Administradores.com - Notícias http://www.administradores.com.br/ Últimas notícias do Administradores.com pt-br Copyright 2017 Wed, 16 Aug 2017 17:20:01 -0300 Mudança da meta não afeta avaliação sobre o Brasil no curto prazo, diz Moody’s //www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/mudanca-da-meta-nao-afeta-avaliacao-sobre-o-brasil-no-curto-prazo-diz-moodys/120861/ //www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/mudanca-da-meta-nao-afeta-avaliacao-sobre-o-brasil-no-curto-prazo-diz-moodys/120861/ Wed, 16 Aug 2017 17:20:01 -0300 Wellton Máximo Mudança da meta não afeta avaliação sobre o Brasil no curto prazo, diz Moody’s

A mudança na meta de déficit para o próximo ano, que saltará de R$ 129 bilhões para R$ 159 bilhões, fará o resultado negativo nas contas públicas aumentar para 2,2% do PIB em 2018

A elevação da meta de déficit fiscal deste ano de R$ 139 bilhões para R$ 159 bilhões não afeta a avaliação sobre o Brasil no curto prazo, informou hoje (16) a agência de classificação de risco Moody’s. Em nota, a agência destacou que a revisão da meta fiscal não deverá impactar a nota do país nos próximos meses, mas advertiu para o risco de a dívida pública explodir nos próximos anos caso o governo não consiga avançar na aprovação de reformas estruturais.

“A magnitude da revisão em 2017 não afeta materialmente nosso cenário-base”, escreveu a analista sênior para ratings soberanos da Moody's, Samar Maziad. No texto, ela destacou que o aumento do déficit primário em 2018 atrasará o controle do governo sobre a dívida pública, mas considerou que o principal perigo é a não aprovação de reformas como a da Previdência Social.

“Nossas projeções incorporavam um déficit fiscal primário de 2,4% do PIB [Produto Interno Bruto, soma das riquezas produzidas no país] em 2017, mas nossa estimativa para 2018 era de um déficit fiscal de 1,7% do PIB. Uma trajetória mais lenta de consolidação fiscal em 2018-2020 é um desdobramento negativo de crédito”, destacou a analista da Moody’s.

A mudança na meta de déficit para o próximo ano, que saltará de R$ 129 bilhões para R$ 159 bilhões, fará o resultado negativo nas contas públicas aumentar para 2,2% do PIB em 2018, de acordo com a agência. Apesar disso, a analista da Moody’s ressaltou que as perspectivas para a nota do Brasil no médio prazo serão mais afetadas pela evolução das reformas propostas do que pelas metas fiscais de curto prazo.

“Se aprovada, a reforma da Previdência reduzirá o crescimento das despesas do governo, contribuindo para a restauração da sustentabilidade fiscal e para contenção do aumento da dívida pública”, acrescentou a analista.

Ontem, a agência Standard & Poor’s (S&P) retirou a perspectiva negativa da nota de crédito do Brasil logo após o anúncio da mudança da meta. Em comunicado, a agência informou que o cenário político melhorou após a rejeição, pela Câmara dos Deputados, da denúncia contra o presidente Michel Temer e que o governo conseguiu aprovar a reforma trabalhista.

Em maio, a S&P tinha posto o Brasil em observação após a divulgação de denúncias contra Temer. Tanto a S&P como a Moody’s mantêm o Brasil duas notas abaixo do grau de investimento (garantia de que o governo brasileiro não dará calote na dívida pública). Abaixo dessa categoria, está o grau especulativo, no qual a probabilidade de deixar de pagar a dívida pública sobe à medida que a nota diminui. Quando um país dá calote, os títulos passam a ser considerados como de lixo. O mesmo vale para as empresas.

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Operações financeiras entre empresas cai no primeiro semestre do ano //www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/operacoes-financeiras-entre-empresas-cai-no-primeiro-semestre-do-ano/120860/ //www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/operacoes-financeiras-entre-empresas-cai-no-primeiro-semestre-do-ano/120860/ Wed, 16 Aug 2017 17:01:01 -0300 Flávia Albuquerque Operações financeiras entre empresas cai no primeiro semestre do ano

Mais da metade (55,76%) das operações foi para aquisição de controle

O volume de operações financeiras (transações) entre as empresas caiu 46,8% no primeiro semestre de 2017 em comparação ao mesmo período de 2016. Já o número de operações, caiu 25,5% no mesmo período, também comparado a 2016. De acordo com dados divulgados hoje (16) pela Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiros e de Capitais (Anbima), as transações entre as empresas brasileiras totalizaram os R$ 12,5 bilhões nos primeiros seis meses do ano, o que representa 31% do total negociado.

