Administradores.com - Notícias http://www.administradores.com.br/ Últimas notícias do Administradores.com pt-br Copyright 2017 Wed, 24 May 2017 17:01:01 -0300 Anatel espera MP que permite troca de multas por investimentos http://www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/anatel-espera-mp-que-permite-troca-de-multas-por-investimentos/119140/ http://www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/anatel-espera-mp-que-permite-troca-de-multas-por-investimentos/119140/ Wed, 24 May 2017 17:01:01 -0300 Sabrina Craide Anatel espera MP que permite troca de multas por investimentos

O texto da MP que havia sido negociado pela Anatel com o governo permitia o parcelamento das dívidas das empresas em até 120 meses

O presidente da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), Juarez Quadros, disse hoje (24) que ainda espera que o governo edite uma medida provisória (MP) permitindo que as operadoras de telefonia em dificuldades econômicas troquem multas por investimentos.

“Estamos na expectativa, tanto o setor como a agência, da MP que foi trabalhada no Grupo de Trabalho, que ela poderia sair”, disse.

Segundo ele, a MP que foi editada na última segunda-feira (22), que permite o parcelamento de débitos com o governo, se aplica ao setor de telecomunicações, mas não traz a possibilidade de Termos de Ajustamento de Conduta (TAC).

“Tem uma diferença significativa, porque não estabelece os Termos de Ajustamento de Conduta, enquanto a proposta que foi feita por um grupo de trabalho que a Anatel coordenava e o Ministério [da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações] encaminhou à Casa Civil tinha o instituto do TAC”, explica Juarez.

O texto da MP que havia sido negociado pela Anatel com o governo permitia o parcelamento das dívidas das empresas em até 120 meses. A expectativa inicial era de que a medida fosse publicada no final de abril.

TCU

Juarez Quadros também disse hoje que a Anatel ainda não foi notificada sobre uma análise da área técnica do Tribunal de Contas da União (TCU) que considerou irregular o Termo de Ajustamento de Conduta firmado entre a Anatel e a Telefônica, para permitir que a empresa troque multas aplicadas pelo órgão regulador por investimentos.

“Está na agenda interna do Tribunal, estamos aguardando, porque tem tramitações internas”, disse. Segundo Quadros, os outros Termos de Ajustamento de Conduta que estão em andamento na Anatel com outras operadoras continuam com tramitação normal.

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Sebrae realiza processo seletivo com salários de até R$ 17 mil http://www.administradores.com.br/noticias/carreira/sebrae-realiza-processo-seletivo-com-salarios-de-ate-r-17-mil/119139/ http://www.administradores.com.br/noticias/carreira/sebrae-realiza-processo-seletivo-com-salarios-de-ate-r-17-mil/119139/ Wed, 24 May 2017 16:40:01 -0300 Redação Sebrae realiza processo seletivo com salários de até R$ 17 mil

Inscrições podem ser feitas pela internet e contratações devem acontecer em agosto

O Sebrae Nacional abriu processo seletivo para 16 vagas de analistas. Os salários variam de R$ 10.133,87 a R$ 17.617,38. As inscrições são para dois processos seletivos e podem ser feitas pela internet, no site da organizadora da seleção, a Fundação de Apoio a Pesquisa, Tecnologia e Cultura (Fapetec), clicando no banner do Sebrae.

Das 16 vagas oferecidas, 13 são para contratação por tempo indeterminado e as inscrições devem ser feitas até esta sexta-feira (26). As outras três, para contratação por dois anos. Nesse caso, os interessados podem se candidatar à vaga até o dia 31. O processo terá análise curricular e documental, avaliação de conhecimentos específicos e entrevista individual por competências, todas de caráter eliminatório e classificatório. As contratações devem acontecer na primeira quinzena de agosto.

Todos os candidatos devem possuir curso superior e pós-graduação. As vagas são destinadas a profissionais em diversas áreas como Administração, Estatística, Marketing, Tecnologia da Informação e Direito. Para todos os cargos é obrigatório ter pós-graduação completa (Latu Sensu – 360 horas) nas áreas específicas de cada cargo e experiência comprovada de, no mínimo, seis meses, como profissional de nível superior.

O contrato será regido pela CLT, com jornada de trabalho de 40 horas semanais e direito a assistência médico-hospitalar e Odontológica, plano de previdência privada, vale-transporte, auxílio-educação para filhos, auxílio-creche, auxilio-babá, seguro de vida em grupo e auxílio-alimentação e/ou refeição. O acompanhamento de todas as fases da seleção é de inteira responsabilidade do candidato, que deverá seguir o cronograma e tomar ciência das convocações e resultados.

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Intenção de renovar estoques cresce no comércio por dois meses seguidos http://www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/intencao-de-renovar-estoques-cresce-no-comercio-por-dois-meses-seguidos/119138/ http://www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/intencao-de-renovar-estoques-cresce-no-comercio-por-dois-meses-seguidos/119138/ Wed, 24 May 2017 16:20:01 -0300 Alana Gandra Intenção de renovar estoques cresce no comércio por dois meses seguidos

O barateamento do crédito favorece o aumento da intenção de investimentos em estoques

Pela primeira vez desde o início de 2014, a intenção dos comerciantes brasileiros de investir em estoques cresceu por dois meses consecutivos. O Índice de Investimentos em Estoques, um dos componentes do Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec), subiu 1% em maio, em comparação a abril, e 2,8% em relação a maio do ano passado. Os dados foram divulgados hoje (24), no Rio de Janeiro, pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

Embora positivo, o índice atingiu 84,5 pontos em uma escala de 0 a 200, o que significa, na avaliação da economista da CNC Izis Ferreira, que ele “ainda está na zona de avaliação negativa” , abaixo de 100 pontos, e precisa, portanto, manter o crescimento registrado em abril e maio para passar a uma percepção positiva.

Segundo Izis, não há como se afirmar que a recuperação na intenção de investir em estoques vai se manter nos próximos meses, devido à crise gerada pela delação dos empresários Joesley e Wesley Batista, donos da empresa JBF, com acusações contra o presidente Michel Temer, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) e o deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR), entre outras pessoas.

“É possível até que sim [os estoques cresçam], porque a recente recuperação de alguns indicadores da atividade econômica já estavam até contratados, porque o custo de oportunidade de manutenção de estoques vem diminuindo. No momento em que você tem o processo de redução da taxa de juros, o custo de oportunidade associado aos estoques diminui também”, admitiu.

Além disso, o barateamento do crédito favorece o aumento da intenção de investimentos em estoques.

Recuperação

Izis disse ainda que a expectativa mais positiva dos comerciantes também está relacionada ao quadro do mercado de trabalho, que continua deteriorado, mas a crise não vem se aprofundando. O fechamento de vagas tem diminuído e em alguns setores específicos já há saldo líquido de postos formais, de acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho.

A economista lembrou que o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) vem apurando quedas cada vez menores no comércio e alguns segmentos já apresentam taxas positivas. Em março, por exemplo, registrou-se aumento das vendas de material de construção, artigos de vestuário, móveis e eletrodomésticos.

“Com esses resultados menos negativos e, em alguns casos, mais positivos, os comerciantes começaram a enxergar que o pior já havia passado. Nesse sentido, no caso dos estoques, aumentaram as intenções de investir em estoques, pelo segundo mês seguido, nas duas bases de comparação, o que a gente não observava desde o início de 2014”.

Trata-se de um movimento lento, mas progressivo, segundo Izis Ferreira, que avalia que a recuperação percebida pelo comércio pode refletir no aumento das encomendas à indústria. Izis Ferreira avaliou que se confirmou a ampliação projetada do volume de vendas na Páscoa e no Dia das Mães, em relação aos mesmos eventos do ano passado, o que reduziu o nível de estoques no comércio. “Portanto, é natural que a intenção de investimentos em novos estoques tenha aumentado”.

Encomendas

Em comparação com maio do ano passado, a intenção de investir na renovação dos estoques por parte dos lojistas cresceu 4,6% no setor de bens duráveis (que engloba produtos eletrodomésticos, eletrônicos, móveis e decorações, cine foto e som, ótica, material de construção e concessionárias de veículos) e 3,2% em não duráveis (supermercados, farmácias, drogarias, perfumarias e cosméticos), mostrando estabilidade em semiduráveis (vestuário e acessórios, calçados, tecidos).

A economista da CNC analisou que o aumento na intenção de investir em novos estoques de bens duráveis “tem a ver com a redução dos juros, que facilita em termos de custo. Isso quer dizer que aqueles produtos que são mais sensíveis ao crédito, estão mais associados às vendas a prazo e têm um tíquete médio maior têm sido mais beneficiados”.

Apesar de mostrar a maior taxa de crescimento, o índice de investimentos em estoques do comércio de produtos duráveis, com 81 pontos, é o menor dos três grupos. Não duráveis apresentou 82,9 pontos e semiduráveis, 93,7 pontos.

