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Marketing 3.0 e suas forças propulsoras

Aborda as mudanças do Marketing frente às inovações tecnológicas e compartilhamento de informações em mídias sociais e as forças propulsoras do Marketing 3.0.

      A sociedade vem passando por mudanças decorrentes principalmente de inovações tecnológicas, aumento exponencial ao acesso à meios de comunicação e compartilhamento de informações em mídias sociais que exige uma reinvenção do Marketing tradicional voltado para o cliente.

     Considerado como conjunto de instituições e processos capazes de criar, oferecer, comunicar e trocar ofertas que tenham valor para clientes, consumidores, parceiros e sociedade como o todo, o Marketing 3.0 está voltado para valores funcionais, emocionais e espirituais com objetivo de atender preocupações e anseios da população global. 

     Sobre essa nova abordagem, existem 3 forças que impulsionam o Marketing 3.0, sendo elas: participação e colaboração; paradoxo da globalização e sociedade criativa.

    A primeira força é resultado da redução do custo da internet, maior acesso da população a computadores, tablets e smartphones e aplicativo open souce (código aberto o qual possibilita alteração do código fonte para diferentes fins) que permite às pessoas comunicar e colaborar.

     Utilizando-se disso, as empresas têm acesso à rede de empreendedores e fornecedores para obter ideias de produtos originais e inovadores, fazendo com que os profissionais do marketing deixam de pesquisar e desenvolver e passam a conectar e desenvolver.

     A segunda força propulsora do Marketing 3.0 é o paradoxo da globalização, sob o qual tem-se tecnologia da informação e tecnologia dos transportes que conectam todo mundo, ao mesmo tempo em que prejudica tantas nações quanto ajuda, uma vez que as nações desenvolvidas se saem melhor que as mais pobres e provoca nacionalismo e protecionismo.   

     A terceira e última força, é a era da sociedade criativa e do marketing do espírito humano na qual as pessoas utilizam-se mais intensamente o lado direito do cérebro e tendem a trabalhar em setores criativos, como arte, ciências e serviços profissionais, do que propriamente nas áreas em que é necessária capacidade racional e lógica.

     Diante desse contexto os consumidores não buscam apenas produtos e serviços que satisfaçam suas necessidades, mas também experiências que toquem seu lado espiritual.

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