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INCLUSÃO DA MULHER NO MERCADO DE TRABALHO E SEUS PRECONCEITOS.

Mesmo vivendo no século XXI, as mulheres ainda sofrem com preconceitos no trablho e também pelo fato de mulher. É bem verdade que alcançaram vitórias jamais esperadas, principalmente nas ocupações trabalhistas.

Dalila Maria,
INCLUSÃO DA MULHER NO MERCADO DE TRABALHO E SEUS PRECONCEITOS.

 

A mulher mesmo no século em que estamos vivenciando ainda sofre por alguns preconceitos e abusos trabalhistas, às vezes, pelo simples fato de ser mulher.

Algum tempo atrás, o homem era quem comandava o lar, as mulheres só existiam apenas para criar seus filhos e cuidar das tarefas domésticas. Aquelas que ficavam viúvas precisavam e necessitavam trabalhar. No obstante, quando ocorria esse fato, elas não tinham apoio social, logo começavam a confeccionar trabalhos manuais do tipo arranjos florais, bordados, ensinavam aula de piano e outros, onde eram mal vistas perante a sociedade. Dessa forma, muitas mulheres ganhavam a vida, garantiam o sustento da casa e a criação de seus filhos e gozar da vida da melhor maneira possível.

O universo feminino começara a ganhar espaço no mercado de trabalho a partir da década de 70, porém, até os dias atuais apesar de ser maioria em vários lugares do Brasil, ainda existem diferenças salariais mesmo ocupando cargos semelhantes a dos homens. Apesar dessas divergências impostas por algumas pessoas, o mundo aposta de forma confiante nos valores e na capacidade feminina, seja ela como profissional ou não.

Existem várias mulheres ocupando cargos que nos séculos passados era impossível a mulher exercer-los, como exemplos podemos mencionar os cargos de capitã de polícia, um cargo também, que é de extrema importância e o mais relevante de um país, que é o de presidenta, entre outros. Esses e um mix de cargos existem pelo menos uma mulher executando, seja em países desenvolvidos ou em desenvolvimento e mostram que são capazes de planejar, controlar, executar e dirigir as tarefas perfeitamente, com a mais alta competência e elegância.

Além do profissionalismo em seu local de trabalho, as mulheres ainda são capazes e responsáveis pela educação de seus filhos. Quando terminada a jornada de trabalho, ao retornarem para seus lares, elas inicia outra tarefa, a de educadora e mãe.

Um ponto positivo e convincente para a inclusão da mulher no nicho trabalhista é o aumento na economia de uma forma geral, pois, há contribuições financeiras tanto as despesas domésticas quanto em suas despesas pessoais. Em muitos casos, há discurções sobre os problemas de mulheres ingressarem no mercado de trabalho e esses problemas geralmente atingem as mulheres, pois sua participação na classe baixa ainda predomina em relação ao autoritarismo masculino; as desigualdades e preconceitos as atingem como trabalhadoras e como mulheres; sofrem também com a falta de oportunidades em algumas áreas do mercado como, por exemplo, a área da tecnologia que se apresenta como um destaque e bastante desigual em termos de gênero. Já no campo da saúde, esse caso é reduzido, as conseqüências são apenas pelas desigualdades.

Em 2010, os municípios com maior proporção de homens são: Balbinos (SP), Pracinha (SP) e Lavínia (SP). Já entre os de maior proporção de mulheres em 2010 se destacam: Santos (SP), Recife (PE) e São Caetano do Sul (SP). Veja os percentuais na tabela abaixo:

Município

% Mulheres – 2000

Águas de São Pedro – SP

53,96%

Santos – SP

53,77%

Recife – PE

53,50%

Niterói – RJ

53,43%

São Luíz – MA

53,29%

Porto Alegre – RS

53,27%

São Caetano do Sul – SP

53,26%

João Pessoa – PB

53,26%

Aracaju - SE

53,22%

Fortaleza - CE

53,20%

Município

% Mulheres - 2010

Santos – SP

54,25%

Recife – PE

53,87%

São Caetano do Sul – SP

53,85%

Olinda - PE

53,76%

Noterói – RJ

53,69%

Porto Alegre – RS

53,61%

Aracaju – SE

53,53%

Águas de São Pedro - SP

53,50%

Salvador – BA

53,33%

João Pessoa - PB

53,32%

Fonte: Censo 2010: População do Brasil é de 190.732.694 pessoas. IBGE.

Esses dados registram que, assim como a população feminina aumentou a economia, consequentemente também aumentou, gerando renda e receita em cada estado do Brasil.

O fortalecimento da mulher no mercado de trabalho esta se tornando cada vez mais forte. Sua participação no mercado é bastante relevante, não só na aproximação por sexo das taxas de participação, como também no intervalo salarial entre os dois gêneros. No ano de 1981, a rendição média feminina era de aproximadamente 55,7%, enquanto que a do homem passou a ser 70,6% em 2002. (LEME E WAJNMAN, 2000), analisaram que as perspectiva de um maior rendimento entres os dois gêneros é maior no grupo de mulheres com idade mais elevada que a das mais jovens. Isso pode acontecer devido ao tempo de serviço prestado em determinada empresa ou pelo simples fato de ter uma experiência que muitos homens não têm.

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Tags: Mercado de Trabalho. Mulher Preconceito