Crise: quando o Uber trai a si mesmo!

A crise do Uber não é do modelo, mas da própria empresa

O Uber está em crise.

E não vamos misturar as coisas.

O modelo Uber está de vento em popa, pois na aba dele tem vindo conjunto grande de empresas que se baseiam em reputação horizontal para avaliar pessoas.

A crise do Uber não é do modelo, mas da própria empresa Uber.

E a crise do Uberé interessante, pois o Ubertem deixadode defenderoconceitoque otornou famoso: quem nãoé bem avaliadosaida plataforma.

É por não estar cumprindo essa meta que o Uber tem perdido espaço no Brasil para concorrentes, como o Cabify.

Motivo? Perda de qualidade e, por sua vez, de confiança do consumidor.

É preciso inventar forma de se manter competitivo, com mais e mais motoristas, porém sem perder o conceito fundamental.

Talvez, seja essa a arte de organizações 3.0 e profissionais autônomos 3.0: o equilíbrio entre conceito e lucro.

Há que haver afinação entre os dois, pois não se pode deixar de ter lucro, mas o lucro tem que preservar o conceito.

O mundo digital, muito mais transparente, inovador e competitivo é cruel quando há essa falta de sincronia.

Digamos que o Uber sem o conceito Uber é apenas cooperativa de táxi com aplicativo, nada mais.

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