Você é parassimpático?
06 de outubro de 2008 às 09:31
Talvez você tenha conhecimento de que existam alguns indivíduos dotados de dons extraordinários. Pessoas capazes de se comunicar em outras dimensões, que possuem forte intuição e ainda conectam-se telepaticamente com outros, encarnados ou não.
Enfim, paranormalidade, portanto, é toda informação que não pode ser explicada pelo nosso conhecimento científico atual ou que escapa à racionalidade do cérebro humano.
Mas, voltando ao título, o que será um parassimpático mesmo?
O termo parassimpático – em contexto de simpatia, o que agrada e atrai, inclusive colocado de forma até exagerada – não existia. Isto foi invenção de um dos meus estimados clientes durante uma agradável e criativa confusão de palavras. No entanto, aproveitamos o fato para analisar se realmente existem pessoas assim.
Será que existem pessoas ultra, mega e máster simpáticas?
Sim! Depois de um café chegamos à seguinte conclusão, sim, existem. Os parassimpáticos verdadeiramente estão entre nós, mas, por favor, não confunda com o “sistema nervoso parassimpático”, aí já é outro assunto.
Imagine conversar com alguém que encanta, um ser capaz de transcender nossas expectativas do que é relacionamento humano.
Não, não estou falando de algo impossível e que fuja a nossa compreensão. Também pode descartar o tipo falsão e interesseiro.
Estamos falando de sentimentos reais, de comportamentos espontâneos.
Calor humano, afeto e empatia. Pois é, não tem nada de anormal nisso, é apenas doação. Infelizmente, muitas pessoas não conseguem se entregar a esta agradável sensação de bem-estar. Ou estão com o pé atrás, ou querem apenas receber, sugar as energias boas dos outros.
Quem está disposto a oferecer apoio emocional e físico a quem esteja precisando – e, sobretudo, souber ouvir – receberá das pessoas exatamente aquilo que estará oferecendo, isto é, atenção e carinho.
Portanto, parassimpático atrai parassimpático. Basicamente, estando feliz estará atraindo pessoas felizes e positivas com as quais passará bons momentos. Isso não é resultado de um ponto de vista irreal que não reconhece os problemas e dores da humanidade, e sim o produto de um desejo verdadeiro de compreender e pertencer aos outros.

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Sobre o autor
Débora Martins
Débora Martins é jornalista, consultora e palestrante da Atender Bem Consultoria e Treinamento, especialista no gerenciamento das relações entre empresas e clientes. É jornalista, autora de diversos artigos sobre motivação, liderança, e qualidade no atendimento.
E-mail: debora@atenderbem.com.br
Sites:
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