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As organizações estão abertas para a inteligência emocional?

Afinal, o que é inteligência emocional? Competência que contribui significativamente a construção de um ambiente de colaboração e trabalho em equipe.

No decorrer de transições na era tecnológica, onde o mercado encontra-se cada vez mais acirrado, e na corrida por melhorias e competitividade no mercado, as organizações buscam por aceleramento de seu crescimento patrimonial e indicadores crescentes que estipulam seu objetivo mais especifico: lucro.

Mas para seu real crescimento econômico, muitas empresas negligenciam um “item” essencial que leva a mesma para a expansão de seus objetivos lucrativos, o famoso capital humano, as pessoas que conduzem o cotidiano, aqueles que adentram ao principal objetivo de uma organização, o lucro, o crescimento exponencial do balanço patrimonial.


Muitas são as organizações que estimulam a visão para inteligência emocional de seus colaboradores, tentando transcender a realidade do colaborador feliz x planos motivacionais, planos esses, que na maioria das vezes não saem do papel. E como definiu Daniel Goleman “pai da inteligência emocional” emoção é a maior responsável pelo sucesso ou insucesso dos indivíduos. Como exemplo, o especialista aponta que a maioria das situações de trabalho e da vida são envolvidas por relacionamentos entre as pessoas. Isso significa que pessoas com qualidades de relacionamento humano — como afabilidade, compreensão e gentileza — têm mais chances de alcançar o sucesso. Sendo assim, como a motivação pode afetar o desenvolvimento do colaborador? As organizações estão abertas para tal incentivo?


Sabe-se que 80% das empresas brasileiras sejam elas pequenas, médio e grande porte tem em vista que para a retenção de talentos o essencial é manter os benefícios de praxe (incentivos a parte acadêmica, planos de saúde, participação dos lucros) em suma, onde encaixaria o bem estar ? ou até mesmo, a qualidade no clima organizacional? A ideia de praticar a inteligência emocional dentro das organizações traz divergências em relação a cultura organizacional, pois ainda existem empresas "racionais" que promovem o distanciamento emocional.

O mercado atual exige cada vez mais pessoas com capacidade visível e até sensorial de identificar os próprios sentimentos e os dos outros, de nos motivarmos e de gerir bem as emoções dentro de nós e nos nossos relacionamentos. É relevante destacar que para alcançar um alto QI de grupo é preciso haver uma harmonia entre os membros, essa harmonia tornará o grupo mais talentoso, produtivo e bem sucedido. A capacidade dos participantes de criar um clima de harmonia interna faz com que o talento de cada um seja aproveitado.

Portanto, o valor de destacar a importância das emoções no âmbito organizacional é incluir um clima interno saudável, onde seja possível acessar emoções positivas, motivacionais, que evite rompantes de raivas entre líderes e liderados. Estimulando respeito, autocontrole, produtividade, engajamento entre todos que fazem parte dos objetivos comuns da organização. Que tal potencializarmos indicadores de respeito, criatividade e motivação dentro das organizações?

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