A retomada do crescimento econômico e as oportunidades para os gestores financeiros

Nos últimos dois anos e meio, especificamente após as eleições de 2014, o Brasil tem experimentado momentos econômicos difíceis. Desemprego em alta, crescimento econômico reduzido (quando não negativo em determinados períodos de apuração), além de dificuldades em praticamente todos os setores de atividade, ao que se somam as crises políticas – vide o caso do impeachment de Dilma Rouseff e as quase que diárias denúncias de corrupção advindas da Operação Lava-Jato são apenas alguns dos fatos com os quais os brasileiros se acostumaram a ter contato todos os dias. Entretanto, passado o momento mais forte da tempestade, começa a tomar corpo a ideia de que a crise político-econômica está caminhando para o seu fim

Nos últimos dois anos e meio, especificamente após as eleições de 2014, o Brasil tem experimentado momentos econômicos difíceis. Desemprego em alta, crescimento econômico reduzido (quando não negativo em determinados períodos de apuração), além de dificuldades em praticamente todos os setores de atividade, ao que se somam as crises políticas – vide o caso do impeachment de Dilma Rouseff e as quase que diárias denúncias de corrupção advindas da Operação Lava-Jato são apenas alguns dos fatos com os quais os brasileiros se acostumaram a ter contato todos os dias.
Entretanto, passado o momento mais forte da tempestade, começa a tomar corpo a ideia de que a crise político-econômica está caminhando para o seu fim. Especificamente no âmbito econômico, as projeções timidamente deixam a negatividade e os níveis de atividade começam a se intensificar. Dentro de um quadro de queda das taxas de juros a partir do início de 2017, justamente por conta da atenuação das forças inflacionárias e a consequente expectativa de alcance da meta definida pelo Conselho Monetário Nacional, uma janela se abre para o otimismo do empresariado.
Depois de praticamente dois anos sem destaque justamente pelas baixas perspectivas de retorno, o mercado acionário acompanha o movimento de retomada da economia e passa a se mostrar como alternativa à captação da poupança necessária aos investimentos de capital. Ante ao cenário até aqui exposto, os profissionais qualificados tenderão a ganhar espaço no mercado de trabalho empresarial e, no contexto econômico-financeiro, destaca-se o papel do Gestor Financeiro. Sendo um profissional multidisciplinar e com formação técnica específica, acredita-se no seu papel como fomentador da atividade empresarial em um novo cenário de crescimento.
Fato é que as empresas necessitam de profissionais com o perfil do Gestor Financeiro, uma vez que a atividade empreendedora é demasiadamente ampla e complexa, com problemas das mais diversas magnitudes, os quais por vezes fogem do controle de seu líder. Estando ele cercado por bons profissionais, certamente tomará as decisões mais acertadas e poderá incorporar ao seu negócio os bons fluídos advindos da retomada do crescimento econômico.

Avalie este artigo:
(0)
As opiniões veiculadas nos artigos de colunistas e membros não refletem necessariamente a opinião do Administradores.com.br.
Tags: dinheiro finanças