Expectativas para o marketing em 2018

Quais as expectativas de marketing em 2018? Veja o relatório da E-marketer e algumas conclusões sobre o futuro de nossas ações.

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Esse ano foi mais uma chance para o marketing se reinventar, como são todos os dias. Entre marketing digital, gamification, storytelling, digital influencers, redes sociais pegando fogo e tantas outras estratégias tão difundidas, foi possível ver e testar muita coisa.

Grandes empresas cometeram erros amadores, pequenas empresas se destacaram com práticas simples, mas efetivas. Percebemos o quanto é importante dar mais atenção ao cliente, ao usuário, suas vivências, expectativas e desejos.

Em dados retirados do Relatório da Emarketer, vemos que desde 2017, a verba destinada para o digital ultrapassou a verba destinada para TV. Em 2018, espera-se que a empresa média aloque 40.8% do seu orçamento de marketing para online, e esta taxa deverá crescer para 44.9% até 2020.

No lado digital, Mídia Social é prioridade de Marketing, em 2018, para 83% das empresas, sendo a 2ª grande preocupação das empresas. O Marketing Analytics, outra estratégia que está sob o guarda-chuva de Marketing Digital, é importante para 72% das empresas pesquisadas. A previsão é que os investimentos com Marketing Analytics cresçam 229%, passando de 5.5% do investimento total de marketing, como é hoje, para 18.1% nos próximos 3 anos.

Outro dado importante, retirado do Relatório da Emarketer, mostra a quantidade de usuários nas redes sociais, o que auxilia na hora de escolher em quais canais de mídias sociais investir: estima-se que o Facebook permaneça na liderança, com 89,2% dos usuários de redes sociais que utilizam a plataforma, e o Instagram deve crescer de 39,9% para 46,6% até 2020. É sempre importante lembrar que, mesmo assim, os canais sociais escolhidos devem estar de acordo com o objetivo da marca e público-alvo.

E o que tudo isso significa para 2018?

Dentro do turbilhão do fenômeno digital, as tecnologias de marketing vão se aperfeiçoando cada vez mais e se tornando essenciais para um trabalho competitivo. Entre elas, a automação e os chatbots devem continuar como os mais procurados no próximo ano.

Além disso, o e-commerce já se concretizou como canal de venda e ganha confiança à cada ano que passa. Para ser visto, entretanto, é preciso estar presente e no topo das ferramentas de busca, com estudos de estratégias de conversão, marketing de conteúdo e muito, mas muito teste. E de nada adianta começar a fazer tudo isso sem nenhum planejamento: é preciso aliar cada ação a um pensamento analítico.

Os conteúdos vão provavelmente se tornar cada vez mais relevantes e robustos, em diferentes mídias e formatos (e-books, webinars, podcasts, eventos). E esse é só um dos meios de tornar as experiências mais centradas no usuário, buscando fidelização a partir de propostas de valor e da segmentação de públicos para cada campanha.

No meio de tudo isso, só cresce o número de ferramentas e softwares que auxiliam nos serviços, mas aí tenho uma coisa pra te dizer: ao invés de recomendar ferramentas específicas para usar, simplesmente comece a pensar analiticamente sobre o seu marketing.

Até que ponto você está medindo seus resultados? Comece a desenvolver uma cultura de curiosidade, queira entender verdadeiramente por que diferentes táticas de marketing funcionam ou não funcionam. Teste diferentes abordagens e não hesite em abandonar as formas e ferramentas pobres de abordagem e análises. Pronto, você está no caminho.

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