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Brasil em125º no Doing Business 2009: -Esta Lanterna Não é Nossa

1-17 de 17 mensagens
 
Eduardo Buys | 3 ano(s) atrás
Brasil em125º no Doing Business 2009: -Esta Lanterna Não é Nossa

O Inóspito Ambiente de Negócios do Brasil 
     É descabida posição de 125º, em 181 economias globais. 
     É até ultrajante desperdiçar tamanha potencialidade, que poderia reverter não só em riquezas para o próprio Brasil, mas para toda comunidade internacional. As verdadeiras mazelas da economia brasileira, e seu inóspito ambiente de negócios, são velhas conhecidas de toda a inteligência nacional.
     Sim, porque os problemas são tão gritantes: quem não observa a quantidade enorme de lojas que quebram todos os dias, inclusive em shoppings de movimento?
     E o que dizer de lojas lotadas, com clientes satisfeitos e, ainda assim, encerrando atividades, sem poder arcar com toda uma trama de tributos, uma sinuosa burocracia tributária com pesada carga incidente.

Esta Lanterna não é do Brasil
     Um país com 8,5 milhões de km², voltado para o Sol, como um gigantesco coletor solar, e uma enorme área agricultável, com índices de produtividade agrícola cada vez mais elevados, tem que ser de ponta. É energia, renovável, para os humanos e suas máquinas e automóveis. 
     É ou não é?
     Agora, além de todos os recursos naturais, empregando alta tecnologia, ainda encontramos mais do bom e sujo petróleo. Precisa mais?
     Temos uma economia sempre situada entre as 10 maiores do mundo ocidental, o que mostra a pujança do país e de seu mercado interno.    
     Então, como é difícil fazer negócios neste nosso país? 
     O que pode justificar, num mundo em que o Brasil está razoavelmente bem posicionado em computação e sistemas de gerenciamento, que se necessite mais de 100 dias para se abrir uma empresa (152!?!) e 18 procedimentos formais, enquanto que há países que estes procedimentos não levam mais do que 1 ou 2 dias?
     Quer dizer, se aquí é péssimo para abrir e manter um negócio, então isto mostra ainda mais força do Brasil.
Suponha-se que o ambiente de negócios fôsse favorável, aonde estaria o Brasil?
Sua opinião? Comente!

 
Lucas Merçom | 3 ano(s) atrás
Cultura
O Brasil precisa disseminar a cultura empreendedora. Os brasileiros têm medo do medo e a maioria não aprende a aprender. Precisamos mudar!
 
Por um Brasil completo
Infelizmente a realidade da população empresária, empreendedora e de empregados, não espelha toda a população existente no Brasil. Com nossas grandes diferenças sociais, criamos um nixo lucrativo e que vale muito a pena sim, mas para nós poucos afortunados e para quem conhece muito bem os detalhes desse capitalismo agressivo e sem piedades. Aqui, como a concorrência é grande para ficar no topo, as adversidades são maiores ainda. É triste sim, nós que damos o sangue e lutamos todos os dias para fazer nosso negócio crescer, porém o Brasil não se resume a um grupo seleto de pessoas. Os critérios de avaliação englobam resultados com quantidade populacional, e se pensarmos em um todo, veremos que o Brasil ainda tem muito que crescer para se tornar mais confiável para o investimento externo. Não tiro o mérito de nosso colega que está certo no sentido de que aqui existem sim, muita gente boa, muita capacidade, e muita força de vontade. Se o país fosse feito apenas de pessoas como nós, com estudos, com educação, com informação, estaríamos bem melhores em todos os sentidos. Temos que continuar fazendo nossa parte, difundindo conhecimento, e estimulando nosso país como um todo, só assim veremos um Brasil melhor não só para o investimento externo mas para se viver nele também. Mãos à obra pessoal, temos muito trabalho pela frente! Um abraço a todos!
 
