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Este artigo apresenta uma avaliação do estado da arte da área de conhecimento de Sistemas de Informação, no Brasil, a partir da análise de 163 artigos publicados entre janeiro de 2001 e setembro de 2011, em revistas científicas de Administração. Para tanto, analisaram-se os temas abordados nos artig

Wender,
A área de Sistemas de Informação (SI) tem-se expandido e evoluído continuamente em razão das mudanças e do impacto econômico que produz nas organizações e na sociedade, e também em função da evolução da própria tecnologia de informação. Para que esta área temática se consolide efetivamente como área de conhecimento, temas específicos devem constituir o objeto de estudo, e o uso de metodologias científicas, normalmenteemprestadas de outras disciplinas, devem ter uma aplicação apropriada.

 

Os estudos já realizados no Brasil, com o propósito de mapear interligações de temas na área de SI, através de uma análise de citação (Silveira Jr. et al., 1996) e analisar estratégias de pesquisa na área, através da análise da adoção do paradigma interpretativo (Rodrigues et al., 1998), não permitem ter uma visão mais ampla e completa da disciplina.

Neste contexto, o presente estudo tem como objetivo avaliar o estado da arte da área de conhecimento de SI, no Brasil, a partir da análise de artigos publicados em revistas científicas (considerando os Anais do ENANPAD como tal) nos anos 90. Para tanto, três elementos de análise são utilizados: o mapeamento dos temas abordados nos artigos, a sistematização das estratégias e das metodologias de pesquisa utilizadas pelos autores nas pesquisas empíricas, e a avaliação da qualidade destas pesquisas, em termos de suas forças e fraquezas. A avaliação dos artigos científicos produzidos no Brasil na área de SI permitirá direcionar mais claramente as estratégias e os temas estudados em pesquisas futuras, contribuindo efetivamente para a consolidação da área de conhecimento.

O texto a seguir, na seção 2, apresenta, sucintamente, o referencial conceitual e o método utilizados na avaliação dos artigos científicos. Na seção 3 são detalhados os resultados obtidos a partir de uma amostra de 163 artigos científicos divulgados entre 1990 e 1997 em 7 publicações. Finalmente, na seção 4, discutem-se os temas abordados com maior freqüência, as metodologias de pesquisa empregadas e a qualidade dos artigos. Tecem-se também comentários sobre as implicações para a consolidação da área de SI como área de conhecimento no Brasil.REFERENCIAL E MÉTODO PARA A ANÁLISE DOS ARTIGOS EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

Nesta seção apresenta-se a definição da amostra estudada, bem como o referencial conceitual e os procedimentos utilizados para a análise dos artigos científicos.

Definição da Amostra

A amostra é composta por 163 artigos científicos publicados, entre janeiro de 1990 e setembro de 1997, nos seguintes veículos: Anais do ENANPAD (ENANPAD), essencialmente o volume Administração da Informação, Revista de Administração da USP (RA), Revista de Administração de Empresas (RAE), Revista de Administração Pública (RAP), Revista Brasileira de Administração Contemporânea (RBAC), Revista de Administração Contemporânea (RAC) e revista Organizações e Sociedade (O&S). Estas revistas e anais de congressos foram considerados os veículos mais representativos do que se produz e divulga em termos científicos em SI, como disciplina da área de Administração, no Brasil. A década de 90 foi escolhida por retratar um período já mais consolidado desta área de conhecimento. Todos os artigos da amostra estão referenciados na seção Bibliografia.