Situação atual

No que diz respeito à composição das respostas que qualificam o nível dos estoques, a pesquisa da CNC revelou queda de 2 pontos percentuais em maio entre os lojistas que consideram o nível de estoques acima do adequado. A média nacional foi 29,5%, contra 31,5%, em abril.

O grupo de duráveis puxou a queda: a parcela de comerciantes que consideram os estoques acima do adequado (33,5%) caiu 4,8 pontos percentuais comparativamente a abril. A parcela de comerciantes que consideram os estoques acima do adequado ficou em 25,5% nos semiduráveis e 27,8% nosnão duráveis.

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4 dicas para PMEs saírem na frente no dia dos namorados http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/4-dicas-para-pmes-sairem-na-frente-no-dia-dos-namorados/119136/ http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/4-dicas-para-pmes-sairem-na-frente-no-dia-dos-namorados/119136/ Wed, 24 May 2017 15:57:01 -0300 Cristiano Mendes 4 dicas para PMEs saírem na frente no dia dos namorados

Vá além do produto: ofereça presentes especiais e personalizados que podem te ajudar a se aproximar de seus clientes

Datas comemorativas como o dia dos namorados podem ser uma grande oportunidade para alavancar as vendas de um pequeno negócio, desde que se apliquem estratégias certas para atrair novos e atuais clientes. Além de buscar preços acessíveis, hoje em dia o consumidor procura mais do que apenas um produto, ele quer algo especial. Principalmente em datas como o dia dos namorados, as pessoas buscam presentes que sejam únicos e com caráter diferenciado, pois o que está em jogo é fazer o parceiro feliz.

Por isso, apenas aplicar promoções especiais já pode não ser o suficiente. Isso não significa que você precisa investir todo o dinheiro de seu negócio com uma campanha megalomaníaca. Muitas vezes, o sucesso pode estar em ações simples, direcionadas e que podem casar com a data em questão. Para o dia dos namorados, veja algumas dicas para ajudar fazer do seu produto um presente especial:

1. Planeje sua newsletter com antecedência

Para tentar alavancar suas vendas em datas comemorativas, você precisa primeiro preparar o consumidor, deixá-lo animado com o que você oferece e chamar sua atenção de forma positiva. Para poder fazer isso, você deve planejar as mensagens que quer divulgar e que diferentes canais usar e enviar com antecedência para que seus clientes considerem seu produto um presente.

Por exemplo, monte estratégias de newsletter para instigar o interesse com títulos relacionados à data. No dia dos namorados, você pode utilizar palavras como “amor”, “especial para namorados”, “crush”, “coração” e montar títulos que conversem com seu público alvo.

2. Utilize marketing de conteúdo

Se você possui um blog ou uma página no Facebook da sua empresa, não os utilize apenas para divulgar sua marca e produtos. Fale sobre seu mercado, mostre que você é um especialista e sabe do que está falando.

Escreva posts relacionados à data que tenham uma conexão com sua área de atuação e produtos. Por exemplo, se você possui uma loja de roupas, dê dicas de visuais legais para um jantar romântico no dia dos namorados.

3. Aproveite as características especiais da sua PME

Hoje em dia, produtos personalizados estão em alta. Os consumidores estão em busca de presentes especiais com significado pessoal. Pequenas empresas podem oferecer isso, pois possuem caráter criativo e de exclusividade. Muitas pessoas optam por comprar de negócios locais, e isso pode ser seu diferencial: produtos artesanais, orgânicos e sustentáveis, por exemplo, estão cada vez mais atraentes. Tanto que, de acordo com uma pesquisa feita em 2016 pela GoDaddy sobre PMEs, 82% dos proprietários de Pequenas empresas brasileiras preferem ganhar menos dinheiro com um negócio que prioriza a sustentabilidade ambiental do que ganhar mais dinheiro com um negócio que não prioriza isso. Um pequeno negócio pode demonstrar como é sustentável na prática, explicando de onde vêm suas matérias primas e detalhando seus processos.

Inclusive, de acordo com a Pesquisa de Informações Básicas Municipais (2014), conduzida pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o artesanato é uma atividade econômica presente em 78,6% dos municípios brasileiros e cerca de 8,5 milhões de brasileiros geram sua principal renda a partir dessas vendas.

4. Prepare-se para alta demanda

Aplicar estratégias pré-data comemorativa pode ajudar a aumentar suas vendas naturalmente. Por isso, é necessário que você esteja pronto para atender todos os pedidos. Se você possui um site e-commerce, por exemplo, tenha estoque preparado e certifique-se de que seu site não sairá do ar em caso de muitos acessos simultâneos. Você pode fazer isso aumentando a potência da sua infraestrutura com seu provedor, adicionando capacidade de armazenamento e processamento. Se atende apenas através de mídias sociais, monte um cronograma para controlar sua produção e entrega, para ajudar a garantir que não haverá atrasos ou falta de materiais para que você possa atender aos pedidos de seus clientes.

Se você tem uma loja física, fique atento ao estoque e ao atendimento ao cliente, mesmo com a loja cheia, faça-o sentir-se confortável e em casa.

Datas comemorativas podem ser corridas para pequenas empresas. Porém, também podem ser grandes oportunidades de se destacar e atrair clientes, principalmente se aplicar estratégias inteligentes e eficazes que mostram que você entende seu mercado e oferece aos seus clientes o que eles precisam.

Cristiano Mendes - Diretor de Produtos da GoDaddy para América Latina

 

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Inscrições para estágio na Pearson terminam no próximo domingo (28) http://www.administradores.com.br/noticias/carreira/inscricoes-para-estagio-na-pearson-terminam-no-proximo-domingo-28/119137/ http://www.administradores.com.br/noticias/carreira/inscricoes-para-estagio-na-pearson-terminam-no-proximo-domingo-28/119137/ Wed, 24 May 2017 15:35:01 -0300 Redação Inscrições para estágio na Pearson terminam no próximo domingo (28)

Presente em mais de 70 países, empresa atua no Brasil com as marcas Wizard e COC

Termina no próximo domingo (28) o prazo para inscrições no Programa de Estágio 2017 da Pearson, empresa multinacional que atua no mercado de educação.

O programa tem 10 vagas abertas para atuação em diversos setores da companhia, nos escritórios de São Paulo e Campinas.

A empresa busca por estudantes universitários de qualquer curso de graduação, com previsão de conclusão entre agosto de 2018 e agosto de 2019. O programa selecionará estagiários para os departamentos Comercial, Financeiro, de Produtos, Operações, Corporate Affairs (comunicação), Jurídico, Marketing e Tecnologia.

Para concorrer é necessário domínio intermediário da língua inglesa. As inscrições devem ser realizadas pelo site www.eusoupearson.com.br.

As etapas da seleção do Programa de Estágio Pearson 2017 incluem teste online, dinâmicas de grupo e um painel final que ocorrerá em julho. Os candidatos selecionados iniciarão suas atividades na empresa em agosto, e receberão remuneração compatível com o mercado, plano de saúde, seguro de vida e vale refeição ou alimentação.

No Brasil, a companhia atua nas áreas de educação básica, ensino de idiomas, cursos profissionalizantes e ensino superior, e é dona de marcas como COC by Pearson, Dom Bosco by Pearson, Yázigi e Wizard by Pearson, a maior rede de ensino de idiomas do planeta. “Estamos à procura de gente boa, com espírito de liderança e de equipe, foco em resultados e, principalmente, que esteja alinhada à nossa missão de transformar a vida das pessoas por meio da educação”, afirma Marco Macedo, head de Gente & Gestão da Pearson Brasil.

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E se fosse possível reunir em uma única ferramenta tudo que você usa para gerenciar seu negócio? http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/cosmos-pro-moderniza-a-gestao-empresarial/119135/ http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/cosmos-pro-moderniza-a-gestao-empresarial/119135/ Wed, 24 May 2017 15:22:50 -0300 Redação Administradores E se fosse possível reunir em uma única ferramenta tudo que você usa para gerenciar seu negócio?

Cosmos Pro moderniza a gestão empresarial; ferramenta promete melhorar a gestão empresarial em todos os segmentos e implementa dispositivos que aceleram o processo organizacional e comunicativo

A Procfit, companhia de tecnologia, especialista em processos de gestão empresarial, acaba de lançar o Cosmos Pro, portal corporativo criado para facilitar a comunicação entre as empresas e automatizar o fluxo de trabalho de ponta a ponta, integrando toda a organização, incluindo parceiros comerciais e financeiros.

O Cosmos Pro reúne em uma única plataforma recursos de webconference, webinar, workflow, project management, marketing digital, form builder, pivot table, dashboard design, GED, ETL e EDI. Todas as funcionalidades ajudam na organização, gerenciamento e disponibilização das informações de gestão. Na prática, a plataforma se torna uma porta virtual que centraliza o acesso e a entrada de dados, realiza o processamento e coloca à disposição dos usuários informações, indicadores e conhecimento sobre todas as áreas da empresa.