Denilson Forato | 3 ano(s) atrás
Nosso Problema está na formação
Meus amigos, o Brasil, tem um probleminha básico, que é a sua formação. Desde 1.500 com  Cabral, saques desmandos até 1.808, a mentira da independência de 1.822 e o golpe de 1.889. Sem a bagunça da velha e nova república.  Somos um país de dimensões e problemáticas continentais, e um povo desunido e mal formado. Veja as faculdades ou fábricas de diplomas de hoje, principalmente as que possuem "barzinho" perto. Você acha que formarão gente que tem estrutura para tomar decisão, bons executivos, líderes, gente de negócio; pasme digo que Não com N maiúsculo. Formarão gentinha, que saem no mercado se "achando" e metido a besta fazendo as piores coisas. Os outros países levam a sério a educação, a formação e faz com que o cidadão estude pra valer. Aqui terra tupiniquim, do carnaval, da mulher melância, abóbora, maçã, pera, caqui, etc,  dos "garotos" do pagode, dos ronaldinhos, das novelas da 6, 7, 8, 9  e reprises, dos filminhos de 5º categoria fa TV aberta e fechada, e por ai vai.
Se queremos ser sérios, e figurar no mundo como bons executivos, sinto muito, educação neles!!

Denilson Forato
 
Concientizar

As micro e pequenas empresas são as grandes geradoras de empregos. Isto não é novidade. Isto não é uma realidade exclusiva do Brasil. 
Apesar disso, vivemos defendendo as grandes corporações. Incentivos fiscais para instalação de grandes empresas (normalmente intensivas em capital) que não geram o retorno em número de empregos. Lembremos a guerra das montadoras para instalação de unidades no Paraná, Minas e Rio Grande do Sul, por exemplo. Hoje, li a notícia que a unidade da Votorantim em Santa Catarina vai gerar, pasmem,  600 (SEISCENTOS) empregos. 
Enquano isso, as micro e pequenas enfrentam uma burocracia enorme, pesados impostos, linhas de crédito restritas e uma concorrência desleal dos produtos estrangeiros oriundos de economias que sequer remuneram adequadamente o trabalho.
Apesar disso, temos milhares de pequenas e heróicas empresas que se negam a desistir.
Se, como disse Gerber, o empreendedorismo fosse uma centelha, o microempresário brasileiro estaria carbonizado.
Graças ao modelo exportador e a necessária abertura ditada pelos defensores do liberalismo econômico (apenas válido para os países pobres), estamos exportando empregos e importando miséria. 
Precisamos de profissionais treinados e agilidade na máquina pública para atender o segmento que vai empregar esses profissionais. Promover a educação não é reservar cotas nas universidades públicas, sr. ministro (sic). Precisamos de técnicos capacitados e cidadãos concientes e críticos para defender nossa soberania.
Hoje, temos empregos e não temos mão de obra preparada. Temos empresas e não temos mercado interno. Manter empregos e distribuição de renda a partir de gastos´públicos é caro demais para o brasileiro comum.