Na análise, constatou-se que 41% dos artigos são ensaios teóricos (vide Quadro 1), isto é, não contêm informações baseadas em estudos empíricos. Por isso os artigos científicos baseados em estudos empíricos são analisados de forma completa: temas abordados, estratégia e metodologia empregadas e qualidade. Para os ensaios teóricos, por sua vez, analisaram-se somente os temas tratados.Estruturação do Referencial de Mapeamento dos Temas Abordados

O mapeamento dos temas abordados nos artigos seguiu o esquema de classificação para literatura em pesquisa em SI proposto por Barki et al. (1993). O esquema é baseado em palavras-chaves, compreendendo quatro níveis de detalhamento. Neste estudo utilizou-se o primeiro e segundo níveis de classificação dos temas, os quais estão detalhados no Quadro 1. Este esquema de classificação foi escolhido pela sua abrangência e por ter sido adotado pela revista Management Information Systems Quarterly, uma das principais da área de SI. Para facilitar a classificação, optou-se pela adoção de uma única palavra-chave, a mais significativa, para cada um dos artigos. Dúvidas de sistematização foram dirimidas em duas reuniões de grupo, realizadas com o propósito de obter maior consistência nos critérios adotados por cada um dos participantes, aumentando assim a validade deste estudo. Cada artigo foi analisado por uma pessoa; porém, antes de iniciar a análise dos artigos científicos da amostra, cada um dos participantes já havia avaliado mais de 10 artigos em sala de aula em uma espécie de pré-teste.

Estruturação do Referencial para a Análise das Metodologias e Estratégias de Pesquisa

Para a análise das estratégias e metodologias de pesquisa utilizou-se o guia de avaliação de artigos de pesquisa proposto por Hoppen et al. (1997). Os elementos adotados neste estudo estão detalhados no Quadro 2 e devem permitir a análise da adequação entre a natureza do estudo (exploratória, descritiva ou explanatória) e a metodologia empregada (pesquisa survey, experimental e qualitativa; esta última envolve estudo de caso, pesquisa-ação e outros). O desenvolvimento de SI em organizações foi classificado como pesquisa-ação, pois envolve mudanças organizacionais. Como outros métodos de pesquisa classificou-se a observação participante e o desenvolvimento de SI em laboratório (testes de simulação, etc).

Referencial para a Análise da Qualidade dos Artigos Científicos

A qualidade científica de uma pesquisa e do artigo que a divulga resulta, fundamentalmente, da sua validade externa (o poder de generalizar os resultados) e da sua validade interna (se efetivamente está sendo medido o que se deseja mensurar). Características que permitem avaliar estas validades e, por conseqüência, a qualidade dos estudos são: a pertinência do assunto tratado, as teorias e conceitos de base, o rigor metodológico adotado, a coleta e análise dos dados e a profundidade dos resultados obtidos. Para a avaliação de artigos científicos, Hoppen et al. (1997) detalharam os citados elementos estratégia de pesquisa, questão de pesquisa, desenho de pesquisa, instrumentos de medida e coleta de dados, validade do construto, análise dos dados, apresentação dos resultados e estilo do artigo. No presente estudo, os conjuntos de critérios acima descritos foram sintetizados com o propósito de facilitar a análise comparativa de pesquisas, utilizando métodos distintos. Os critérios resultantes estão detalhados no Quadro 3 (pesquisa survey), Quadro 4 (pesquisa experimental) e Quadro 5(pesquisas qualitativas), apresentados na seqüência.

OS RESULTADOS OBTIDOS

Análise das Temáticas dos Artigos Científicos em Sistemas de Informação no Brasil

Analisa-se aqui, a partir dos dados apresentados no Quadro 1, a relação entre os artigos científicos baseados em pesquisas empíricas e os ensaios teóricos e, também, os temas abordados nos artigos.

Em termos da relação entre artigos empíricos e conceituais (vide Figura 1), em 90/91 mais de 60% dos artigos eram conceituais. A partir de 92/93 inverte-se esta relação, estabilizando-se em 63% e 37% entre 92 e 95. Em 96/97 a diferença se acentua, com 66% dos artigos baseados em pesquisa empírica e com 34% conceituais, o que denota certa consolidação da produção de conhecimento local.

Os três grupos de temas (nível 1 da classificação) mais presentes nos artigos (mais de 60%) são: E - Administração de SI, compreendendo essencialmente os temas avaliação, planejamento, organização e implicações gerenciais de SI; G -Uso de SI, abrangendo os temas uso organizacional e tipos de suporte de SI; e H - SI, incluindo áreas de aplicação e tipos de SI (vide Figura 2).

