O mercado de trabalho brasileiro melhorou significativamente em 2007: a taxa média de desemprego foi a menor desde 2002, a informalidade diminuiu e o rendimento aumentou, embora não tenha conseguido repor as perdas dos anos recentes.
Em dezembro, o desemprego também registrou a menor taxa da série histórica do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em razão de um movimento sazonal --mesmo motivo que deve elevar a taxa neste início de ano.
O IBGE não fez previsões sobre o comportamento do desemprego em 2008, mas disse que o rendimento deve conseguir repor as perdas recentes.
A taxa de desemprego nas seis maiores regiões metropolitanas do país ficou em 7,4 por cento em dezembro, e de 8,2 por cento em novembro, informou o IBGE. Em 2007, a taxa foi de 9,3 por cento, frente a 10 por cento em 2006.
Contudo houve também um pequeno crescimento da inflação que foi medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) e deve chegar a 4,35% em 12 meses (de 25 de janeiro de 2008 a 25 de janeiro de 2009), contra 4,31% da previsão anterior.
A estimativa consta do Boletim Focus, divulgado semanalmente pelo Banco Central. O boletim reúne estimativas de instituições financeiras para os principais indicadores da economia.
Para 2008, a projeção para o índice que serve de parâmetro para as correções oficiais continua em alta e deve ficar em 4,45%. A previsão do IPCA para janeiro é de 0,60%.
A projeção da inflação medida pelo Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna (IGP-DI) da Fundação Getúlio Vargas (FGV) para este ano é de 4,79%. Para o período de 12 meses, a estimativa também está em alta de 4,56%. Os analistas esperam que em janeiro esse índice chegue a 0,78%.
Para o Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M), medido pela FGV, a previsão para 12 meses ficou em 4,63% e para o final do ano, em 4,85%. A estimativa para inflação no mercado paulista, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor da Fundação Instituto de Pesquisa Econômica (IPC-Fipe), referente a 2008, ficou em 4,11%, e em 12 meses ficou em 4,12% . A estimativa para os preços administrados (combustíveis, energia elétrica, telefonia, medicamentos, educação e outros) foi mantida em 3,70% em 2008 e em 4% em 2009.
Portanto analisamos com isto que, a teoria da curva de Phillips é valida porque a curto prazo, como foi demonstrado , vimos que a queda no desemprego leva a um aumento na inflação, e esperamos com isso que este cenário possa mudar a longo prazo, pois dentro da Teoria curva de Phillips aceleracionista uma taxa é independente da outra e sua variação não ocorre dentro do esperado a longo prazo.
Conclui- se também que para o governo tomar qualquer atitudes de mudanças requer uma analise bem detalhada do cenário econômico, pois o que o governo espera a curto ou a longo prazo pode levar a consequências econômicas drásticas , pois uma atitude que não for bem calculada pode ser extremamente prejudicial a economia e o cotidiano da sociedade.