 
LUIZ JORGE MILLEM MARTINS | 3 ano(s) atrás
Não só formação, empreendedorismo e coragem.
Muito em breve aqui neste fórum estaremos cometendo redundâncias, isto é certo, pois cada participante acaba por complementar o que o outro diz. E isso é muito interessante, pois vou acrescentar meu quinhão na participação. Sabe-se que o problema - e isso não é atual - do assalariado, pequeno e médio empresário, enfim, de toda a força produtiva do país está à mercê das grandes corporações. Mas, o porque disso, vocês sabem? Nosso amigo já dise que as grandes recebem incentivos fiscais, vantagens para estabelecerem-se em determinadas regiões, etc. Por que a classe política também não faz isso com os pequenos e médios? Por que sempre os de menor poderio de fogo - traduza-se $$ - é quem paga o pato? (O pato pode ser entendido por impostos mais altos, burocracia, lentidão na máquina pública, etc, etc.). Somos uníssonos em que os pequenos e médios empresários são os que geram maior quantidade de empregos, enquanto os grandes procuram somente os benefícios das isenções oferecidas, ludibriando a boa fé pública como é o caso da Votorantim, que vai gerar (oh!!!) 600 vagas. Sabemos que faltam investimentos na educação, saúde, sabemos que as universidades são menos frequentadas que os barzinhos que perto delas se estabelecem, sabemos tudo isto. Mas aí eu lhes pergunto: o que estamos fazendo para que esse panorama mude? Não somos nós, que temos uma formação mais elevada, conforme comentou outro colega, que estamos aptos a tomar decisões, projetar, empreender com estratégia e planejamento? Bem, então nós somos capazes, também, de mudar tudo isso que se vê. Como? Aí, meus amigos, lhes confesso que será aquele trabalho de formiguinha. Mas poderemos começar pelo mercadinho que fica no nosso bairro, perto da nossa casa, fomentando seu proprietário a se unir com outros do seu tamanho até formarem uma força maior, com maior poderio de compra - lembram das cooperativas, das redes de supermercados?
 
LUIZ JORGE MILLEM MARTINS | 3 ano(s) atrás
Não só formação, empreendedorismo e coragem. - Parte 2

Lembrem-se que estamos perto de mais um pleito e que políticos cheios de ranso estão aí com suas garras afiadas arrebatando votos daqueles que eles próprios ajudaram a não serem educados devidamente, como manda a boa e velha escola da sociedade dita democrata. Aliás, falando em democracia, esses mesmos legisladores entendem de uma forma completamente errada o significado dessa palavra. Mas isso é matériapara outra oportunidade. O que quero transmitir aqui é que todos nós odemos iniciar uma mudança sem precedentes em nosso país, sem mexer com as grandes corporações. Basta que unamos os pequenos e médios, que eles se tornam grandes. É difícl? Bastante, mas as sementes têm que ser plantadas e seu crescimento acompanhado, mesmo que não cheguemos a ver o resultado, mas os que nos sucederem - que também serão orientados por nós, desde jovens - poderão colher os frutos desse plantio. Todos os colegas que até o momento participaram desse fórum têm sua parcela de razão. Se juntarmos tudo o que já foi dito até agora, chegaremos à minha conclusão, ou seja, há que se educar, politizar, sanear, capacitar e valorizar a mão-de-obra, para que não aconteça o que já é uma realidade na área de TI: profisionais altamente capacitados deixando o Brasil para trabalhar na Europa a preço de banana. Alguém consegue imaginar um Consultor Tivolli ir trabalhar na Bélgica, ganhando 40.000 Euros (valor bruto) por ano? Será que lá não existem profisionais qualificados? Nossos compatriotas não estariam melhor aqui se  as empresas e eles próprios se valorizassem mais? Ou será que estamos vivendo mais um "dumping" forçado pelos grandes em detrimento dos pequenos? É hora de considerar tudo o que já foi posto aqui. 
Um abraço a todos.

 
Jésus Fernandes Leão | 3 ano(s) atrás
País Agrícola? Ou país Tributarista? Pais da impunidade? Brasil?
Quando dizemos que o Brasil é um país potencialmente agrícola estamos certos, porém, a agricultura precisa ter mais incentivos produtivos. 
A carga tributária altíssima deteriora a produção incentivando o êxodo rural em pleno século XXI.
Fazer o que no campo?
O leite do produtor para a indústria é pago a preço que mal dá para custear o trato em tempos de seca, e o milho que se planta perde-se na alta tecnologia da colheita.
Ora, enquanto não for feita uma reforma tributária URGENTE neste país, teremos agricultores deixando o campo e se tornando serventes de pedreiro na construção civil, empresários quebrando diariamente porque o seu empreendimento não consegue sustentar a máquina adminstrativa estatal e da união.
O Brasil tem um grande potencial que ainda permanece adormecido nas gavetas dos deputados e senadores. 
Para fazermos uma reforma tributária, devemos começar por uma reforma nos representantes políticos desse pais, quem sabe reformulando a máquina o motor desemperra de vez, e não fica somente funcionando de arranco, quando as vezes dá um salto e quando pensamos que engrenou, emperra novamente.
A cada quatro anos temos a oportunidade de fazer as mudanças necessárias para o progresso do nosso país, e fazê-lo arrancar de vez dessa lanterna que de fato "NÃO É NOSSA".
Não vamos perder mais essa oportunidade, vamos dar um basta nessa situação de ficarmos em 125º, que nenhum de nós merecemos isso!
Vamos escolher os nossos representantes como se fóssemos o próprio Presidente do Brasil!  É assim que se faz o progresso! Pensemos grande!
 
