Os bloqueadores de decisão

“Não somos responsáveis apenas pelo que fazemos mas também pelo que deixamos de fazer” Molière

Não somos responsáveis apenas pelo que fazemos mas também pelo que deixamos de fazer” Molière

 

Arbítrio é a capacidade que cada um de nós tem de tomar decisões, contudo existem situações que nos limitam, são os bloqueadores de decisões, que nos resume, estagna e impossibilita de levar adiante nossa trajetória. São eles:

· ALIENAÇÃO: Defesa contra a ansiedade, angústia e frustração. Começa na infância, vem desde o laço familiar.

· RESIGNAÇÃO: (Complexo de vítima) Pessoas que mergulham no trabalho, têm alto senso do dever e condenam-se a inferioridade.

· DIFICULDADE DE ESTABELECER PRIORIDADES: Não é possível fazer tudo, é preciso priorizar e lutar pelo que deseja.

· FALTA DE CONFIANÇA E AUTO-ESTIMA BAIXA: Empobrece-nos e paralisam nossa capacidade decisória.

· IMAGEM IRREALISTA DE SI PRÓPRIO OU AUTO-IDEALIZAÇÃO: “Conhece-te a ti mesmo e aja com moderação”. O autoconhecimento é fundamental para a boa tomada de decisão.

· FALTA DE CONSCIÊNCIA DE SI: A consciência de algo promove mudanças efetivas.

· AUTO-ILUSÃO: devido ao perfeccionismo, auto-depreciação, preocupação com a própria imagem.

· DEPENDÊNCIA EMOCIONAL: Conflito. O medo de amar e se desiludir atrapalham o seu processo decisório.

· CABRA-CEGA - A idealização e o medo do conflito são 2 grandes coisas.

· PRESSÃO DE TEMPO – A idéia de que não haverá tempo para alcance dos objetivos ou necessidades da pessoa, instala o caos generalizado. A pressa produz confusão e mais tempo para resolver o problema.

· MEDO- surge em resposta a consciência perante uma situação de eventual perigo.

· RACIONALIZAÇÃO – Auto-desculpa para as frustrações.

· FALTA DE CRIATIVIDADE, DE IMAGINAÇÃO – é pobreza de idéias, levam decisor a escolhas mesquinhas nascida de alternativas pobres.

· DESORGANIZAÇÃO INTERNA – O processo decisório mobiliza todas as dificuldades humanas e a falta de integração entre os aspectos lógicos, biológicos e fisiológicos.

· IDEOLOGIAS E REFERENCIAIS TEÓRICOS – Muito regidos, limitam a visão do decisor, como por exemplo, o compromisso ideológico e a pressão institucional.

· FOCALIZAÇÃO PERCEPTIVA – Percebemos as coisas na medida de nosso interesse.

Para mudar nossa atitude e padrões mentais devemos aprender a tornar-nos pessoas articuladas através da capacidade de ser afetado por outras coisas e pessoas, aprofundar-se em novas idéias e mobilizar-nos por novas atitudes e não deixar que situações externas, ou até mesmo internas nos tragam medo.

A busca do profissional moderno deve ser direcionada a lapidar a inteligência emocional a fim de manter estáveis as atitudes e proteger-se das intempéries que fragilizam a capacidade decisória e criadora.

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