Estamos em pleno o século XXI, é lamentável que ainda tenhamos executivos e gestores pecando dentro das grandes organizações, com olhar numa única direção. Esses profissionais acabam levando as empresas a trilhar terrenos instáveis, rumos incertos com alto grau de risco, vindo a enfrentar grandes turbulências, Isso já é o primeiro degrau para uma estabilidade financeira com grande risco de uma possível falência ou diminuição radical no seu tamanho e ou valor de mercado. É sabido que muitas organizações sofrem com as altas cargas tributárias e os planos econômicos do governo federal, ainda sim, acreditam que esse é apenas um dos problemas, pois além deles, temos o fator preponderante que leva uma organização a navegar em água turvas em direções incertas no mercado financeiro, esses riscos estão diretamente ligados na Visão Míope de alguns de seus gestores, muitos desses profissionais que estamos falando trazem em suas bagagem / currículos vícios de outras empresas, outras épocas, outros acreditam que o cargo é vitalício e não se atualizam. O executivo que obteve sucesso a 15 anos atrás com a implantação de alguma mudança numa organização ou implantação de algum plano de ação, não significo que terá o mesmo êxito/sucesso na implantação desse mesmo projeto hoje, as épocas eram outras, o plano econômico eram outros, hoje os clientes cobram mais alem de ser um dos principais parceiros das empresas, a segunda coisa que esse executivo devem rever é a relação entre quem manda e quem obedece, que vem passando por mudanças radicais. Hoje o capital intelectual das organizações está deixando de ser aquele empregado assalariado para ser um parceiro, os clientes estão mais envolvidos nas decisões, estar mais atualizados com as tendências de mercado e a situação econômica de seus vizinhos/concorrentes, esse é o novo profissional do mercado. Diante dessas tendências mercadológicas as empresas tem que buscarem gestores que tenham visão de um horizonte mais amplo, executivos que buscam crescimento e fuja das mesmices e corra riscos controláveis, pois num passando não muito longe eram normais termos executivos tímidos, seguros, cautelosos que demoravam muitos para colocar os projetos em ação ou tomar decisões, hoje não temos mais esse mesmo tempo, cada hora perdida para uma decisão importante pode refletir numa grande perde, para enfrentar esse mercado selvagem que vivemos hoje esses executivos devem acompanhar todo o desenvolvimento tecnológico e estar sempre atualizados. Não é novidade pra ninguém que hoje um dos nossos principais e mais importante cliente não estar no mercado, mais esse se encontra dentro das organizações, temos que ter um olhar especial para nosso capital intelectual, valorizando-o mais, pois, quanto maior a satisfação desse cliente, maior qualidade na produção dos produtos envolvendo essas pessoas, maior economia na matéria prima, menos defeito por perdas, menos recall e consequentemente maior produção com menos mão de obra, em resumo uma organização mais solida. Diante de tudo que foi exposto acima, acredito piamente que além dos planos ecônomos as altas cargas tributárias, juntamente com os vícios e a Visão Míopes de muitos gestores acabam levando muitas organizações e navegarem mares turbulentos. Para inverter essa situação temos que ter gestores sem vícios, inovadores e que vejam o capital intelectual como parceiros, que a relação eu 'mando e você obedece', seja banida dos vocabulários dos gestores, diretores ou melhor da organização…..