Comercializada no modelo SAAS, o diferencial da plataforma Cosmos Pro, é ter sido criada no pesar das dores dos usuários finais, possibilitando a eles criar formulários, painéis de indicadores, consultas, cubos multidimensionais, alertas, fluxos de trabalho, matrizes de autoridade e aprovação e integrações com outros sistemas sem ter que escrever uma única linha de programação.

Para Marcelo Guidugli, CEO da Procfit, esse portal corporativo “se diferencia por reunir em uma única plataforma recursos e funções normalmente encontrados em diversas ferramentas de diferentes fornecedores, além de integrar facilmente a qualquer sistema legado e ERP do mercado, como o PROTHEUS da TOTVS, R3 e Business One da SAP, potencializando as bases de dados já existentes e automatizando processos específicos normalmente atendidos por complexas planilhas eletrônicas", afirma Guidugli.

Com a ajuda dos sistemas integrados de gestão empresarial (ERP), muitas empresas se tornaram mais eficazes, mas não necessariamente mais eficientes. Com isso, os portais corporativos podem ser a resposta que muitas companhias estão buscando, principalmente um portal como o Cosmos Pro, que complementa e não substitui sistemas em operação, preservando os investimentos, sobretudo, na capacitação dos colaboradores para operá-los.

Rogério Cruz, Vice-Presidente de serviços da Procfit, aponta que os clientes que utilizam o Cosmos Pro conseguem resolver sozinhos problemas crônicos do cotidiano de forma mais simples. “Em uma distribuidora de produtos de beleza que atuamos como consultoria de processos, e que utiliza ERP e Automação da Força de Vendas de mercado, praticamente todos os KPI eram mantidos em planilhas eletrônicas com base nos dados extraídos dos dois sistemas. Agora, com o Cosmos Pro, os dashboard criados pelos próprios usuários que alimentavam as planilhas eletrônicas são atualizados automaticamente através de integração, eliminando totalmente a falha humana na manipulação dos dados que muitas vezes comprometiam a credibilidade dos KPI”.

São mais de mil aplicações e utilidades do Cosmos Pro catalogadas pela Procfit, que podem ser adotados pela indústria, distribuição, varejo e serviços. Tais aplicações facilitam o dia a dia com gestão de sell-in e sell-out, aplicativo de força de vendas para smartphones e tablets, automação de marketing digital para geração de leads, modernização do programa de fidelização de clientes, dashboard com KPI comerciais, econômicos e financeiros, prestação de contas, aprovação de compra, cotação eletrônica, portal de RH para os colaboradores da empresa, entre outros.

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Tecnologia da Informação a favor do e-commerce http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/tecnologia-da-informacao-a-favor-do-e-commerce/119134/ http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/tecnologia-da-informacao-a-favor-do-e-commerce/119134/ Wed, 24 May 2017 14:51:50 -0300 Samir Falco Tecnologia da Informação a favor do e-commerce

No caso de empresas com vendas exclusivamente online, a equipe de T.I. é estratégica para o negócio

Longe de ser apenas um setor dedicado ao suporte tecnológico de um e-commerce, o departamento de Tecnologia da Informação é considerado pelas empresas um dos principais pilares na execução de projetos internos e de novos processos. A área é responsável pela gestão do banco de dados, hardware, software e telecomunicações das empresas, o que garante a segurança das informações e, no caso de e-commerces, ainda confere estabilidade e segurança nas negociações online.

Devido à sua importância e necessidade, as grandes empresas do mercado optam por manter o departamento de T.I. em funcionamento na própria sede, em alinhamento com outros setores, sem a contratação de empresa terceirizada. Entre os benefícios desta prática está a possibilidade de entrega dos trabalhos com maior agilidade e menor burocracia nas transações, principalmente entre departamentos.

No caso de empresas com vendas exclusivamente online, a equipe de T.I. é estratégica para o negócio. Ela garante rapidez e flexibilidade nas adequações das diversas áreas, principalmente no que se refere ao departamento de Vendas, essencial para o faturamento do negócio. Em contrapartida, a empresa também precisa manter a equipe do departamento sempre atualizada com as tecnologias mais modernas disponíveis no mercado e em sintonia com as melhores práticas do setor, exigindo atualização constante sobre softwares e hardwares.

O investimento em plataformas em nuvem ou datacenters locais, exigidos para entrega dos serviços com qualidade pelo departamento de T.I., contribui também para uma administração mais eficiente, uma vez que todas as informações do negócio estarão disponíveis 24 horas por dia. Essa facilidade promove maior autonomia dos gestores e tomada de decisão mais rápida, o que pode ser crucial para o incremento do faturamento do negócio.

Um exemplo é a participação das lojas online durante a Black Friday, período em que os acessos de consumidores triplicam. O principal desafio da T.I., neste caso, é analisar o aumento do fluxo de acessos e de processamento para garantir estabilidade ao site, evitando que as transações sejam interrompidas.

São investimentos em todo o ecossistema de T.I. e a formação de pessoal que destacam uma empresa dentro do mercado em que ela atua. A T.I. interna é um exemplo de investimento que pode conceder inúmeros benefícios para a empresa, contribuindo, inclusive para que ela se torne mais competitiva frente a seus concorrentes.

*Samir Falco é gerente de T.I. da CentralAr.com

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A Inteligência Artificial substituirá o ser humano ou criará novos postos de trabalho? http://www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/a-inteligencia-artificial-substituira-o-ser-humano-ou-criara-novos-postos-de-trabalho/119130/ http://www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/a-inteligencia-artificial-substituira-o-ser-humano-ou-criara-novos-postos-de-trabalho/119130/ Wed, 24 May 2017 14:25:01 -0300 Mateus Azevedo A Inteligência Artificial substituirá o ser humano ou criará novos postos de trabalho?

Embora a IA promova modificações mais complexas devido a sua alta capacidade tecnológica, principalmente quando integrada com outras tendências disruptivas como impressão 3D, realidade virtual, internet das coisas, entre outras

Considerada a 4ª Revolução Industrial, a Inteligência Artificial (AI em inglês) traz uma disruptura social e tecnológica ao mesmo tempo que possibilita diversas oportunidades.

De acordo com relatório do Information Services Group (IS), a RPA Robótica de Processos (RPA) tem permitido que empresas executem processos de negócios de 5 a 10 vezes mais rápido e 37% menos recursos, em média. Este impacto positivo impulsiona o setor e a estimativa é que até 2050, 80% das atividades realizadas por humanos serão automatizadas. De acordo com a McKinsey, com a tecnologia disponível atualmente, 45% das tarefas já podem ser realizadas por robôs. Os dados remetem a uma das questões mais discutidas em torno do assunto: a AI vai eliminar vagas de emprego?

Como toda revolução, muitas mudanças devem ocorrer, mas não significa que este cenário caótico que está sendo pintando. Afinal, o debate sobre a substituição do homem pela máquina e de tecnologias que se sucedem e impactam grandes mercados vem acontecendo desde a 1ª Revolução Industrial. Quem se lembra da máquina de datilografar que foi substituída pelo computador? Ou os automóveis que acabaram com as carruagens, mas criaram outros mercados e outras profissões? E a internet em relação a locadoras de vídeo? Do smartphone que executa uma série de tarefas que antes necessitavam de interação pessoal? Esses e outros itens facilitaram muito o dia a dia, mas também formaram movimentos de ruptura.

A relação com a AI não é diferente, embora ela promova modificações mais complexas devido a sua alta capacidade tecnológica, principalmente quando integrada com outras tendências disruptivas como impressão 3D, realidade virtual, internet das coisas, entre outras.

Em 1990, quando surgiu a Inteligência Artificial, o principal objetivo era criar sistemas que respondessem a diversos tipos de perguntas. Hoje, os robôs são capazes de compreender a linguagem humana e correlacionar informações, o que pode otimizar uma série de processos, tornando mais ágeis e sem erros, e é daí que surge a discussão sobre AI x humanos. Mas, se por um lado tarefas que são tidas como operacionais podem, de fato, sumirem do mapa, a AI abre um leque de possibilidades profissionais, pois toda ruptura gera novas necessidades. Além disso, a amplitude de aplicação em diferentes tipos de negócios e setores, tais como: call center, jurídico, RH, educação, financeiro, medicina, hotelaria, militar e etc permitirá elevar a capacidade de análise destas áreas – fator que requer a interação humana – e otimizar o trabalho das equipes, o que pode até resultar em melhor qualidade de vida para os funcionários.

Um estudo realizado pela Tata Consultancy Services em quatro regiões do mundo, incluindo o Brasil, apurou que os entrevistados estimam redução líquida de 4% a 7 % em cada função até 2020. Entretanto, empresas com maiores receitas e eficiência de custos gerados pela AI enxergam que a demanda de novos postos de trabalho deve triplicar devido a esta tecnologia. 7% das empresas destinaram, no mínimo, US$ 250 milhões para a AI em 2016 e 2% pretende investir mais de US$ 1 bilhões. O relatório também aponta que 84% das empresas consideram a AI essencial para a competitividade. 67% dos departamentos de TI já utilizam a AI para detectar invasões, problemas de usuários e automação. 32% acreditam que até 2020 os setores mais impactados serão vendas, marketing e atendimento ao cliente e 20% creem que finanças, RH, planejamento e desenvolvimento empresarial serão os setores mais impactados.

