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Como quebrar uma empresa em 5 passos

Ações simples que podem levar uma empresa à falência

1. Ignorar parcialmente ou totalmente as pessoas

Certamente, a maneira mais segura de medir a força de uma organização é através das pessoas comprometidas com os processos que a movimentam e a posicionam no mercado. Paixão, determinação, dedicação, envolvimento e empolgação são ingredientes fundamentais que determinam o estágio que a empresa está, estava e onde irá chegar. Para quebrar uma empresa, ignorar a importância de se manter pessoas em alto nível de satisfação e motivação é um passo importantíssimo.

Ações simples, como: retirada de benefícios, salários atrasados, punições, anular as promoções e, principalmente, usar de critérios pessoais ou sem padrões para fazê-lo.

Esse primeiro passo já lhe garante 40% de eficácia no processo de falência.

2. Negligenciar os processos.

Toda empresa é regida por um grupos de processo, ex: designer ou desenvolvimento, estruturação, custos, construção, qualidade, logístico, comercial etc. Por sua fundamental importância, fatalmente negligenciar alguns ou todos podemos levar uma corporação à extinção.

Onde negligenciar os processos podem nos levar a falência?

Processos sempre agem em conjunto, ou seja, um processo necessita ou depende de outro. Por isso, um processo ineficaz já é suficiente para desencadear o apodrecimento gradativo dos demais. O que ocorre a seguir é uma avalanche de erros, e, de erro em erro, fechamos as portas com certeza.

3. Ter o foco no cliente
Vale a pena destacar que há uma incalculável distância que separa foco no cliente de foco do cliente, visto que, sendo nossa intenção, quebrar o item 3 credita uma vantagem aguda nessa direção.

Uma empresa focada no cliente também tende a focar em preço, concessão de descontos desnecessários e sem conexão com os custos ou e valores, como também um aumento desenfreado do portfólio de produtos.

Sem controle, sem parâmetros, uma empresa à deriva, em um mar de tubarões e rochedos imersos ou submersos. O naufrágio é uma questão de tempo.

4. Ser um diretor ou Gerente "o cara"

Quem resolve tudo, quem sabe de tudo, quem faz tudo, quem prende e manda soltar?  Se esse cara sou eu, já decretei a morte de minha empresa.

Não se trata de ter os conhecimentos e habilidades primordiais, para se conduzir um empreendimento,mais se uma empresa sustentada somente pela visão do cabeça, entrará em colapso cedo ou tarde. A globalização trouxe a acessibilidade ilimitada, a recursos, produtos e isso cria uma conexão nada duradoura entre clientes e fornecedores. O que isso provoca no universo coorporativo é uma pluralidade ascendente e continua dentro das empresas. O que quero dizer é que estamos na era da total extinção do eu e na afirmação do nós. Fim do corporativismo e fortalecimento do cooperativismo. Ser o cara, é assinar uma sentença de morte de qualquer Empresa.

5. Meus Produtos ou Serviços

Perceberam que a palavra "Meus" esta em uma fonte diferente?A razão é que, esse é um motivo de sobra ,para que uma empresa caminhe para a falência.Quando o que você vende é "seu".

Explicando melhor: quando abrimos uma empresa, o que nos motiva é criar solução para o maior numero de pessoas possível correto? Centenas de milhares de consumidores com problemas que minha empresa esta apta a solucionar. Por isso meus designers, Gerentes, colaboradores, diretoria, precisam falar juntamente com os Produtos, a mesma linguagem ou seja representar uma solução de fato.

O produto ou serviço que eu forneço satisfaz apenas minha necessidade ou esta em harmonia apenas com minha percepção de valor? Estou na prancha de olhos vendados indo passo a passo para o esquecimento.Os valores percebíveis e o padrão da promessa de entrega satisfazem apenas as Minhas necessidades ,somente resolve os Meus problemas. Estou fora do mercado.

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