Missão 2018: Equilibrar pessoas e resultados em busca do sucesso

O ano de 2018 se aproxima e junto com ele o movimento das organizações em se prepararem para o novo ciclo, revisitando seus planejamentos estratégicos, suas prioridades e traçando metas para o que virá pela frente. Neste contexto, o papel do RH é organizar as iniciativas que irão alavancar a liderança e suas equipes no apoio às metas do negócio.

Alexandre Marins*

O ano de 2018 se aproxima e junto com ele o movimento das organizações em se prepararem para o novo ciclo, revisitando seus planejamentos estratégicos, suas prioridades e traçando metas para o que virá pela frente. Neste contexto, o papel do RH é organizar as iniciativas que irão alavancar a liderança e suas equipes no apoio às metas do negócio.

Considerando o cenário complexo, incerto e desafiador que se apresenta, tenho notado o claro empenho das organizações em maximizar seus recursos, buscando formas inovadoras e mais eficientes de atuação. Contudo, por um lado acentuamos o foco em resultado, só que às vezes em detrimento do foco em pessoas. Nesses casos acaba-se pagando um preço alto no clima interno e no engajamento, o que, ao final, joga contra todo o esforço de crescimento.

Cenários dessa natureza requerem que aprendamos a navegar e gerenciar de forma efetiva as polaridades. O que significa isso? É necessário buscar como solução o aprendizado em caminhar de forma conjunta por dimensões que em princípio pareçam opostas, mas que no fundo são complementares e relevantes. Trocarmos o “OU” pelo “E”. Alguns bons exemplos disso são: foco em resultado E foco em pessoas; foco no curto prazo E no longo prazo; foco na inovação E naquilo que é conhecido e eficaz.

Nesse contexto, o desafio tanto do RH quanto dos líderes é reconhecer o estilo de liderança vigente bem como a cultura atual da organização para tomada de consciência dos traços que, em excesso, podem prejudicar a visão de futuro, bem como os traços da dimensão oposta que precisa ser introduzida sem que a outra perca seu foco.

Na prática, esse exercício nos convida a manter atenção plena sobre nossos comportamentos, desenvolvendo radares de contenção que rapidamente jogam nosso olhar para o outro lado, buscando assim o equilíbrio com flexibilidade, sem abrirmão do movimento que nos impulsiona, assim como quando estamos pedalando uma bicicleta.

Sigamos, então, pedalando entre uma dimensão E a outra, rumo ao sucesso sustentável.

*Head de Coaching na Lee Hecht Harrison Brasil

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