O antropólogo Benjamim Shestakofsky realizou uma pesquisa durante 19 meses em uma empresa de tecnologias digitais na Califórnia com o objetivo de provar que as máquinas estavam substituindo trabalhadores humanos. Porém, ao analisar os dados, Shestakofsky percebeu que a empresa cresceu rapidamente e que contratava mais pessoas e não robôs para monitorar, interpretar e gerenciar os dados. No final, ele descobriu que a automação de software realmente pode substituir o trabalho humano, mas cria novas necessidades na relação homem-máquina e, consequentemente, novos postos e funções de trabalho. Funções como analista estatístico, gestor de qualidade, de conteúdo, de sistemas de dados, gerenciamento de máquinas de Gestão RPA, engenharia de processos, estratégia da informação, entre tantas outras, passarão a ser cada vez mais necessárias, uma ver que o ser humano deverá complementar e interagir com este novo tipo de “maquinaria” e avaliar ou executar funções que esta não faz. Cargos voltados para estratégia, conhecimentos multifuncionais, relacionamento de negócios, desenvolvimento e suporte certamente serão bastante procurados.

O processo de mudança existe e é inevitável. E, como todas as tendências tecnológicas que surgiram desde a 1ª Revolução Industrial, é tolice lutar contra. Ao invés disso, os profissionais, independentemente de sua área de atuação devem se perguntar: o que estou fazendo para evoluir e me adequar ao novo mundo que se configura? Quais novas competências devo desenvolver? Quais ganhos posso obter com esta nova abertura de mercado? Como aliar estas tendências ao que gosto de fazer? – Questões que todo profissional deveria fazer em qualquer época, pois estagnação não deve ser confundida com estabilidade. Para os que ainda não ingressaram no mercado de trabalho ou ainda não alcançaram a solidez profissional almejada, há um imenso campo a ser explorado proveniente da AI e outras tecnologias disruptivas. Cabe a cada um explorar as suas capacidades e se lançar neste novo universo, repleto de possibilidades.

Mateus Baumer AzevedoSócio da BlueLab e responsável pela Diretoria de MKT e Vendas.

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Seis orientações para aumentar o network em espaços compartilhados http://www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/seis-orientacoes-para-aumentar-o-network-em-espacos-compartilhados/119131/ http://www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/seis-orientacoes-para-aumentar-o-network-em-espacos-compartilhados/119131/ Wed, 24 May 2017 14:01:01 -0300 Fernando Bottura Seis orientações para aumentar o network em espaços compartilhados

Escritórios compartilhados são um grande diferencial para as empresas que buscam aprimorar suas redes de relacionamentos

Um network bem-feito é um rápido caminho para o crescimento e alguns passos se mostram diferenciados hoje em dia, sendo muito importante buscar não só possíveis clientes, mas também parceiros que atuem em áreas próximas ou complementares.

Isso faz com que os escritórios compartilhados sejam um grande diferencial para as empresas que buscam aprimorar suas redes de relacionamentos, pois, quem aprende a utilizar o espaço para possibilitar uma troca com os parceiros, invariavelmente, conseguem um crescimento mais rápido, principalmente em função de troca de indicações seguras.

Assim, veja algumas dicas para aprimorar o relacionamento e gerar mais negócios:

Busque aparecer adequadamente - quem não é visto não é lembrado, assim, mesmo que seja uma pessoa introspectiva, busque estar em locais onde haja bastante pessoas que possam gerar negócios e passe a lutar contra a timidez e divulgar suas ideias;

Não crie inimigos – muitas profissionais possuem uma postura negativista, criticando qualquer serviço que não seja o dele, isso não pega bem, sem contar que se o comentário chegar a pessoa alvo, poderá causar indisposição e inimizades. Você só tem a perder;

Busque agregar – é papel de um profissional ser agregador, tanto de conteúdo, quanto de pessoas. Assim, busque constantemente atualização sobre temas pertinentes e busque criar uma corrente de profissionais de áreas análogas para indicação, o que fará com que seja respeitado pelo grupo;

Cada um no seu quadrado – evite oferecer serviços para áreas que não são a sua especialidade, pois, cada um tem um ramo de atuação, que deve ser respeitado, o que gera muito mais respeito e troca de indicações;

Seja precavido - Esteja sempre munido de cartão de visita e/ou apresentações de sua empresa, pois nunca se sabe quando surgirá uma possibilidade de negócios ou uma pessoa que poderá se interessar pelos seus serviços no futuro;

Não exagere – Existe uma linha muito tênue entre ser uma pessoa de network e ser o chato, assim, se policie, veja se não está sendo muito invasivo. Lembrando que muitas vezes o simpático, pode estar forçando a amizade. Sempre respeite o limite do próximo!

Fernando BotturaExecutivo e fundador da GoWork (www.gowork.com.br), mantém em São Paulo nove unidades de escritórios compartilhados.

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Crescer rápido demais pode ser a morte do seu negócio http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/crescer-rapido-demais-pode-ser-a-morte-do-seu-negocio/119129/ http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/crescer-rapido-demais-pode-ser-a-morte-do-seu-negocio/119129/ Wed, 24 May 2017 13:33:01 -0300 Federico Vega Crescer rápido demais pode ser a morte do seu negócio

Será que a estrada em que você está seguindo está pronta para que você passe?

O objetivo de muitos empreendedores é fazer sua empresa crescer rápido, sempre dobrando de tamanho, acumulando resultados e faturamento, mas sua empresa ou mercado podem não estar preparados para esse momento, e isso, pode significar o fim do seu negócio.

Imagine que você esteja subindo uma escada de forma veloz, os primeiros degraus são excitantes, pois mostra sua evolução, as conquistas e te dão satisfação, mas você não fica só neles, continua subindo, até que a observa que a escada está sendo construída ainda, ela possui um final, mas você não consegue mais parar. A queda é inevitável.

Essa é a analogia que você deve fazer quando vê o crescimento de sua empresa. É uma sensação incrível ver ela dando os primeiros passos, caminhando de forma firme e alcançando resultados

Mas será que a estrada em que você está seguindo está pronta para que você passe? Bom, para que você não seja pego de surpresa e veja seu sonho desmoronando duas questões devem ser levadas em consideração: planejamento e paciência.

Ter os planos da sua empresa estabelecidos para o curto, médio e longo prazo é básico ao iniciar um empreendimento, se você não partir desse ponto, não conseguirá chegar a lugar nenhum. O ponto importante é que você precisa planejar também como agir se você evoluir rápido demais, saber os motivos desse crescimento serão de extrema necessidade. Algumas possibilidades são: alto investimento em mídia, mercado muito novo, público alvo reduzido e, até, questões sazonais. Se você não incluir isso em seu planejamento, não terá fôlego para manter o ritmo. E se entrar um ciclo de dificuldades sem esses planos pode fazer com que a queda seja impossível de parar.

Leve em conta interferências externas, localização, tamanho do mercado e até se ele está maduro para consumir seu serviço ou produto. Esse desenho é importante, pois vai te ajudar a entender qual a situação da estrada que você vai correr.

Por isso é crucial ter paciência! Em algum momento, um crescimento menor pode se mostrar necessário, pois te permitirá manter as coisas equilibradas. Existem análises mercadológicas que mostram que um crescimento entre 20 e 25% é o mais equilibrado, pois permitirá um faturamento forte e uma estrutura de colaboradores que acompanhe a demanda.

Por mais empolgante que seja ver sua empresa crescendo, você precisa ter os pés no chão, nem os maiores investidores do mundo acham benéfico um crescimento tão agressivo, pois sabem que pode ser um tiro no pé. Um crescimento menor, mas que dará mais tempo de vida a sua empresa é mais positivo, pois dará sustentação para sua companhia perante o mercado.

Federico Vega - CEO e Fundador da CargoX.

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Mães trabalhadoras podem ganhar direito a sacar FGTS no nascimento de filho http://www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/maes-trabalhadoras-podem-ganhar-direito-a-sacar-fgts-no-nascimento-de-filho/119128/ http://www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/maes-trabalhadoras-podem-ganhar-direito-a-sacar-fgts-no-nascimento-de-filho/119128/ Wed, 24 May 2017 13:10:01 -0300 Redação Mães trabalhadoras podem ganhar direito a sacar FGTS no nascimento de filho

Segundo o texto do senador Garibaldi Alves Filho (PMDB-RN), as mães poderão sacar de sua conta vinculada do FGTS até seis parcelas mensais, no valor de até um salário-mínimo

Em caso de nascimento de filho, mães trabalhadoras que dependam unicamente de si próprias para seu sustento e de seus dependentes poderão ter direito a sacar recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). A medida está prevista no Projeto de Lei do Senado (PLS) 443/2016, aprovado de forma terminativa na Comissão de Assuntos Sociais (CAS), nesta quarta-feira (24).

