SHOPPINGS: - Administrando o Sucesso

11 de maio de 2008 ās 09:03
Fazendo Shopping
     Nós, que somos do Varejo, e Lojistas de Shopping, acompanhamos de perto toda esta atividade profissional de administração de shoppings.
Comprar e vender em shoppings é muito mais do que uma tendência moderna, já é uma caracteristica de comportamento social do tempo em que vivemos. A atividade, que desde meados do século passado vem se impondo pela conveniência e praticidade, no século XXI é muito mais do que uma opção de compras.
     "Fazer shopping" hoje significa circular menos pelo complicado trânsito das grandes cidades, reduzindo também a exposição ao ambiente urbano. Em suma, comprar em shopping não é apenas um prazer, a variedade de opções mas, também, encontrar estacionamento farto, ainda que pago, e circular com segurança pelas lojas, sem os riscos das ruas modernas.
     O Brasil, que já um dos países mais desenvolvidos na área de shoppings, ainda tem uma enorme estrada para percorrer. 



     No Blog do Varejo, no post A Industria de Shoppings, de 08 de março passado, consta que 'os shoppings continuam crescendo num rítmo alucinante, no Brasil. Só neste 2007 o setor comemora um crescimento espetacular de 16%, atingindo um faturamento de R$ 58 BI'... O crecimento físico também alavancou o resultado, com 10 novos shoppings inaugurados em 2007, acrescentando 250 mil m2 de ABL-área bruta locável. Foram criadas 105 mil novos empregos - um récorde - com o setor totalizando 629.700 postos de trabalho.
Para 2008, já estão previstos a criação de mais 16 shopping centers, que vão totalizar 367 centros de compras, com mais de 8 milhões de m² de ABL, que devem receber cerca de 300 milhões de visitas por mês. Para 2009, já foram anunciados outros 14 empreendimentos e a movimentação deve continuar.

Shoppings contratam :
- Dez centros de consumo abertos em 2007, outros 31 previstos até 2009 e quase 3 000 vagas para executivos. 
     Boa notícia. O mercado de shopping centers gerou 93 000 empregos temporários em dezembro do ano passado — 10% mais do que no mesmo período de 2006. E 105 000 vagas foram criadas por causa da abertura de dez centros de compra. Entre essas, 2 000 cargos para executivos. E mais 900 oportunidades serão criadas para atender a 31 empreendimentos previstos até 2009, segundo a Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce).
     A procura por executivos se explica também pela profissionalização das empresas donas dos empreendimentos no país. As antigas famílias que dominavam a administração começaram a dar espaço para gente do mercado, principalmente nos setores de finanças, marketing e administração. “Os gestores recém-chegados têm uma visão estratégica do mercado”, diz o carioca Evandro Ferrer, de 43 anos, diretor superintendente do Grupo Ancar, que administra 11 shoppings no Brasil.
     Os novos executivos de shopping falam uma ou duas línguas estrangeiras, têm especializações no currículo e vêm de outras áreas. “Falta profissional com as qualificações que procuramos”, afirma Luiz Fernando Veiga, diretor executivo da Abrasce. “O grau de exigência é alto.” Mais ainda para o cargo de superintendente. As vagas podem ter salários de até 35 000 reais e, muitas vezes, participação nos resultados do shopping. - veja mais no texto de ROSELI LOTURCO, em VocêSA 

Eduardo Buys
Blog do Varejo
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