Os cinco temas (nível 2 da classificação) mais citados (AC - Teoria da Decisão, EI - Avaliação de SI, GA - Uso Organizacional de SI, HA - Tipos de SI e HB -Áreas de Aplicação de SI) concentram mais de 47% dos artigos. Nota-se uma predominância dos temas referentes ao desenvolvimento, uso e validação de sistemas (protótipos) nas empresas, com 34% envolvendo os itens Tipos de SI, Áreas de Aplicação e Uso de SI nas Organizações.

Considerando-se exclusivamente as pesquisas empíricas, o percentual dos grupos mais citados (E - Administração de SI, G - Uso de SI e H - Sistemas de Informação) sobe para 80%. Analisando-se somente os ensaios teóricos, nota-se o crescimento elevado dos temas A - Disciplinas de Referência e I - Educação e Pesquisa em SI (videFigura 3). Isto demonstra, nos ensaios teóricos, a preocupação de buscar em outras áreas do conhecimento informações relevantes para a área de SI.

Numa análise evolutiva dos temas entre 1990-1 e 1996-7, nota-se um crescimento dos temas do grupo H - SI (de 13 para 27% do total de artigos) e queda do grupo F - Desenvolvimento e Operação de SI (de 19 para 7%) (videFigura 1).

Metodologias e Estratégias das Pesquisas em Sistemas de Informação

A maior parte dos artigos (83%) são de natureza exploratória (vide Quadro 2). Isto parece demonstrar falta de consolidação da área, que ainda se encontra em fase de formação da base conceitual para futuras teorias, e também mostra falta de continuidade nas linhas de pesquisa das Instituições. Deve-se salientar, ainda, que grande parte das estratégias explanatórias, assim classificadas em função do modelo e do desenho de pesquisa, foram consideradas (inadequadamente) pelos autores como sendo de natureza exploratória.

Quanto às metodologias de pesquisa adotadas, verifica-se uma predominância das qualitativas (54%). Os estudos de caso representam 34% do total e as pesquisas survey 36%, sendo a metodologia experimental pouco utilizada. O uso destas metodologias é coerente com a estratégia exploratória que predomina.

Análise da Qualidade Científica dos Artigos de Pesquisa em Sistemas de Informação

A (boa) qualidade de um artigo científico é definida a partir de teorias e conceitos de base aprofundados, objetivos definidos, questões de pesquisa ou hipóteses explicitadas, modelo de pesquisa definido com clareza, indicação de operacionalização das variáveis mensuradas, a utilização de amostras aleatórias (nas pesquisassurvey e experimentais), a validação de face e dos construtos e a determinação da confiabilidade dos instrumentos de pesquisa (quando se aplica), a pertinência dos testes estatísticos, a explicitação do protocolo de análise (nas pesquisas qualitativas e experimentais), a interpretação aprofundada dos dados, a indicação dos limites do estudo e a apresentação de recomendações. A seguir analisa-se a qualidade científica dos artigos que utilizam cada um dos três tipos de metodologia.

Pesquisas Survey

A análise dos artigos que utilizam a pesquisa survey como metodologia apresenta a seguinte situação (videQuadro 3):

. somente 20% apresentam teorias e conceitos de base aprofundados e 57% explicitam as questões ou hipóteses de pesquisa;

. somente 31% possuem um modelo de pesquisa definido claramente e 46% explicitam a operacionalização das variáveis;

. somente 43% têm amostras estruturadas aleatoriamente;

. em 54% dos casos não apresentam informações sobre a validade de face, 77% sobre a confiabilidade e 86% sobre a validade do construto;

. 60% apresentam recomendações e limites do estudo.

A quase totalidade das pesquisas utilizam dados primários. Somente 17% utilizam dados secundários, sendo que a maior parte junto com dados primários. Isto parece demonstrar pouca disponibilidade ou confiabilidade na utilização de outras fontes de consulta (banco de dados, publicações legais, etc).