Segundo o texto do senador Garibaldi Alves Filho (PMDB-RN), as mães poderão sacar de sua conta vinculada do FGTS até seis parcelas mensais, no valor de até um salário-mínimo, durante o primeiro ano de vida da criança.

Para Garibaldi, a mudança na lei é necessária para garantir uma tranquilidade adicional à mãe e dar condições mínimas de desenvolvimento à criança. “De nada adianta a reserva em dinheiro se não puder ser utilizada nos momentos fundamentais da vida de uma pessoa. É preciso maximizar os benefícios desses créditos”, justificou. A relatora na CAS, senadora Angela Portela (PDT-RR), concordou integralmente com o texto.

Atualmente, a legislação do FGTS inclui 18 hipóteses que tornam possível o saque dos valores acumulados na conta vinculada ao trabalhador, como a demissão sem justa causa, aposentadoria ou idade igual ou superior a 70 anos, entre outras. O saldo é também muito utilizado para quitar ou pagar a entrada do financiamento da casa própria.

Durante a votação, a senadora Ana Amélia (PP-RR) ponderou que outras propostas semelhantes tiveram dificuldade de aprovação na Comissão de Educação (CE), o que pode ensejar um veto presidencial ao texto aprovado.

Se não houver recurso para análise do Plenário, a proposta segue para a Câmara.

Sabão

Também foi aprovado o PLS 331/2016, que torna menos rígida a legislação para a produção de sabonete artesanal ao incluí-la na Lei do Artesanato, o que dispensa a regulação da Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa). O texto também é terminativo.

De acordo com o senador Cidinho Santos (PR-MT), autor do texto, a atividade de saboaria artesanal é regida atualmente pela mesma lei a que ficam sujeitos medicamentos, insumos farmacêuticos, cosméticos e saneantes, regulados Anvisa. Essa atividade, no entanto, é feita sem o uso de máquinas, com componentes primários, como óleos e bases, e sem ingredientes usados pela indústria para alterar, por exemplo, o nível de hidratação, a coloração, o odor e a consistência do sabão.

Cidinho Santos considera que a legislação existente para a indústria cosmética, quando aplicada para o artesão de saboaria, torna inviável a regularização do setor. Para ele, essas barreiras contrariam o interesse público comum, já que o estímulo à atividade colaboraria para o crescimento de micro e pequenas empresas da área, além de valorizar os elementos de identidade e afirmação culturais presentes no artesanato de saboaria.

A relatora, senadora Regina Sousa (PT-PI) concordou que a submissão destes trabalhadores aos mesmos rigores das grandes empresas vai contra a Constituição, que prevê como livre o exercício de qualquer ofício ou profissão.

Laringe

A inclusão do equipamento “Laringe Eletrônica”, utilizado em casos de larigectomia total, na tabela do Sistema Único de Saúde (SUS), será discutida em audiência pública. O requerimento aprovado lista os seguintes convidados: Elisa Vieira, presidente e fonoaudióloga da Associação de Câncer de Boca e Garganta (ACBG); Melissa Ribeiro vice-presidente da ACBG; Inês Gadelha, coordenadora geral de Doenças Crônicas do Ministério da Saúde; e Sandro Martins, coordenador do Departamento de Atenção Especializada e Temática do Ministério da Saúde.

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CCJ aprova PEC que isenta de impostos medicamentos de uso humano http://www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/ccj-aprova-pec-que-isenta-de-impostos-medicamentos-de-uso-humano/119127/ http://www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/ccj-aprova-pec-que-isenta-de-impostos-medicamentos-de-uso-humano/119127/ Wed, 24 May 2017 12:40:01 -0300 Redação CCJ aprova PEC que isenta de impostos medicamentos de uso humano

O objetivo é diminuir o valor dos medicamentos, garantindo mais condições de acesso aos brasileiros a produtos essenciais por sua natureza

Todos os medicamentos de uso humano poderão ficar isentos de impostos, ou seja, dos tributos desvinculados do financiamento de atividades específicas do setor público. É o que determina a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 2/2015, do senador Reguffe (sem partido-DF), aprovada nesta quarta-feira (24) pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ). O texto segue agora para exame em Plenário, onde passará por discussão e votação em dois turnos.

O autor esclarece na justificação que o objetivo é diminuir o valor dos medicamentos, garantindo mais condições de acesso aos brasileiros a produtos essenciais por sua natureza. “O que observamos hoje em dia é que os remédios são considerados como uma fonte de receita tributária fácil de arrecadar, fazendo com que muitas das vezes se busque, a partir da sua alta tributação, fazer ‘caixa’ para os governos”, diz o senador na justificativa da proposta.

O texto teve como relatora a senadora Simone Tebet (PMDB-MS), que sugeriu emendas. No projeto original, Reguffe defende a alteração do artigo 150 da Constituição Federal para que todos os medicamentos de uso humano fiquem isentos de qualquer tipo de tributo. Isso livraria os produtos inclusive da cobrança das contribuições sociais instituídas pelo governo federal. A relatora apresentou emenda alterando o texto para que a imunidade seja aplicada apenas aos impostos, que são arrecadados para cobrir qualquer tipo de despesa pública, a exemplo do Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias (ICMS), na esfera estadual.

Transição

Outra emenda define uma transição, para que a aplicação de imunidade ocorra de forma gradual. A ideia é que haja uma redução anual de 20% das alíquotas incidentes sobre medicamentos na data de publicação da futura emenda constitucional, até atingir 100% dentro de cinco anos.

A relatora acrescentou ainda ao texto dispositivo que determina a análise, por meio de órgãos competentes do Poder Executivo federal, dos preços dos medicamentos. A intenção é verificar se a imunidade tributária adotada estará sendo realmente repassada ao valor dos produtos.

Perenidade

Simone esclareceu, em relação ao Imposto sobre Importação (II), que hoje as alíquotas aplicadas a remédios são baixas e podem até chegar a zero, tratamento dado a produtos essenciais. Em função da tributação atual, frisou que esse imposto não repercute nos preços de venda ao consumidor final. Contudo, salientou que a aprovação da PEC deixará perene o benefício fiscal.

Quanto às alíquotas internas do ICMS incidentes sobre medicamentos, Simone observou que podem alcançar 20%. Porém, em virtude de o ICMS ser calculado “por dentro” (o valor do tributo é computado na base de cálculo do próprio imposto), na prática a alíquota efetiva incidente na operação é maior que a nominal.

A relatora salienta ainda que o ICMS, a exemplo do IPI, também deve ser cobrado com base no critério da seletividade, o que exigiria a adoção de alíquotas menores ou mesmo isenção, devido à essencialidade dos remédios. Apesar disso, ela diz que os estados nem sempre seguem esse princípio constitucional para todos os medicamentos.

Contribuições

Ao comentar sobre as contribuições sociais, que continuarão a incidir sobre os remédios, Simone justificou que estender a imunidade a esses tributos significaria retirar receitas da Seguridade Social, que engloba saúde, previdência e assistência social. A Contribuição Social para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) é fonte específica para o financiamento dessas despesas.

As contribuições ainda incluem, entre outras, as que financiam o Programa de Integração Social (PIS) e o Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep).

Alquimia

Em defesa da proposta de Reguffe, a senadora observou que é inócua a ciência médica, “se muita gente ainda morre pela falta de acesso ao remédio, e não pela doença que inspirou a sua alquimia e calculou a sua posologia”.

- Nos males físicos e existenciais, se a dor é consequência, a falta de acesso ao remédio não pode continuar sendo causa. Por isso, todo remédio que tarda em se tornar um contraponto à dor e à morte tem seu prazo de validade vencido – disse a senadora.

Antecedente

Em novembro de 2014, a PEC 115/2011, que também proibia a cobrança de impostos sobre medicamentos de uso humano, foi rejeitada pela CCJ.

A PEC era uma iniciativa do senador Paulo Bauer (PSDB-SC) e contou com o voto pela aprovação do relator, senador Luiz Henrique (PMDB-SC), na forma de substitutivo. Mas prevaleceu na CCJ a posição do governo, contrária à proposta.

Na ocasião, a senadora Gleisi Hoffmann (PT-RR) afirmou que a redução de carga tributária prevista na PEC resultaria em impacto negativo sobre os orçamentos estaduais e municipais.

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Como o Brasil pode avançar no atendimento ao cliente? http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/como-o-brasil-pode-avancar-no-atendimento-ao-cliente/119115/ http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/como-o-brasil-pode-avancar-no-atendimento-ao-cliente/119115/ Wed, 24 May 2017 12:01:01 -0300 Tatiana Piloto Como o Brasil pode avançar no atendimento ao cliente?

