
Você só vai realmente evoluir quando souber admitir seus erros e culpas , a mãe de um amigo meu costumava dizer que a única coisa que não têm conserto é a morte , então se você estiver consciente de seus erros você poderá aprender com eles , sem isso você continuará a culpar o mundo , o clima , as outras pessoas por seu fracasso e com isso continuará a falhar, pois a verdadeira origem dos erros não foi descoberta.
Quando você assume seus erros e admite sua culpa , você passa a aprender com eles e se você souber se perdoar , você deixará de carregar estas pesadas bagagens mentais que culpa e nós costumamos acumular que só nos trazem sofrimento e dificultam nosso próprio desenvolvimento, pois começamos a gastar mais energia tentando justificar e corrigir nossos erros do que em olhar para as novas oportunidades que surgem á nossa frente.
Não estou fazendo alusão á se negligenciar os erros , mas em se saber lidar com eles , e fazê-los com que sejam um grande aprendizado a seu favor , pois uma das poucas coisas no mundo que ninguém definitivamente pode tirar de você são suas experiências , então saiba lidar com elas e faça disso um diferencial competitivo em sua vida.
“Experiência não é o que aconteceu com você. Mas o que você fez com o que lhe aconteceu.” Aldous Huxle
REJEITANDO O PERDÃO
Frederico II., da Prússia, além de extraordinário estadista, conseguiu também ser muito amado pelo seu povo, em virtude da sua singular popularidade. Certo dia, trajando-se como qualquer cidadão comum, encaminhou-se para uma prisão militar a fim de visitar os encarcerados, e fez absoluta questão de falar com cada detento em particular e a cada um dirigiu a mesma pergunta, demonstrando também o mesmo interesse em ouvir:
- Qual é o motivo que o trouxe para cá e qual é a sua sentença? - indagava.
Escutou pacientemente a resposta de cada um e acabou desanimado com o que ouviu. Quase toda a população carcerária apresentou, de uma ou de outra forma, a sua inocência - vítima de falsos amigos, engano das testemunhas, erro judiciário e assim por diante. Terminado o período de visitas, enquanto se retirava, ele viu, debruçado na grade, um homem triste e visivelmente arrasado. Para ser justo, dirigiu-lhe também a mesma pergunta, que vinha fazendo a todos os demais, ao que o homem respondeu:
- Desde bem criança fui rebelde e indisciplinado. Com isso fiz sofrer demais os meus velhos pais. Tornei-me homem, porém, nunca enfrentei o trabalho dignamente. Assim, para sobreviver eu comecei a roubar e, então, de erro em erro não me permiti amadurecer nem raciocinar e me firmar em um caminho seguro; até que, preso por furto e vadiagem, vim parar na prisão.
Consciente dos seus erros premeditados e cultivados, aquele homem assumiu a sua culpa, concluindo a conversa com esta confissão:
- Minha vida está arruinada por minha própria culpa e agora eu sofro com justiça a punição dos erros cometidos. Olhe, moço, eu bem quisera ter a oportunidade de poder começar minha vida de novo, e então, tudo haveria de ser diferente, porque a começaria pela dignidade e pelo respeito próprio. Mas, nem sei se tenho o direito de sonhar com isso...
Naquela mesma hora, Frederico II. ordenou a sua libertação, dizendo:
- Ainda poderemos esperar alguma mudança. Os outros têm que ficar!
Suce$$o - Nós acreditamos em você