A saga do empreendedorismo

Empreendedores são pessoas comuns que aprenderam a esculpir o extraordinário.

Será que a sua empresa está vendendo tanto quanto poderia vender? Será que a sua empresa está usando os recursos que tem a disposição da forma certa? Será que a sua empresa tem ideia da dimensão dos recursos que tem a disposição? Será que as estratégias usadas pela sua empresa podem levar a sua empresa a alcançar os números que tanto almeja? Será que a sua empresa está se comunicando com o cliente da forma certa? Será que a sua empresa está lucrando tanto quanto poderia lucrar?

Bem provavelmente, você já se questionou muito sobre o porquê da sua empresa ficar patinando num mesmo lugar enquanto outras alcançam mercados de lucros gigantes. Independente do tamanho da sua empresa, ela almeja lucro, vive de lucro e morre sem lucro.

Quando um empreendedor começa a deslanchar o seu sonho, não imagina o tanto de intempéries que terá de vencer, mas se fez as perguntas certas antes de dar o pontapé inicial, passará essa fase com menos dor, sofrimento e perdas. Veja bem: com menos dor, sofrimento e perdas, e não sem dor, sofrimento e perdas. Está no sangue do empreendedor o desafio de prosperar com algo novo, de apostar as fichas na sua ideia e de sentir aquela adrenalina intrínseca a trilhar novos caminhos.

Tenho ajudado milhares de empresários, empreendedores e candidatos a empreendedores, na última década, e, duas coisas eu percebi em comum entre as pessoas que colocavam seu negócio no topo: elas planejam com excelência e tem um método para tudo o que fazem.

Incrível né? Não se trata apenas de empreender, pegar uma ideia que está vagando pela cabeça, ou algo que você assistiu na televisão, ou ainda algo que você leu em uma revista e tocar para ver no que dá. É por isso que vemos aqueles números altíssimos: 35% das empresas fecham antes dos 2 anos, e, 60% das empresas fecham antes dos 5 anos. Esse é o empreendedorismo cego, é uma desgraça, não dá certo.

O verdadeiro empreendedorismo carrega genialidade e simplicidade, e quem disse que as duas não se fundem? Se alguém disso, está errado!

Como a matemática é uma ciência, o empreendedorismo também é uma ciência, só que dele, 50% é arte.

Não existe nada mais incrível do que analisar, com profundidade, a história de pessoas que cresceram na vida, que deixaram uma existência de escassez para uma vida de prosperidade. Essas pessoas contribuem para o mundo com as suas ideais, invenções e inovações, com seu talento, com sua aptidão para transformar seus desejos em realidade, tudo porque não ficam se policiando ou se sabotando a cada segundo.

Quantas vezes escutei, conversando com amigos meus: “Thiago, hoje sou muito rico, mas nem sempre foi assim. Comecei um empresa, passei dificuldades, quebrei, todo mundo sempre me apontou o dedo na cara e me disse que eu estava errado, que nunca iria dar certo, que eu vivia em um conto de fadas, que estava na hora de trabalhar. Thiago, pessoas próximas a mim, simplesmente me deixaram na mão, falavam coisas duras, mas o pior era não acreditarem em mim. Hoje? Quando não estão me pedindo, estão dizendo que não tinham dúvida de que um dia daria certo”.

Portanto, se você tem alguma parte de você que quer voar, é melhor que você deixe: é muito melhor errar por entrar em ação do que errar por ficar parado. Se você passar a sua vida sem ao menos tentar viver tudo aquilo que poderia dar uma nova vida para você, para a sua família, para as pessoas que verdadeiramente gostam de você e se importam com você, a felicidade não o procurará.

Amor e Sabedoria.

Thiago Tombini

 

 

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