A qualidade do atendimento ao cliente tem avançado ao longo dos últimos anos, mas ainda não consegue acompanhar com plenitude às expectativas

Não é segredo que o atendimento ao cliente no Brasil precisa avançar. Principalmente quando estamos falando sobre o tempo de espera que o cliente enfrenta até ser atendido. Apesar de uma queda de 57% na média, entre 2015 e 2016, o tempo de espera ainda é o fator que gera a principal reclamação do brasileiro, uma vez que cerca de 80% dos consumidores demonstram algum nível de insatisfação com o fato.

A qualidade do atendimento ao cliente tem avançado ao longo dos últimos anos, mas ainda não consegue acompanhar com plenitude às expectativas. Isso acontece porque hoje temos um novo tipo de consumidor - atual, super conectado e, consequentemente, muito exigente e ansioso. Ele quer soluções rápidas, respostas diretas e o mesmo nível de serviço em todos os canais de comunicação ao seu alcance. Para conseguir atender essa demanda, as empresas precisam estar preparadas para todo perfil de cliente e atuar com excelência em todos os seus canais.

Mas como?

Se a espera é a principal crítica ao setor, o primeiro passo deve ser sanar o problema. Uma opção que pode aprimorar sensivelmente esse ponto é o retorno de chamada, que dispensa a necessidade do cliente permanecer esperando o atendimento na linha - a empresa liga para ele quando chegar sua vez na fila. A prática já é muito comum nos Estados Unidos, resultando em uma queda de até 32% no número de ligações encerradas antes da solução do problema. Além disso, os clientes que não precisam esperar na linha costumam estar mais tranquilos, o que gera um diálogo melhor com o atendente e uma percepção mais positiva sobre todo o processo.

Outra estratégia muito interessante para a redução no tempo de espera é oferecer alternativas sólidas de autoatendimento. O uso de inteligência artificial e machine learning permite que as questões mais simples e comuns da rotina de uma empresa possam ser respondidas sem a necessidade de envolver um agente, o que irá melhorar todo o relacionamento entre companhias e consumidores, por oferecer um conteúdo que permita ao próprio cliente resolver seus problemas, de forma mais rápida e direta, deixando os atendentes focados nas questões mais complexas, que realmente demandam sua atenção e expertise.

Tendo a espera minimizada, o próximo passo será humanizar o atendimento. Cabe à empresa entender o consumidor e preparar os profissionais para lidar com cada situação de uma maneira singular. Em um atendimento direto por telefone, chat, uma troca de e-mails ou interação em mídias sociais, não há nada de errado em usar um tom bem humorado, leve, caso haja abertura para isso. Por outro lado, um cliente mais irritado deve ter sua demanda respondida da forma mais rápida e direta possível.

As empresas precisam, ainda, de uma comunicação eficiente em todos os seus canais. E se o mundo conectado resultou em um consumidor mais exigente, ele também trouxe as soluções para lidar com ele. O uso de plataformas que integram os diferentes canais de comunicação de uma empresa é certamente um diferencial para que a companhia seja capaz de manter a excelência em todas as formas de contato com o consumidor.

O cliente de hoje é imediatista, bem informado e procura sempre uma posição de protagonismo. Ele não quer mais apenas consumir produtos e serviços, mas se sentir um membro importante das operações da empresa. As companhias precisam posicionar o consumidor como centro de sua operação. É ele quem deve sempre ser o foco da conversa, o protagonista da interação. À empresa cabe apresentar soluções rápidas, por meio de uma comunicação simples, direta e, acima de tudo, honesta. Essa é a única forma de criar uma relação de confiança entre empresa e consumidor, que ainda é a melhor ferramenta de fidelização existente no mercado.

Tatiana Piloto — Diretora de Vendas da Zendesk e falará mais sobre este e outros temas, ligados ao relacionamento com o cliente, na Zendesk Presents: São Paulo, conferência com os maiores nomes do mercado, que acontece no Hotel Unique, de 8h às 18h, do próximo dia 8 de junho.

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Dívida pública sobe 0,32% em abril e fica em R$ 3,23 trilhões http://www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/divida-publica-sobe-032-em-abril-e-fica-em-r-323-trilhoes/119121/ http://www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/divida-publica-sobe-032-em-abril-e-fica-em-r-323-trilhoes/119121/ Wed, 24 May 2017 11:40:01 -0300 Kelly Oliveira Dívida pública sobe 0,32% em abril e fica em R$ 3,23 trilhões

A Dívida Pública Mobiliária Federal interna (DPMFi), que é a parte da dívida pública que pode ser paga em reais, teve seu estoque ampliado em 0,30%, ao passar de R$ 3,113 trilhões para R$ 3,123 trilhões

A Dívida Pública Federal, que inclui o endividamento interno e externo do Brasil, aumentou em abril. O estoque da dívida apresentou aumento de 0,32%, passando de R$ 3,234 trilhões, em março, para R$ 3,244 trilhões, em abril, informou hoje (24) a Secretaria do Tesouro Nacional do Ministério da Fazenda.

A Dívida Pública Mobiliária Federal interna (DPMFi), que é a parte da dívida pública que pode ser paga em reais, teve seu estoque ampliado em 0,30%, ao passar de R$ 3,113 trilhões para R$ 3,123 trilhões, devido aos gastos com juros, no valor de R$ 21,75 bilhões, descontado pelo resgate líquido, no valor de R$ 12,37 bilhões.

Com relação ao estoque da Dívida Pública Federal Externa, captada do mercado internacional, houve aumento de 0,81% sobre o estoque apurado em março, encerrando o mês de abril em R$ 121,28 bilhões (US$ 37,92 bilhões). "A variação ocorreu principalmente devido à desvalorização do real frente às principais moedas que compõem o estoque da dívida externa", diz relatório do Tesouro.

A variação do endividamento do Tesouro pode ocorrer por meio da oferta de títulos públicos em leilões pela internet (Tesouro Direto) ou pela emissão direta. A variação pode ocorrer também pela assinatura de contratos de empréstimo. Neste caso, o Tesouro toma empréstimo de uma instituição ou de um banco de fomento, destinado a financiar o desenvolvimento de uma determinada região. Já a redução do endividamento se dá, por exemplo, pelo resgate de títulos.

De acordo com o Plano Anual de Financiamento (PAF), a dívida pública poderá fechar este ano entre R$ 3,45 trilhões e R$ 3,65 trilhões.

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CNI: produção cai e indústria enfrenta dificuldades para sair da recessão http://www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/cni-producao-cai-e-industria-enfrenta-dificuldades-para-sair-da-recessao/119125/ http://www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/cni-producao-cai-e-industria-enfrenta-dificuldades-para-sair-da-recessao/119125/ Wed, 24 May 2017 11:20:01 -0300 Andreia Verdélio CNI: produção cai e indústria enfrenta dificuldades para sair da recessão

O emprego e o nível de utilização da capacidade instalada também recuaram no mês passado e os empresários estão menos otimistas em relação a emprego, demanda, exportações e compra de matéria-prima

Depois da leve recuperação registrada em março, a produção da indústria brasileira voltou a cair em abril. Segundo a Sondagem Industrial, divulgada hoje (24) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), o setor ainda encontra dificuldades para superar a "recessão econômica" enfrentada pelo país.

O emprego e o nível de utilização da capacidade instalada também recuaram no mês passado e os empresários estão menos otimistas em relação a emprego, demanda, exportações e compra de matéria-prima. O indicador de evolução da produção caiu para 41,6 pontos, o de número de empregados ficou em 47 pontos e o de utilização da capacidade instalada, em relação ao usual, diminuiu pra 36,6 pontos.

Os indicadores da pesquisa variam de zero a 100 pontos. Quando estão abaixo de 50 pontos revelam queda. e acima de 50, crescimento.

O estudo destaca que os feriados são responsáveis por parte das quedas registradas no mês. Abril teve 17 dias úteis, ante 23 dias de março. "Embora seja comum uma diminuição da atividade entre os meses de março e abril, a queda registrada em 2017 foi mais intensa do que a usual", diz o estudo.

Expectativa dos empresários

Segundo a CNI, o fraco desempenho reduziu o otimismo dos empresários e a perspectiva é de mais demissões na indústria. Em maio, o indicador de expectativa sobre o número de empregados caiu para 48,7 pontos e continua abaixo da linha divisória dos 50 pontos, que separa o otimismo do pessimismo. Embora estejam acima dos 50 pontos, os indicadores de expectativas para os próximos seis meses sobre a demanda, a quantidade exportada e a compra de matérias-primas recuaram um pouco.

“Sem grandes perspectivas de melhora no cenário econômico, os empresários continuam pouco dispostos a investir”, diz a confederação.

O índice de intenção de investimentos para os próximos seis meses ficou em 46,6 pontos em maio, uma queda de 0,4 ponto na comparação com abril. "Apesar do aumento de 7,2 pontos na comparação com o ano passado, as intenções de investir seguem baixas", afirma a pesquisa.

