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Resenha do filme - Matrix.

Josué Silvio,
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIAIS APLICADAS DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS ADMINISTRATIVAS CURSO GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO FILOSOFIA - ADM THE MATRIX Profº Mauro L. Alexandre Equipe : Eduardo Alexandre Santos de Menezes Francisco Chavier Izabel Maria Soares da Rocha Jacira bezerra de Lira Josué Silvio Fortunato Priscila Dárc Natal 2007 Os irmãos Wachowski são os diretores do filme “Matrix”. Gostamos do filme. Do que gostamos no filme? Da idéia apocalíptica de um mudo sendo dominado por máquinas, onde os seres humanos hibernam em um caldo, conectados a um programa de computador; da idéia de que a tecnologia não apenas resolve os problemas da humanidade, como pode piorá-la de um modo bastante significativo; as lutas de cenas que se tornam cômicas, como se fossem paródias diferentes, que não se apresentam como tais . O filme têm muito a ver com filosofia. As discussões sobre o destino e as citações de obras literárias são “legais”, mas nada que se possa levar muito a sério. Além de tudo isso, fazer críticas a tecnologia é muito fácil, difícil mesmo é fazer uma análise do que está por traz dela: o pensamento cientificista, tecnicista, reducionista, relativista e etc. etc. Trata-se de um filme de ficção, muito interessante, criativo, feito por seres humanos que foram capazes de perceber uma série de problemas e armadilhas que o mundo nos apresenta, como a filosofia também nos apresenta inúmeras possibilidades de pensar, em muitas das vezes nos levando também a uma situação de ficção. A filosofia em alguns casos nos torna escravos de nós mesmos, como no filme onde os problemas e as armadilhas pode transformarmos em escravos de nós mesmos. Percebe-se muito claramente uma série de outras coisas, tais como: aspectos entre ilusão e realidade. Estamos em um curso de graduação em administração, somos o futuro de um planeta melhor. Em comum, em se tratando de ficção científica (Matrix), temos na administração uma relação bem estreita: o choque entre destino e livre-arbítrio; o problema da fé, (que, no entanto, é apresentado de um modo materialista e imanentista, através de uma lição superficial do tipo “se você acredita que é capaz de salvar o mundo, então você consegue”). Essas questões são abordadas de forma superficial e incompleta, enxergar isso seria um bom sinal de sanidade mental por parte de quem assistiu ao filme, o que não impede de que não se goste do filme. Acho que me perdi um pouco, mas tirei uma lição dessa experiência toda: se der a um filme metade da importância que os críticos e os próprios diretores dão , então você pode vir a gostar dele duas vezes mais do que gostaria, e tirar várias lições que você não tiraria.
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