Mídias digitais oferecem anúncios mais inteligentes

Saber ao certo se as campanhas de marketing estão impactando o público correto e se isso está trazendo resultados para a marca ou empresa é um grande desafio para profissionais de comunicação e anunciantes. Com a mídia off-line, em partes, isso pode se tornar possível. Mas, os mecanismos são complexos e caros, o que muitas vezes se tornam inviáveis e desestimulantes

Saber ao certo se as campanhas de marketing estão impactando o público correto e se isso está trazendo resultados para a marca ou empresa é um grande desafio para profissionais de comunicação e anunciantes. Com a mídia off-line, em partes, isso pode se tornar possível. Mas, os mecanismos são complexos e caros, o que muitas vezes se tornam inviáveis e desestimulantes.

Agora, imagine esse cenário: você lança uma campanha em outdoors, entretanto, apenas as pessoas que apresentam o mesmo perfil demográfico e psicográfico de seus clientes dos últimos seis meses serão impactadas por essa propaganda. E o melhor, você pagará apenas pelas pessoas atingidas e não por toda a massa. Se pensarmos nos anúncios impressos, comerciais televisivos e outdoors, isso ainda é utopia, mas para a mídia digital já é realidade. Assim, as mensagens podem ser mais personalizadas e, claro, tudo mensurado diariamente. Confira algumas possibilidades de segmentação:

·         Por listas de e-mails: Facebook e Twitter conseguem propagar os anúncios apenas para as pessoas com os endereços eletrônicos pré-determinados e que possuem perfil em suas redes. Essa seleção pode ser feita a partir de diferentes objetivos, como os clientes que mais compraram um determinado produto e/ou serviço; os que consomem apenas nos períodos de liquidação; leads que mais converteram em uma base de inbound marketing (marketing de atração), entre outras estratégias;

·         Por públicos semelhantes: por meio de uma lista de e-mails de clientes ou pixels de conversão em uma página do site da empresa, o Facebook identifica consumidores com perfil semelhante ao desses atuais compradores, ou seja, os anúncios serão veiculados para um novo público, mas que sejam da mesma região ou que tenham interesses, hobbies, comportamentos e hábitos semelhantes. Isso é conhecido como “Lookalike”;

·         Por audiência televisiva: o Twitter traz uma possibilidade muito interessante para os anunciantes desse tipo de mídia. É possível propagar os anúncios para os telespectadores de um determinado programa e/ou emissora, fortalecendo a experiência entre TV e outros dispositivos, o que possibilita estratégias mais precisas de crossmedia ou transmídia. Assim, enquanto assistem ao comercial as pessoas poderão ser impactadas no Twitter por uma propaganda que convida a acessar um site ou estimula o download de um aplicativo, por exemplo;

·         Por visitantes ao site: também conhecida como remarketing, essa estratégia de segmentação possibilita a propagação de anúncios apenas para aqueles que acessaram o site da empresa. Assim, ao navegar pela página de um produto, por exemplo, uma pessoa poderá ser impactada pela propaganda dele em outra mídia social. Google Adwords e Facebook Ads possibilitam esse tipo de segmentação.

A mídia off-line ainda traz resultados expressivos para determinadas marcas, entretanto, a digital tem evoluído rapidamente em formatos, segmentações e formas de veiculação cada vez mais inteligentes. Assim, estar antenado com essas novidades possibilita gerar conexões verdadeiras entre pessoas e marcas por meio de experiências personalizadas, alcançando também resultados ainda mais eficientes.

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Tags: anúncios mais inteligentes Mário Almeida Mídias digitais S4W Marketing Digital

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