Com base nestes elementos, a qualidade dos artigos científicos que utilizam a pesquisa survey como metodologia pode ser caracterizada como baixa-média.

Pesquisa Experimental

A análise dos artigos que utilizam a pesquisa experimental como metodologia apresenta o seguinte panorama (videQuadro 4):

. somente 40% apresentam teorias e conceitos de base aprofundados e detalham as questões ou hipóteses de pesquisa;

. somente 30% possuem um modelo de pesquisa definido claramente, 70% têm desenho experimental adequado e controle experimental rigoroso, e 50% explicitam a operacionalização das variáveis;

. somente 30% têm amostras estruturadas aleatoriamente;

. 80% não apresenta informações referentes à validade de face, 70% sobre a confiabilidade e 90% sobre a validade do construto;

. 50% dos testes estatísticos são pertinentes;

. 90% apresentam recomendações e limites do estudo.

Com base nesses elementos, pode-se afirmar que a qualidade dos artigos científicos que utilizam a pesquisa experimental como metodologia também pode ser classificada como baixa-média.

Pesquisas Qualitativas

A análise dos artigos que utilizam as pesquisas qualitativas como metodologia apresenta o seguinte panorama (vide Quadro 5):

. 75% das pesquisas possuem posição epistemológica positivista, enquanto que25% possuem posição epistemológica interpretativa. É interessante salientar que o número de pesquisas de posição interpretativa é significativo, considerando a forte base positivista da pesquisa em SI no Brasil (Rodrigues et al.,1998);

. somente 25% apresentam teorias e conceitos de base aprofundados e 41% detalham as questões de pesquisa;

. 27% somente possuem um modelo de pesquisa definido claramente;

. menos de 12% utilizam dados secundários;

. somente 39% têm o protocolo de análise dos dados explicitado;

. 59% apresentam recomendações e limites do estudo.

Com base nestes elementos, pode-se afirmar, mais uma vez que, a qualidade dos artigos científicos que utilizam as pesquisas qualitativas como metodologia também pode ser caracterizada como baixa-média.

CONCLUSÕES E IMPLICAÇÕES PARA PESQUISAS FUTURAS

Nesta seção apresentam-se as conclusões, os limites e as implicações do estudo.

Temas Preferenciais dos Artigos

Os temas abordados com maior freqüência nos artigos científicos no Brasil, no período 1990-97, foram os relacionados à administração de SI, ao uso de SI e aos SI propriamente ditos. Estes temas configuram um mapeamento do desenvolvimento e uso dos SI no Brasil, evidenciando assim características próprias ao contexto local. Cabe salientar que a proporção de estudos conceituais (41% no período todo e 34% no período 1996-7) ainda é alta para um domínio que quer estabelecer-se como área de conhecimento. Além disso, praticamente não há estudos comparativos com realidades de outros países. Temas atuais, como impacto econômico e social dos SI nas organizações e na sociedade, ainda são tratados de modo incipiente. Por outro lado, os 14% de artigos que abordam temas de referência mostram que a disciplina tem fortes conexões com outras áreas do conhecimento, e os 6% de artigos que tratam da pesquisa em SI atestam a preocupação de consolidar a área.

Metodologias, Estratégias de Pesquisa e Qualidade dos Artigos

Com base nos artigos analisados, sentiu-se a carência de uma melhor descrição das metodologias de pesquisa. Mesmo em pesquisas de caráter exploratório a sua explicitação é importante, por permitir a divulgação do modo de obtenção do conhecimento. Este detalhamento metodológico é muito útil na replicação das pesquisas, porque permite aprofundar mais os temas. Constatou-se, também, a existência de problemas na definição das metodologias de pesquisa, principalmente nas pesquisas qualitativas. Um exemplo disto é que muitas vezes os autores denominam de estudo de caso o estudo em que o pesquisador intervém nas organizações (mais adequadamente conceituado como pesquisa-ação).

