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UM NOVO MODELO DE GESTÃO CLARO E TRANSPARENTE

Juliano,
Observando com maior atenção as tendências e os novos modelos de gestão administrativa das empresas e organizações, visualizamos justamente a necessidade de maior transparência e clareza nas atitudes administrativas dos governos municipais, podemos atentar que o Estado tende a se tornar um novo instrumento eficiente de alavancagem política, econômica, social e cultural, ou seja, um instrumento que faça com que todos cresçam e se desenvolvam, um instrumento onde se deve configurar uma administração pública não mais calcada em um antigo e arcaico modelo burocrático de gestão. É também de grande importância alicerçar que o principal objeto do Estado passa a ser o cidadão, e este por sua vez deve receber informações claras dos resultados deste novo instrumento eficiente, ou seja, um instrumento que atue e realmente funcione como uma empresa, e assim como tal deve ser administrado por uma equipe que cumpra a atinja as metas e objetivos, e ainda, que transmita os resultados e informações desta “empresa” para seus principais acionistas – a população. Atualmente a administração pública se afasta de alguns setores, deixando que peças fundamentais do processo de gestão, como a cultura, educação e saúde, por exemplo, se tornem deficientes prejudicando o bom andamento da gestão pública. Dando menos atenção a estes setores, o controle e fiscalização das atividades públicas, que legal e originalmente é do Estado, consequentemente fica nas mãos das ONG’s e demais entidades da sociedade civil, formadas pelas próprias comunidades, como organizações de bairro, por exemplo. Daí a necessidade de um profissional com experiência e conhecimento acadêmico-científico para a elaboração e execução de uma gestão administrativa pública eficiente, onde eficiente nesse sentido significa rapidez e agilidade na tomada de decisões, de forma coerente com a real necessidade do problema, onde a transparência e clareza deste novo modelo de gestão são fundamentais em um estado gerencial abalado, pois a instabilidade político-econômica predomina de forma a impor grande desconfiança e uma necessidade latente de reforma que garanta a calmaria nesse mar de incertezas. É nesse contexto de incertezas que se justifica a necessidade da mudança nos rumos da gestão administrativa pública. Devemos pensar com maior prioridade na implantação desse novo modelo de gestão, que se configura como um modelo claro e transparente baseado na livre circulação de informações e alicerçado sobre uma forma objetiva de agir e executar e sobre novos modelos de gestão eficiente, tanto quanto uma reforma e reciclagem daqueles que já administram os governos municipais. Um modelo que cumpra a finalidade para o qual foi criado e que faça jus a sua criação através de um retorno lucrativo para a população, revertido na forma de aumento ao acesso à cultura, lazer e principalmente a educação e inclusão na sociedade, o que permitirá uma maior participação da população no processo de administração – desde a criação, execução e fiscalização das estratégias de planejamento para administrar o governo municipal e este por sua vez deverá voltar-se para o cidadão não como sendo um pagador de impostos, mas sim como um cliente, descentralizando a tomada de decisões e tornando públicas as ações que diretamente incidem na população.

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