr - Carreira -
  • Marcelo Thalenberg - Negócios -
  • Marcelo Thalenberg - Negócios -
  • Marcelo Thalenberg - Tecnologia -
  • marcio - Negócios -
  • Evandro Rogério Schonardie - Tecnologia -
  • PAULO CESAR - Negócios -
  • Piedley Macedo - Negócios -
  • Karina Cunha - Marketing -
  • Adriano - Tecnologia -
  • Adiza - Negócios -
  • Gilclér Regina - Tecnologia -
    Clientes satisfeitos são a alma de qualquer negócio bem-sucedido. A pergunta que se faz é: Como uma empresa evolui de clientes meramente satisfeitos para clientes absolutamente fiéis? Entendo que o papel do vendedor profissional é fundamental nesse processo e a cultura da empresa em valorização da área de vendas também é vital para que esse cliente seja seu segundo vendedor, só que nem cobra comissão, pois te indica para o mundo. Esta tem que ser paga com responsabilidade porque trás outros ganhos nem sempre tangíveis para o negócio. Muitas empresas acreditam que fornecer produtos e serviços continuamente melhorados, a preços competitivos, seja o suficiente. Não é. Tem que ter um pessoal comprometido com o negócio, vibrante e tem sido um grande equívoco olhar o papel do profissional de vendas somente como despesa. O vendedor começa a vender bem e muito. O que algumas empresas fazem? Cortam a comissão pela metade... O vendedor guerreiro busca forças sobre esta desmotivação e continua produzindo e quando começa a estourar novamente a empresa diminui sua região pela metade... Isso é falta absoluta de critério. Salvo situações especiais, não há bom senso. O que existe nestes casos é uma gestão equivocada que diz que o vendedor está ganhando mais que o diretor. Existem também as tropas de choque disfarçadas de defensores do bem da empresa, mas que não gostam do pessoal de vendas e marcam a vida deste profissional com perseguições que desestruturam a qualidade de vida dele e de seu trabalho e como conseqüência desta falta de condições, não produza e seja trocado. Parece até técnico de futebol sendo fritado pela equipe para que seja derrubado. Como pode um ambiente assim buscar a excelência e a fidelização de clientes que o que vai dar vida e seqüência do negócio que nós chamamos aqui de sucesso verdadeiro? Para existir uma relação de verdade é preciso comprometimento e responsabilidade das duas partes, empresa e vendedor. Um não pode viver sem o outro e quando um achar que não precisa mais do outro, normalmente o que se vê, apesar de um sucesso aparente é o início da descida. A base para essa fidelização e excelência do negócio é: 1. Um bom produto ou serviço, assistência e atendimento para o desenvolvimento da fidelidade do cliente são fundamentais. Sem elas, nenhum programa irá funcionar. 2. Desenvolver a fidelidade do cliente deve ser um compromisso de toda a empresa e não somente dos vendedores. 3. Reunir informações sobre os clientes não é tudo. A tecnologia de informação é simplesmente um instrumento para melhorar a qualidade e atender às necessidades individuais dos clientes. 4. Nunca perder de vista as atividades dos seus concorrentes. Para você refletir: Quais são as oportunidades que sua empresa dispõe sobre informações de clientes? Lembre-se que em vendas é igual como em tudo na vida, ou seja, ela vai dar a você o que você der a ela. Pense nisso, um forte abraço e esteja com Deus!
  • Moises - Negócios -
  • Moises - Negócios -
  • Maria Inês Felippe - Negócios -
    Outro dia estava em uma empresa iniciando um treinamento e um dos participantes disse: Se a pessoa conseguiu vender um treinamento de Inovação aqui na empresa é porque deve ter algum segredo, algo muito especial, então achei que deveria vir para descobrir este segredo...
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