“Essa queda aconteceu por conta de transações menores. Cabe destacar que a comparação que estamos fazendo é feita com o primeiro semestre de 2016, que foi um ano bastante forte, o ano de maior volume desde 2011. O que notamos é que há interesse dos investidores e que os estrangeiros continuam atentos ao Brasil, e há um ambiente favorável que deve permitir a retomada [da economia]”, disse o coordenador do Subcomitê de Fusões e Aquisições da Anbima, Dimas Megna.

De acordo com o balanço da entidade, mais da metade (55,76%) das operações foi para aquisição de controle. No primeiro semestre do ano passado, essas operações representaram 60,54% do total. Maior número de operações do semestre (61,4%) se concentrou na faixa abaixo de R$ 100 milhões.

Entre os setores que se destacaram no volume de operações, mineração aparece com aumento de 22,50% em relação ao primeiro semestre do ano passado, seguido de metalurgia e siderurgia, que cresceu 16,89%, e alimentos e bebidas, 19,01%.

Quando analisado o crescimento do número de operações, lideram a lista assistência médica e produtos farmacêuticos (20,5%), seguido de TI/Telecom (11,4%).

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Como o estilo de vida conectado impulsionará os pagamentos móveis //www.administradores.com.br/noticias/negocios/como-o-estilo-de-vida-conectado-impulsionara-os-pagamentos-moveis/120859/ //www.administradores.com.br/noticias/negocios/como-o-estilo-de-vida-conectado-impulsionara-os-pagamentos-moveis/120859/ Wed, 16 Aug 2017 16:38:01 -0300 John Gessau Como o estilo de vida conectado impulsionará os pagamentos móveis

Dentro do mundo dos pagamentos comerciais, o celular tem alterado drasticamente o cenário

Os comerciantes têm se esforçado para responder a todas as mudanças comportamentais e expectativas dos consumidores atuais. Eles buscam criar uma experiência de compra que encoraje o consumidor a retornar procurando por mais. Por isso, provedores de serviços de pagamento (PSPs) e de tecnologia de vendas visam as necessidades desses comerciantes para oferecer suporte tecnológico apropriado.

O que impulsiona a inovação através de pagamentos móveis?

Dentro do mundo dos pagamentos comerciais, o celular tem alterado drasticamente o cenário. Pesquisas recentes da ACI Worldwide e Edgar, Dunn & Company indicam que os comerciantes reconhecem essa mudança nas perspectivas de pagamentos. 48% dos respondentes já usam carteiras móveis (o número deve subir para 77% em 12 meses) e 59% observam os pagamentos nas lojas como fator importante de impacto para o setor varejista.

A fim de prover o melhor suporte aos comerciantes, os PSPs não podem simplesmente ser reativos ao crescimento e às mudanças dos pagamentos através de dispositivos móveis, mas devem tentar antecipar as mudanças e desenvolver o conjunto de soluções mais adequado.

A motivação para dispositivos móveis

Os modos como os dispositivos móveis são usados ao redor do mundo para compras e pagamentos são os mais diversos – assim como as pessoas que os usam. Por isso, pode ser difícil para os varejistas e provedores determinar quais caminhos seguir ao pensar no futuro dos pagamentos móveis.

Ultimamente os consumidores têm se importado em solucionar seus próprios problemas – eles não ligam para as inovações e novidades do mercado, e este deve ser o ponto focal mais importante para qualquer estratégia de pagamentos móveis.

Em um nível mais amplo, conveniência, velocidade e segurança são vitais para os consumidores com vidas ocupadas e, muitas vezes, com desejo de realizar transações "em movimento". Pagamentos móveis – seja na forma de carteiras digitais, ou pagamentos via aplicativo – deveriam impulsionar naturalmente os consumidores à adoção ao girarem em torno dos métodos de pagamento que melhor se adaptam aos seus estilos de vida.

Os mercados emergentes são exemplo de uma área de alto crescimento para pagamentos móveis. Com uma infraestrutura bancária e de pagamentos limitada em muitos desses mercados, o celular oferece aos consumidores uma transação eficaz. Com o aumento rápido do uso de smartphones nesses mercados, os dispositivos móveis já desempenham um papel importante na vida cotidiana do consumidor.

Outro exemplo (desta vez, de um mercado maduro) é a cidade de Saarbruecken, na Alemanha. O município observou um aumento de 45% na receita gerada pelas vagas de rua depois que aplicativos móveis foram introduzidos. Antes, só era possível adquirir tickets nas máquinas tradicionais de pagamento em moeda. O novo formato resolve o problema dos motoristas que nem sempre carregam dinheiro consigo ou daqueles que precisam estender o tempo de permanência e não querem retornar até o carro para pagar mais um ticket.