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Programas de lealdade no varejo aumentam a fidelização do cliente http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/programas-de-lealdade-no-varejo-aumentam-a-fidelizacao-do-cliente/119114/ http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/programas-de-lealdade-no-varejo-aumentam-a-fidelizacao-do-cliente/119114/ Wed, 24 May 2017 11:00:00 -0300 Carlos André Programas de lealdade no varejo aumentam a fidelização do cliente

O dinheiro investido em um cliente fidelizado sempre será mais rentável que o dinheiro investido em um novo cliente

Com a quantidade de dados que sistemas são capazes de gerar hoje, gestores do setor de varejo ainda precisam descobrir o que está por trás dessa quantidade massiva de operações. No Brasil, esse cenário é mais desafiador, porque grandes redes varejistas cresceram rapidamente e, muitas vezes, sem integrar plataformas, ou capturar dados de maneira mais adequada.

Uma das alternativas que têm despontado é a utilização de programas de lealdade, que combinam diversas tecnologias em uma plataforma de gestão do cliente, que permite integrar ofertas com engajamento, gamificação e socialização.

E por que a lealdade é importante no varejo? Veja alguns pontos importantes:

É possível aumentar a recorrência de vendas. Um consumidor bem engajado com uma marca vai gastar entre 50% e 70% do seu orçamento mensal com um único estabelecimento. Se o varejista direcionar seus esforços para aproximar mais ainda esse consumidor, ao invés de tentar adquirir novos consumidores, esta equação será positiva – especialmente também se tiver uma boa plataforma de lealdade guiando a estratégia a partir das preferências do consumidor.

E o dinheiro investido em um cliente fidelizado sempre será mais rentável que o dinheiro investido em um novo cliente. Isso porque você não conhece esse cliente novo ou suas preferências. Ou seja, é bem difícil que uma oferta genérica o leve a gastar em uma loja da qual ele nunca comprou.

Lealdade sem “carteirinha”. As empresas não precisam ter um programa de fidelização tradicional para construir um modelo de lealdade. Um bom exemplo é o Walmart nos Estados Unidos. A partir do app que o cliente utiliza no seu smartphone, a empresa mapeia preferências de consumo e passa a enviar ofertas customizadas, aumentando as chances de ganhar a lealdade do cliente por meio de uma estratégia que vai além do preço.

Precificação inteligente. Alguns varejistas têm usado programas de lealdade para enviar ofertas segmentadas apenas para clientes-alvo. Essas ofertas são enviadas por smartphone e, se ligadas à geolocalização, podem chegar quando o usuário está na gôndola – aumentando a chance de conversão, e dificultando o rastreio do preço pela concorrência.

Programas de lealdade geram mais do que seus próprios produtos. Varejistas podem vender mais do que seus próprios produtos quando contam com estratégias de lealdade. Os insights gerados na coleta e na análise dos dados originados nos programas de lealdade e outros ativos intangíveis podem valer bilhões no mercado.

Os melhores programas de lealdade são mais que programas. Os varejistas que implementarem programas de lealdade que funcionem como estratégias horizontais dentro da organização terão mais sucesso. Os gestores que integram os programas de lealdade com dados, obtêm insights que auxiliam na direção de investimentos e no emprego de recursos humanos em toda a organização.

A experiência é melhor que a recompensa. Programas de lealdade precisam garantir a melhoria da experiência do consumidor. Recompensas e estratégias de lealdade devem ser enxergados como um meio para um objetivo maior – e esse objetivo deve ser entregar uma melhor experiência de compra ao consumidor.

Já foi o tempo em que o varejo conseguia reter clientes com brindes padronizados sem qualquer tipo de avaliação sobre sua relevância para o cliente. Hoje as empresas precisam conhecer a fundo o consumidor, bem como seu comportamento e suas preferências, para gerar engajamento e verdadeira lealdade à marca, não apenas inscritos em um programa de fidelidade.

Carlos André - CEO da Loyalty Sci

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WannaCry: a ameaça não acabou http://www.administradores.com.br/noticias/tecnologia/wannacry-a-ameaca-nao-acabou/119120/ http://www.administradores.com.br/noticias/tecnologia/wannacry-a-ameaca-nao-acabou/119120/ Wed, 24 May 2017 10:40:01 -0300 Eduardo Bernuy Lopes WannaCry: a ameaça não acabou

Embora o susto aparentemente tenha passado e os infectados já tenham retomado suas atividades, o que a maioria não sabe é que o dano poderia ser muito maior

Lembram do ataque cibernético no último dia 12 de maio que atingiu mais de 345 mil dispositivos em 150 países em cinco dias após o incidente? Estima-se que 97% dos dados as máquinas infectadas foram criptografados, gerando pedidos de resgate. Até esta data, os prejuízos do ransomware somavam mais de US$ 112 mil, o equivalente a cerca de R$ 365 mil e já existem mais de 320 variantes do WannaCrypt original.

Embora o susto aparentemente tenha passado e os infectados já tenham retomado suas atividades, o que a maioria não sabe é que o dano poderia ser muito maior. A quantidade de dados vazados pela NSA equivale a mais 8 ataques, além do que ocorreu no dia 12 de maio. Assustador, não?

Entretanto, o que é mais espantoso é o despreparo das empresas em relação a este tipo de incidente, uma vez que novas vulnerabilidades são descobertas, disponibilizadas e até comercializadas diariamente. Além disso, não é novidade para ninguém que todos os dias surgem ameaças cada vez mais avançadas.

O WannaCry ou WannaCrypt surgiu a partir de uma invasão realizada em 2016 na Agência Nacional de Segurança (NSA) norte-americana. O grupo de hackers Shadow Brokers alegou o roubo da “suíte” de invasão apelidada de FuzzBunch, que possuía o EternalBlue, desenvolvido em 2013 e usado pela NSA para espionagens em ambientes com sistemas operacionais da Microsoft. Diversas fontes afirmam que foram localizados links do malware com a Coreia do Norte. O EternalBlue serviu de base para a criação do WannaCry, porém outras ferramentas do tipo também estavam no “pacote” invadido pelo grupo hacker.

Ainda em 2016, o Shadow Brokers publicou na deep web um leilão do ransomware WannaCry, com o EternalBlue incorporado em seu código fonte, com a proposta de 1 milhão de Bitcoins. Sem sucesso, em janeiro de 2017 foi realizada uma nova oferta de ferramentas de espionagem exclusivas para sistemas Windows, incluindo o WannaCry. Desta vez o valor chegava a 100 Bitcoins (US$ 80 mil).

Ao descobrir a vulnerabilidade, a Microsoft disponibilizou diversas atualizações de segurança em março de 2017. A instalação do patch e atualização do sistema teriam evitado a infecção nas máquinas atingidas. Entretanto, as atualizações para as versões Windows XP, 8 Server 2003 e 2008 só foram disponibilizadas em 13 de maio.

O que também muita gente não sabe é que as primeiras infecções causadas pelo WannaCry foram feitas por meio de redes BOTNET que realizavam varreduras em IPs da internet a fim de verificar vulnerabilidades em relação ao patch de segurança disponibilizado pela Microsoft em março deste ano, sem precisar da interação “humana” como por exemplo ataques de phishing. Após contaminar a máquina, o malware se encarrega de localizar outras máquinas vulneráveis na mesma rede e propaga o vírus.

Apesar de todo o histórico, as infecções ocorreram por falhas simples de segurança, que poderiam ter sido evitadas com a atualizações constantes do sistema operacional e aplicativos, além da implantação de políticas de segurança mais assertivas. A falta de atenção quanto a e-mails e programas maliciosos, algo que é utilizado há tanto tempo pelos invasores, revela que a proteção dos dados precisa ser levada mais a sério por usuários e empresas.

Para quem ainda não se protegeu, mas se safou do ataque, é fundamental instalar todas as atualizações disponibilizadas pela Microsoft, antivírus e demais programas utilizados. Outra dica é usar o firewall de forma mais inteligente, desabilitando o protocolo SMB das máquinas com o auxílio deste tutorial. Se o sistema operacional utilizado não possui mais suporte, é possível instalar os patchs de segurança emergenciais disponibilizados pela Microsoft. Se você foi atingido, garanta que o dispositivo infectado seja formatado antes de restaurar o backup dos dados, caso tenha. No caso de empresas, além de todas estas ações, recomenda-se a manutenção constante de toda a rede por profissionais ou empresas confiáveis que avaliem todos os gargalos a fim de implementar as melhores soluções de acordo com a necessidade de cada negócio.

Os ataques só são bem sucedidos porque recomendações teoricamente óbvias como estas não são seguidas por empresas e usuários. Que tal dar mais atenção a segurança dos seus dados desde já? Os ataques não possuem aviso prévio. Vai esperar pelo próximo?

Eduardo Bernuy LopesEduardo Bernuy Lopes fundou a REDBELT em 2009 e é o CSO responsável pela RED SAFE, divisão de segurança da informação da companhia. Nesta função, é responsável pela coordenação de projetos e soluções relacionadas à segurança da informação.