Eduardo...Criatividade pode ser o diferencial na formação brasileira.
Olá Eduardo, 
Seu tema é realmente pertinente. Para termos visibilidade no Cenário Mundial é preciso aprofundar o estudo da criatividade no processo de aprendizagem em estudantes que ainda estão nas univeridades.
Profissionais commodities é o que temos hoje . Incapazes de buscar soluções inovadoras não apenas na economia , mas em qualquer outra área. Precisamos de profissionais/ docentes que busquem compreender como se articulam os aspectos subjetivos e os aspectos operacionais na aprendizagem criativa e assim, desenvolverem  propostas educativas que propiciem o desenvolvimento dos recursos psicológicos favorecedores da criatividade na aprendizagem. Um Brasil mais criativo poderá colaborar com os resultados em todas as áreas.

Abraços
 
Eduardo Boese | 3 ano(s) atrás
Re-concientização, união, harmonia e execução

Responendo ao questionamento de Eduardo acredito que o Brasil estaria a caminho de aceitações na globalização, ou seja, no comando. Por sua vez o empresário brasileiro estaria a mercê das atribuições fiscais da mesma maneira e assim sendo o governo estaria aplicando melhorias tributárias para manter a economia. Uma maneira racional e lógica de descrição sobre um suposto futuro promissor, mas, não poderei de deixar aqui,também, a minha participação sobre comentários e também de resoluções unindo as idéias ara que talvez isso acarrete em solução ativa perante a sociedade e não apenas nas transmissões de pensmento.
Gostaria de acrescentar em observância as várias formas de se atrelar o comportamento atual da economia brasileira, a luta do governo para satisfazer os empresários e investidores, tanto internos quanto externos, e as crenças de que poderíamos acrescentar algo a tão complexas decisões, tanto orçamentárias quanto burocráticas, nos investimentos de criação e melhoria da harmonização empresarial. Acredito que não somente a concientização mas também a criação de um órgão responsável por cada região atingida poderia ser a solução, sim, porque apenas o caminho para ela estaríamos apenas "tentando" sendo que teremos que "fazer" realmente alguma coisa baseado nos fatos sitados não só neste fórum mas também em tantos outros com o mesmo objetivo. Um órgão de compromisso social baseado em fatos reais e com pessoas promissoras estabelecendo metas de investimento, lutando contra as injustiças tributárias e também contra a ganância dos egoístas. Formaríamos uma espécie de "sindicato" dos empresários para com as obrigações governamentais e lutaríamos contra qualquer tipo de sistema contrário à evolução.
Acredito que todos somos capazes de realizar tais soluções descritas de tantas formas, reunamos nós todas estas e façamos a tão sonhada "justiça" que comprovadamente já foram aplicadas em todos aqueles setores que acreditaram e não apenas discutiram sobre ela! Abraço!

