
As principais vítimas do petróleo a mais de 100 dólares por barril vão ser muitas e diversificadas. O maior impacto será no comércio através de rodovia (TIR) ou avião.
Os fornecimentos «just-in-time» e todo o tipo de exportações (bens perecíveis, produtos físicos em «outsourcing» de longa distância) que vivam da rapidez aérea ou do camião na estrada vão ser profundamente afectados.
«Como viveremos em 2050», foi a razão da investigação que fez, movido pelo que diz ser um “pragmatismo sensato”, recusando os dois extremos: “Na minha idade já me deixei do optimismo beato ou do pessimismo profissional”, confessa-nos.
As conclusões de Wautelet são divulgadas em exclusivo em «As Vítimas do Crude», o primeiro artigo de uma série sobre as alterações nas tendências da actual vaga de globalização posterior a 1990.