Esses exemplos ilustram o quão importante é para comerciantes e provedores de pagamento pensar mais em conectar os pagamentos móveis aos problemas do dia a dia para resolver pontos de dor reais dos consumidores. Isso exige pesquisa e desenvolvimento mais orientados para usuários, em vez de soluções lideradas por produtos.

O segredo: fornecer soluções para atender a demanda do consumidor

Em vez de avançar no desenvolvimento e implementação de novas tecnologias para oferecer suporte a métodos de pagamento móveis completamente novos, é mais vantajoso que os provedores de pagamento recuem primeiro. É interessante explorar, por exemplo, se determinados casos de uso de estilo de vida podem ser combinados com o método de pagamento dominante em cada setor e geografia. Esta pode a chave para desbloquear pagamentos móveis fortes: focar mais em casos de uso do que em sistemas novos. Em alguns casos, os instrumentos de pagamento tradicionais alavancados por aplicativos de serviços tornam-se mais impactantes do que adicionar novos métodos.

No entanto, ficar à frente da curva de pagamentos móveis exige agilidade e capacidade de resposta ao desenvolver soluções. Do ponto de vista da tecnologia, a infraestrutura de pagamentos abertos permite aos comerciantes responder rapidamente à demanda do consumidor, implementando novas ferramentas sem custos extensivos de “re-desenvolvimento”.

Certamente, os pioneiros ganham vantagem já que a adoção de smartphones continua a aumentar e a infraestrutura de pagamentos móveis se mantém em desevolvimento. No entanto, ainda há a necessidade de suportar tecnologias antigas em paralelo, pelo menos num futuro próximo.

Plataformas locais

Uma vez que o uso dos smartphones e as necessidades dos consumidores variam significativamente entre as geografias, é importante localizar as soluções de pagamento móvel. Isso exige a consideração de regulamentos, leis de proteção de dados, peculiaridades de preços e preferências dos consumidores em cada mercado. Esta não é uma tarefa fácil e é o motivo pelo qual os maiores fornecedores e provedores de soluções trabalham com parceiros globais para aproveitar os conhecimentos do mercado compartilhado.

Além dos desafios das nuances do mercado regional, as parcerias entre os prestadores de pagamento podem atuar como uma base mais ampla para o sucesso do crescimento e inovação dos pagamentos móveis.

Para os comerciantes, isso significa procurar por fornecedores que possuam tecnologia aberta e uma rede de parceiros bem pensada para sustentar a tecnologia com ideias locais e acesso ao mercado. Para os provedores de pagamento, isso pode significar firmar parcerias com empresas tradicionalmente seriam concorrentes. Tudo para atender melhor às necessidades dos comerciantes e seus clientes e para, efetivamente, suportar o crescimento geral dos pagamentos móveis.

John Gessau — Diretor de gestão de produtos da ACI Worldwide

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Redação Empresarial: 10 dicas para escrever textos impecáveis //www.administradores.com.br/noticias/carreira/redacao-empresarial-10-dicas-para-escrever-textos-impecaveis/120858/ //www.administradores.com.br/noticias/carreira/redacao-empresarial-10-dicas-para-escrever-textos-impecaveis/120858/ Wed, 16 Aug 2017 16:15:02 -0300 Laila Vanetti Redação Empresarial: 10 dicas para escrever textos impecáveis

Escrever textos impecáveis é um termômetro que o mercado utiliza para medir o conhecimento, o comprometimento e o profissionalismo de um profissional, além da credibilidade de uma empresa

Um bom texto é a porta de entrada para novos patamares na sua carreira. Essa é uma grande verdade. E é também uma unanimidade. O que não é unanimidade é definição do que é um bom texto.

Agora, por “bom texto”, não quero dizer apenas que é um texto bem escrito. É um texto adequado, à sua equipe, à linguagem da sua empresa e, principalmente, ao cliente (ou para quem quer que o receba). Um bom texto é um texto boomerang: vai escrito de maneira adequada e volta com resultados.

Pode parecer exagero, mas escrever textos impecáveis é um termômetro que o mercado utiliza para medir o conhecimento, o comprometimento e o profissionalismo de um profissional, além da credibilidade de uma empresa. Afinal, qualquer comunicador experiente sabe que no trabalho não basta apenas escrever corretamente seus relatórios, mas também ter uma postura argumentativa e irrepreensível em suas interações escritas.

Redação Empresarial é, principalmente, uma forma de se portar e de vivenciar o ambiente corporativo de forma a transmitir uma imagem de comando e de liderança que valorize o profissional. E isso inclui até os textos mais banais. Pense que com cada texto, você constrói ou destrói sua imagem.

