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Qual o grande motivo dos novos negócios morrerem?

Você sabe porque a maioria dos negócios morrem?

Essa é uma pergunta da qual a resposta também serve para a seguinte questão: Como começar uma Startup?

Por incrível que pareça, talvez em muitas coisas de sua vida, você já escutou que a forma como começa é determinante para chegar a algum lugar, aqui também é verdade.

Ok! Estamos falando do mundo mais dinâmico, cheio de inovação e desafios do padrão já existente e nesse ponto, os negócios seguem a sabedoria popular – que o começo é fundamental para poder existir um fim – Sim, é!

Quando a pergunta surge no meio disso, – Quais são os primeiros passos para começar uma Startup? – a primeira coisa que sempre falo é:
“Descubra um problema que valha a pena ser resolvido.” – Bruno Perin

Com essa fala, o que quero dizer é que você precisa saber que não é apenas uma crença e/ou experiência do Bruno. Trata-se de diversos outros grandes ingredientes importantes que pertencem ao processo de começo, justamente porque essa é a maior razão do fim dos novos negócios.

GRANDES PROBLEMAS, GRANDES OPORTUNIDADES.

#O QUE ELAS RESOLVEM?
Quando a resposta a essa pergunta é algo não tão forte, um problema não tão dolorido, algo não tão relevante, a chance de falhar se torna gigante, isso para não dizer quase que é inevitável.

A maior taxa de mortalidade dos negócios é o que chamamos de Market fit – de uma forma mais simples de explicar é o encaixe da sua solução ao que o mercado precisa.
Segundo as pessoas que amam o assunto, pesquisam o assunto, entendem do assunto, vivem do assunto e várias entidades sérias, também atribuem que a maior parte dos novos negócios morre, porque não resolvem algo que de fato precisava ser resolvido, ou simplesmente quaisquer outras soluções se encaixam melhor.

SE AINDA EXISTE UM GRANDE PROBLEMA, EXISTEM MAIS FORMAS DE PENSAR UM NOVO NEGÓCIO.

A MAIOR PARTE DO TEMPO NO INÍCIO DO NOVO NEGÓCIO...
...está em volta do produto, de modo geral. Os empreendedores ficam horas a fio, na loucura do grande produto, aquele formidável que vai ser incrível, bem comentado, que todos vão divulgar e subir as alturas. Mas, segundo muitos mentores e aceleradoras, o fracasso raramente está nesse desenvolvimento, que o produto não era bom – o produto até pode não ser maravilhoso, mas a questão é que mesmo que ele tivesse sido bom, ainda não resolveria adequadamente algo que tem outra solução sendo mais relevante. É, infinitamente, mais mortal.

De que adianta você criar algo que têm muitas outras coisas resolvendo melhor o problema?

#CONTRA AS ESTATÍSTICAS

Você já pensou, por que essas benditas estáticas existem? Porque existe um padrão, existe uma maioria, um comportamento que é tomado e seguido pela maior parte das pessoas. O que geralmente acontece? As pessoas e empresas acreditam que não estão no padrão, mesmo que ele faça parte de um quadro pintado da maioria. É apenas uma miragem coletiva.

É importante saber o padrão para poder entender onde vale a pena ser diferente e onde não ser! Se hoje os números mostram que a maior parte das Startups morrem por não criarem um produto que se encaixe ao mercado, a coisa mais inteligente a se fazer não seria justamente estar atento a isso?

Muita gente se preocupa com o sucesso e seguir as dicas de quem chegou lá. É excelente fazer o benchmark e replicar boas ideias, mas tão importante quanto isso é saber onde a maioria está caindo, pois aé tem um padrão acontecendo que a propensão é também você cometer. Tem um livro digital maneiro – Os 15 maiores erros de novos empreendedores – que mostra um pouco de outros erros.

#NÃO PERCA DE VISTA

Essa é a questão, jamais deixe de estar verificando isso, ainda mais quando você está criando um novo negócio que deve surgir para resolver algo importante, do contrário vá encontrar outra coisa.

Por mais incrível que seja a vida toda pensamos que seria bom fugir de problemas e que eles são ruins. No empreendedorismo os piores problemas são os mais procurados afinal são os que mais precisam de alguém criando soluções a respeito.

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Tags: empreendedor empreendedorismo startup