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Confiança do Consumidor aumenta 2 pontos em maio http://www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/confianca-do-consumidor-aumenta-2-pontos-em-maio/119116/ http://www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/confianca-do-consumidor-aumenta-2-pontos-em-maio/119116/ Wed, 24 May 2017 10:20:01 -0300 Nielmar de Oliveira Confiança do Consumidor aumenta 2 pontos em maio

A percepção dos consumidores quanto à situação atual permaneceu estável em maio, mas houve melhora das expectativas em relação ao futuro

O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) avançou 2 pontos de abril para maio e acumula alta de 11,1 pontos nos primeiros cinco meses do ano indo a 84,2 pontos. Os dados foram divulgados hoje (24) pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV).

A evolução favorável da confiança dos consumidores em maio recupera parte da queda de 3,1 pontos no mês anterior, quando o índice atingiu 82,2 pontos. Para a coordenadora da Sondagem do Consumidor da FGV, Viviane Seda Bittencourt, “o resultado foi influenciado pela melhora das expectativas com relação à situação financeira das famílias e o ímpeto de compras, ambos os quesitos positivamente influenciados pela inflação mais baixa e os juros nominais em queda”.

Viviane lembra, porém, que ainda não foram registradas as consequências da delação dos irmãos Joesley e Wesley Batista, com acusações contra o presidente Michel Temer, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) e o deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR), entre outras pessoas.

“O aprofundamento da crise política no país a partir do dia 17 ainda não foi detectado na pesquisa deste mês, embora o resultado da coleta de dados posterior a esta data sinalize que o aumento de incertezas no ambiente político possa motivar uma maior cautela dos consumidores nos próximos meses”, declarou.

De acordo com o critério da pesquisa, quando o índice fica abaixo de 100 pontos, a interpretação técnica é de que os entrevistados estão pessimistas e quando fica acima, estão otimistas.

Análise dos dados

A percepção dos consumidores quanto à situação atual permaneceu estável em maio, mas houve melhora das expectativas em relação ao futuro. O Índice da Situação Atual (ISA) registrou queda de 0,3 ponto, para 70,5 pontos, e o Índice de Expectativas (IE) avançou 3,5 pontos, atingindo 94,6 pontos.

No que diz respeito à situação das famílias, o indicador de situação financeira atual apresentou um recuo de 1,3 ponto, atingindo 64,1 pontos. Foi a maior queda desde dezembro de 2016.

Embora o nível de satisfação dos consumidores em relação à situação financeira familiar ainda esteja baixo e venha registrando quedas há dois meses, as expectativas em relação aos próximos meses voltou a melhorar e atinge 95,5 pontos - o maior nível desde outubro de 2014.

“Com melhores perspectivas sobre as finanças familiares, os consumidores também responderam de forma mais favorável ao quesito que mede o ímpeto por compras de bens duráveis, que exerceu a maior influência sobre o Índice de Confiança do Consumidor no mês, com alta de 7,4 pontos, para 78,5 pontos”. Em maio, o indicador recuperou a queda de 7,2 pontos apresentada em abril.

Faixas de renda

Nas famílias com renda mensal até R$ 2,1 mil e acima de R$ 9,6 mil, a confiança subiu, recuperando a queda ocorrida no mês anterior. Já as famílias com renda mensal entre R$ 2,1 mil e R$ 4,8 mil registraram novas perdas.

“Essa queda é consequência de uma piora da situação financeira familiar, que atingiu o menor nível já apresentado para este quesito entre todas as rendas: 40 pontos", afirmou Viviane.

A edição de maio de 2017 coletou informações de 1970 domicílios entre os dias 2 e 20 de maio. A próxima divulgação da Sondagem do Consumidor ocorrerá em 26 de junho de 2017.

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Índice de Preços ao Consumidor Semanal sobe em cinco de sete capitais http://www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/indice-de-precos-ao-consumidor-semanal-sobe-em-cinco-de-sete-capitais/119118/ http://www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/indice-de-precos-ao-consumidor-semanal-sobe-em-cinco-de-sete-capitais/119118/ Wed, 24 May 2017 10:00:01 -0300 Nielmar de Oliveira Índice de Preços ao Consumidor Semanal sobe em cinco de sete capitais

A informação foi divulgada hoje (24), pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (Ibre/FGV) que atribui a alta à elevação de preços em cinco das sete capitais do país em que é feita na pesquisa

A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) subiu 0,05 ponto percentual, ao passar de 0,3% para 0,35% entre a semana encerrada em 15 de maio e a encerrada no último dia 22.

A informação foi divulgada hoje (24), pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (Ibre/FGV) que atribui a alta à elevação de preços em cinco das sete capitais do país em que é feita na pesquisa.

A maior alta entre as capitais foi registrada no Recife, cuja elevação de preços foi de 0,84%, seguida por Porto Alegre (0,5%) e Rio de Janeiro (0,38%).

A menor variação, abaixo da média, foi em Salvador, onde os preços ficaram praticamente estáveis, em 0,02%. Em seguida vem Brasília, com alta de 0,7%, e Belo Horizonte com 0,2%. Em São Paulo a alta foi igual ao índice geral, de 0,35%.

Menores inflações

A estabilidade registrada em Salvador refletiu inflação negativa de preços de quatro dos oito grupos que compõem o indicador, com destaque para alimentação, cuja deflação em relação à semana anterior foi de -0,59%; vestuário (-1,02%); e transporte, que fechou com variação negativa de 1,06%.

Em Brasília, houve inflação negativa em três dos oito grupos: educação, leitura e recreação (-1,11%); vestuário (-0,76%); e transporte (-0,64%). Os preços dos alimentos, que subiram apenas 0,01%, também influenciaram a estabilidade.

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Lucro da Caixa cresce 81,8% no primeiro trimestre deste ano http://www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/lucro-da-caixa-cresce-818-no-primeiro-trimestre-deste-ano/119119/ http://www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/lucro-da-caixa-cresce-818-no-primeiro-trimestre-deste-ano/119119/ Wed, 24 May 2017 09:40:01 -0300 Andreia Verdélio Lucro da Caixa cresce 81,8% no primeiro trimestre deste ano

O índice de inadimplência encerrou o trimestre em 2,83% com redução de 0,7 p.p em 12 meses

A Caixa Econômica Federal registrou lucro líquido de R$ 1,5 bilhão no primeiro trimestre deste ano, com crescimento de 81,8% em relação ao mesmo período do ano passado. Segundo o balanço divulgado hoje (24) pela instituição, o aumento do lucro líquido foi gerado pelo crescimento das receitas com operações de crédito, diminuição nas despesas com captação de recursos, avanço nas receitas com prestação de serviços e controle das despesas com pessoal, administrativas e operacionais.

O índice de inadimplência encerrou o trimestre em 2,83% com redução de 0,7 p.p em 12 meses, permanecendo abaixo da média de mercado de 3,84%, segundo o banco.

Ao final de março, a Caixa possuía R$ 2,2 trilhões em ativos administrados, com destaque para seus ativos próprios, que totalizaram R$ 1,3 trilhão, avanço de 3,2% em 12 meses. O índice de Basileia encerrou o período em 13,6%, acima do limite regulamentar de 10,5%. Esse percentual indica a capacidade do banco de emprestar, levando-se em consideração os recursos próprios e a ponderação de riscos.

Lucro líquido

A carteira de crédito alcançou saldo de R$ 715,0 bilhões, crescimento de 4,5% em 12 meses e participação de 22,8% no mercado. “O crescimento das operações de habitação, saneamento e infraestrutura, e crédito consignado, foram os principais responsáveis pela evolução da carteira no período”, diz a Caixa, em nota.

A carteira imobiliária, principal segmento de crédito da Caixa, alcançou saldo de R$ 412,9 bilhões, aumento de 6,0% em 12 meses. Esse salto representa 67,5% do mercado. As operações de saneamento e infraestrutura apresentaram saldo de R$ 78,9 bilhões, avanço de 8% em 12 meses.

As operações comerciais com pessoas físicas e pessoas jurídicas totalizaram R$ 189,6 bilhões, redução de 4,1% em 12 meses, impactadas, principalmente, pelo segmento pessoa jurídica, que apresentou queda de 7,8%.

As receitas com prestação de serviços cresceram 13,7% em relação ao primeiro trimestre do ano passado, totalizando R$ 6,0 bilhões. Os principais destaques foram as receitas de crédito, administração de fundos de investimento e convênios e cobrança que cresceram, respectivamente, 21,6%, 19,1% e 17,3% em 12 meses.

As outras despesas administrativas diminuíram 1,8% em comparação ao primeiro trimestre de 2016, segundo a Caixa, reflexo de ações focadas na melhoria da eficiência operacional. As despesas de pessoal foram impactadas pelo Plano de Demissão Voluntária Extraordinária e cresceram 17,2%. Sem esse efeito, segundo o banco, as despesas de pessoal aumentariam 6,1%.

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