A mágica dos bons relacionamentos está em mim

A mágica dos bons relacionamentos está em mim

por Débora Martins

“Alegria vende!”
A primeira vez que tive contato com esta afirmação foi por meio de Eduardo Botelho, um grande homem de vendas, que infelizmente não está mais na terra. O mestre Botelho insistia em que um sorriso no rosto e uma atitude positiva podiam fazer verdadeiros milagres no momento da venda.

De fato ele sabia do que estava falando.
No entanto, quando comecei a pesquisar sobre relacionamento humano, me surpreendi com a influência que um simples sorriso pode ter nas pessoas. Um sorriso:

· aproxima;
· abre portas;
· espanta o mau humor;
· fortalece;
· inspira;
· alegra;
· quebra barreiras.

Qualquer pessoa que queira se relacionar deve possuir o que chamo de “cara boa”, ou seja, uma fisionomia agradável, propícia à aproximação.
Quando estamos perto de pessoas carrancudas logo imaginamos que são mal educadas, ignorantes e com indisposição para qualquer tipo de contato. No entanto, pode ser o contrário, ou seja, apenas uma expressão facial fechada.

Meu irmão e colaborador Renato, por exemplo, tempos atrás chegou a me confidenciar que estava chateado porque não era paquerado como gostaria, ou pelo menos como os outros garotos de sua idade.
“Afinal, o que está acontecendo?” Ele mesmo se perguntava.
Como sou insuportavelmente sincera, respondi imediatamente;

COM ESSA CARA VOCÊ AFASTA AS PESSOAS!

Gente, um rapaz jovem e bonito sempre de cara fechada é algo muito triste. Ele precisava tomar uma atitude o mais rápido possível, porque este comportamento estava afetando sua vida social, e até mesmo a afetiva.
Parei para analisá-lo por alguns instantes, e percebi que ele fazia uso desta máscara de carrancudo para se proteger da sociedade.

Olha que coisa louca, ao entrar em um local que apresentava algum tipo de risco, como por exemplo um trem de subúrbio, ele inconscientemente se fechava. Este comportamento tinha como objetivo afastar pessoas desagradáveis que pretendiam importuná-lo durante sua viagem. É, mas o pior de tudo é que se esquecia de consertar o rosto em outros ambientes.

Ainda bem que não demorou muito para que ele se desse conta e mudasse de postura. Atualmente sente os benefícios de sorrir, e com certeza posso garantir que não se arrependeu.




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Sobre o autor

Débora Martins

Débora Martins é jornalista, consultora e palestrante da Atender Bem Consultoria e Treinamento, especialista no gerenciamento das relações entre empresas e clientes. É jornalista, autora de diversos artigos sobre motivação, liderança, e qualidade no atendimento.



E-mail: debora@atenderbem.com.br

Sites: http://www.atenderbem.com.br e http://www.deboramartins.com.br



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