Também se constata má interpretação do que são as estratégias de pesquisa, especialmente as do tipo explanatório. Nestas, foram detalhados conceitos de base, hipóteses e desenho de pesquisa que contempla teste de hipóteses. Apesar disso os autores as denominaram exploratórias em seus artigos, evidenciando um equívoco quanto à compreensão do que seja este tipo de estratégia.

De modo geral, identificou-se uma qualidade científica média-baixa nos artigos baseados em pesquisa empírica, como conseqüência do pouco rigor no que se refere ao desenho de pesquisa e à validade dos instrumentos (em todos os tipos de pesquisa). Isto demonstra certa falta de cuidado com relação ao rigor científico no desenvolvimento das pesquisas ou falta de informações importantes na apresentação dos resultados nos artigos.

Como aspecto favorável, constatou-se que a maior parte dos artigos, em todos os tipos de pesquisa, apresentam os objetivos dos estudos desenvolvidos.

Limites do Estudo

A amostra restringiu-se a artigos científicos publicados em veículos da área de Administração. Como já mencionado, dos Anais do ENANPAD analisaram-se somente artigos do volume Administração da Informação, com três exceções. A amostra também não contém outros veículos de domínios conexos da Administração, como os Anais do ENEGEP ou revistas científicas da área de Sociologia, Economia, Engenharia e Informática. Mesmo assim, atingiu-se o expressivo número de 163 artigos analisados.

Outro aspecto que importa mencionar é a utilização de um só tema (palavra-chave) na classificação dos artigos. Ficou evidenciado que, muitas vezes, o uso de 2 ou 3 palavras-chaves tornaria esta classificação mais clara, o que, por outro lado, inviabilizaria a análise dos temas preferenciais da maneira como foi efetuada neste estudo.

Finalmente, cabe mencionar que, para reduzir a subjetividade da análise dos pesquisadores (até certo ponto natural neste tipo de estudo), foi feito um treinamento em termos de uso da metodologia de análise durante a disciplina Métodos de Pesquisa em SI (mediante a análise de aproximadamente 10 artigos por parte de cada um dos participantes) e foram realizadas duas reuniões de harmonização da classificação e análise.

Contribuições e Implicações para Pesquisas Futuras em Sistemas de Informação

A principal contribuição deste artigo consistiu em apresentar um panorama relativamente completo dos artigos científicos, empíricos e teóricos, no Brasil, que pode ser útil para as instituições de pesquisa e para os comitês editoriais das principais revistas científicas. Para as primeiras, permite reorientar as estratégias das pesquisas (linhas de pesquisa mais bem definidas, pesquisas cumulativas, redução das pesquisas de caráter exploratório). A diminuição da aceitação de ensaios teóricos nas revistas também deve contribuir para acelerar a consolidação da área de SI como área de conhecimento autônomo.

Como pesquisas futuras a serem realizadas a partir deste estudo, poder-se-iam estabelecer comparações com estudos realizados em outros países, permitindo cotejar os temas, as tendências e a qualidade dos artigos, o que ajudaria a situar a área de SI no Brasil em relação a outros países, como, por exemplo, os Estados Unidos.

NOTAS

1 Este artigo contém os resultados de um estudo coletivo efetuado na disciplina Métodos de Pesquisa em Sistemas de Informação no PPGA-UFRGS, turma 97. Participaram da elaboração do mesmo os alunos: Amarolinda Costa Zanela, André Moraes Santos, Clarissa Tarragô Candotti, Jorge Luiz Nicolas Audy, Maira Petrini, Marcelo Gattermann Perin, Marlei Salete Mecca e Roberto Scheid. A colaboração das bolsistas Fabiana Böhm Gramkow, Adriana Bastiani Guggiana e Cleonice Cardoso dos Santos e o apoio do CNPq foram decisivos para a sua concretização.

2 Neste quadro somente estão apresentados os temas identificados nos artigos analisados. A classificação completa encontra-se em Barki et al. (2011).

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Tags: sistema de informação; pesquisa; avaliação.