 
Antonio Carlos Caprino | 3 ano(s) atrás
O Brasil vai continuar lanterna ...
Concordo em parte com aquilo que os colegas listaram como causas e consequências dessa situação, onde sempre estamos na rabeira de todas as classificações feitas por entidades internacionais.
Todavia, vejo como um pouco elitista algumas opiniões, pois via de regra, os pequenos empresários, que geram empregos e sobrevivem com seus negócios não tem a formação de administradores que ficam a maior parte do tempo sentados em seus escritórios, vendo a variação das commodities na Bloomberg.
Talvez esse seja um problema fundamental. Que falta educação, que falta cultura, que falta seriedade ao governo, disso ninguém tem dúvida. Mas continuamos elegendo, prestigiando e escolhendo sendo os mesmos pareciros, não só na política, mas nos negócios.
O pequeno e médio empresário luta contra a burocracia, contra os impostos, contra a concorrência desleal dos camelôs, mas continua lutando para manter seu negócio.
Acho que existe muito de criatividade, de inovação, de empreendedorismo em todos os seguimentos, pois todos conseguem sobreviver. As próprias manifestações para "enganar o leão" é uma forma de inovação, além de ser a maneira de sobreviver. 
Isso vai desde o pequeno, que compra sem nota, até o grande que faz seu caixa 2. Não há como se iludir.
Da mesma maneira que não há como incentivar e iludir os jovens a estudar. O ser humano, não só o brasileiro, é acomodado por natureza. Pra que estudar, ralar cinco anos numa faculdade, estágios, provas, ..., se é possível ficar num bar, com um "paitrocínio" que vem de grandes empresários ? Para que tirar um diploma se um pagodeiro ou jogador de futebol ganha muito mais ? Para que se esforçar se temos  os "bolsas tudo" ? 
Assim Eduardo, vejo que vamos continuar amargando sempre as últimas posições, porque vivemos num grande BBB, onde todos procuram opinar e interferir na vida alheia, mas não tomam as decisões das suas prórpias.
Acho que ainda vai mais umas três gerações para que se coriijam os erros dos últimos governos.
 
também é educação

Acredito em continuar tentando em detrimento ao determinismo paralizante, embora creia que que é mais fácil uma reordenação política em favor do voto distrital que a criação de uma estrutura onerosa para controlar os interesses regionais. Isso, também é parte da educação necessária e defendida em uníssono neste forum.
Um abraço.

 
joedna da silva barroso | 3 ano(s) atrás
É preciso ter foco...
O Brasil é uma grande organização. E a nossa liderança precisa mudar rapidamente sua maneira de direcionar as coisas.
Preparando e aliando os objetivos em rumo ao crescimento, precisa preparar e apoiar seu capital Intelectual  “sua gente”.  Saber o que seu povo precisa,  se é educação ?  vamos providenciar,  mas de qualidade como antes. Rever sua carga tributária, negociar possibilidades em suas áreas internas. O problema é falta de foco no crescimento, o objetivo tem que ser de todos que governam independente do partido. Como Eduardo Buys cita : “..os problemas são gritantes : quem não observa a enorme quantidade de lojas que quebram todos os dias..” e deste quando é assim...?  Agora falamos em mudança!. O país tem que se comportar como líder. Pois no que percebemos de nossa gente, já são aprovados na matéria de Empreendedorismo, segundo estatística do Sebrae, pela grande quantidade de microempresas que abrem e fecham todos anos. Ao entrar na faculdade de administração queremos empreender, mas logo no 5º, 6° semestre, percebemos o quanto é difício pela carga tributária que impera em nosso país.




 
Mario Bezerra da Silva | 3 ano(s) atrás
Que tipo de sociedade podemos formar? Onde está autonomia
   Torna-se dificil expor um pensamento quando as realidades apresentadas são diferentes.
    Uma sociedade que caminha na globalização do conhecimento, deve ter autonomia para lidar com diferença. É inrelevante negar de uma posição democrática a situação economica social quando seu auto teor político mantém sob controle espaços que limita posições em que cada colaborador torna-se destaque na construção de um evento no qual todos participam.
     Para uma melhor oportunidade tributária compartilhada com as verdadeiras atualidades há uma necessidade de superar uma grande obssseção do homem, há corrupção e a necessidade de poder desenfreado, essas questões e a definitiva preocupação com os valores internos e nossas dificuldades nos levam há questionar os verdadeiros valores políticos.
 
JOÉDE DAS NEVES ROBALO | 3 ano(s) atrás
O Problema está na Cultura
O problema do Brasil não é o hoje e sim de hoje!!!!!!, pois é, a nossa cultura é o problema e mudar será muito complicado, mas não quer dizer que somos um caso perdido. Mas precisamos começar pelo nosso voto nas eleições que estão por vir e cada um fazendo sua parte até que o todo possa fazer. Precisamos de governantes mais compremetidos com o Povo e suas reais necessidades; precisamos de educação, de mentes mais preparadas para administrar todo o potencial que o nosso País tem. Poxa! como é que um lugar com nossa extensão territorial, riquezas naturais cobiçadas pelo mundo todo fica numa classificação dessas? Precisamos refletir e procurar aos poucos mudar a História, apesar que existem interesses que o Brasil não mude, pois tem muita gente se favorecendo com os nossos problemas. Mas precisamos dar ALERTAS comos esses para que os mais esclarecidos e com interesse na mudança façam alguma coisa, abram os olhos dos menos favorecidos. Nós administradores temos um papel importante na história do nosso País e temos que aproveitar espaços como este para tentar salvar nossa profissão que cada vez está ameaçada por falsos administradores que só  criam o caos. Mas temos que ter ânimo e seguir em frente.
 
Cláudio Gomes da Silva | 3 ano(s) atrás
Brasil em 125° -

 

Caro Eduardo, gostei muito do seu comentário. Porém, o que mais nos deixa triste é o fato de saber que o Brasil, está na lanterna ganhando todos os campeonatos. Como vc mesmo descreveu em seu comentário.
Veja bem! Somos grandes produtores de grãos, temos uma bacia hidrográfica de dar inveja, o tal do ouro negro tem sobrando até para misturar com sal, a nossa posição geográfica nos favorece, e não temos nenhum ataque pela fúria das estações climáticas.
Fica difícil entender como nos Brasileiros, assistimos a tudo isso, enxergando que vivemos em um país falido, quando na realidade isso tudo que está acontecendo ,mostra a nossa incompetência em escolher os nossos representantes.
Porém, temos que ir um pouco mais longe para entender melhor o resultado de termos uma super-maquina, na mão, e caminharmos tão lentamente na direção do nosso entendimento.  Além de todas as barbaridades administrativas que acontecem, e toda sujeira política,
Não existe investimento em Educação para que o cidadão Brasileiro possa administrar seu próprio país, ou seja, quanto mais o país alavanca, pior será para administrar, ou controla essa maquina.
Enquanto isso os senhores que detém todo conhecimento lhes Faltam dignidade e boa vontade
Um país onde não existe investimento em educação, nunca será um país;
Um país onde não se reconhece o estado como força maior, nunca será um país.
Abraços;
 
Cláudio Gomes
 
Eduardo Buys | 3 ano(s) atrás
Quantas empresas precisam ainda morrer?
Quantas empresas precisam nascer e morrer,a cada ano, para que o Brasil tenha os atuais 5 milhões de empresas, conforme informa o SEBRAE? Afinal, o índice de 'mortalidade infantil' de nossas empresas gira em torno de 50%, e o Brasil está classificado em 125º lugar , entre 181 nações, no Doing Business, quanto a Ambiente de Negócios.
Na verdade, se não dermos um jeito neste assunto, o que estaremos matando é o próprio futuro do Brasil.
-a quem possa interessar, temos aquí no Portal, uma comunidade para aprofundar o assunto:
- Gente, Capacitação, Liderança e Empreendedorismo -
http://www.administradores.com.br/comunidades/gente_capacitacao_lideranca_e_empreendedorismo/134/
Apareça, e discuta.
Eduardo Buys
www.varejototal.zip.net