Isso não pode ser esquecido em momento algum, já que o discurso está presente em todos os momentos nos quais nos comunicamos. Esta questão vale também para um e-mail supostamente informal, já que qualquer interação pode afetar a imagem que colegas de trabalho e superiores podem ter de quem não se comunica adequadamente.

Pensando nisso, listo dez dicas práticas para aplicação em textos, de modo a tornar seus autores referências em escrita. São elas:

1. Planeje com cuidado

Antes de começar a escrever, pergunte-se: o que exatamente eu quero com esse texto? Na Redação Empresarial, a comunicação deve sempre ser significativa e cheia de propósito. Então, é sempre bom ter bem claro em mente o que se quer dizer.

2. Setorize o texto

Depois de estabelecer exatamente o objetivo, divida o texto em três grandes blocos: começo, meio e fim. Como nas aulas de redação. Pode parecer um ato simples, mas apenas o fato de parar um minuto para estruturar um e-mail ajuda, e muito, a construção de uma coerência e aumenta a eficiência da mensagem, que tem tudo a ver com o objetivo da Redação Empresarial.

3. Elabore frases curtas e claras

Seja simples e direto. Se é possível falar algo em quatro palavras, por que usar 11? Frases mais curtas conferem mais energia e mais clareza às ideias , sem contar que abre menos espaços para erros.

Complementando essa dica, ao reler o texto, busque palavras que acha desnecessárias em uma segunda leitura. Acredite, elas sempre estão lá. Afinal, a revisão é uma das bases da Redação Empresarial.

4. Use vírgulas

Verifique se as sentenças têm pausas para que o destinatário possa respirar e entender a sua mensagem, mas fica uma dica de ouro: não se usa vírgula antes de “e” ou “nem”.

5. Separe ideias por parágrafos

Desenvolva em cada parágrafo uma ideia apenas, preferencialmente. Parágrafos, não tópicos. Então, lembre-se dos conectores: logo, além disso, então, portanto, apesar de, certamente e na verdade, entre outros. A Redação Empresarial é eficiente para criar um texto fluido e coeso, não engessado e de difícil compreensão.

6. Elimine maneirismos

Maneirismos são aquelas palavras que aparecem em e-mails, textos, relatórios, mensagens, sempre que achamos que ninguém está olhando. Todos temos. Então, hora de fazer uma autocrítica e eliminá-los sem dó.

Inclua aqui também coloquialismos. Nada acaba mais com a credibilidade do seu texto que terminá-lo com um “valeu” ou “tá ligado?”.

7. Fuja do uso excessivo do “inglês corporativo”

Uma das bases da Redação Empresarial é que o texto precisa ser de fácil acesso e agradável, coisas que dificilmente serão proporcionadas se usar termos técnicos de uma determinada área (e que nem todos entenderão, certamente). O melhor é evitar excessos, assim como deve ser feito com know-how, expertise, performance, empowerment, approach, skills, asap e outros. Mas, vale ressaltar que, se a empresa na qual se trabalha é uma multinacional, ou de origem estadunidense (ou canadense, inglesa, australiana etc.), usá-los pode ser parte da regra da empresa. Atente-se.

8. Pesquise

Para saber a diferença entre ratificar e retificar, seção e sessão, em vez de e ao invés de, uma pesquisa ainda é uma boa amiga para você (até porque, pode ser feita de maneira rápida na internet). Nada prejudica mais a Redação Empresarial que um erro de ortografia. Atenção redobrada à grafia correta.

9. Enumere itens

Listas de itens numerados são mais fáceis de ler, diminuem o total de texto e ainda facilitam que alguém faça referências a determinados itens, seja num e-mail, texto longo ou relatório. Facilitar aqui é a palavra-chave.

10. Leia o texto em voz alta

Essa é uma regra de ouro da Redação Empresarial e que certamente será muito útil. A leitura em voz alta é uma leitura mais cuidadosa e atenta. É a oportunidade perfeita para perceber se há palavras sem muito sentido, palavras que faltaram ou que se repetem muito, expressões que não ficaram bem no texto e frases truncadas.

Como se pode notar, Redação Empresarial é muito mais do que técnicas de escrever e-mails e relatórios; trata-se de um verdadeiro guia de como viver no ambiente de trabalho e ser reconhecido pelos esforços empregados.

A missão da Redação Empresarial é ensinar o empresário a ter uma comunicação mais efetiva, com os melhores resultados, seja no papel, na fala e em todos os aspectos da vida empresarial.

Laila Vanetti — Empresária e mestre em Linguística pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), especialista em retórica e mentora em escrita persuasiva, liderança e argumentação. É criadora de dois métodos originais de persuasão e influência por meio da Comunicação: o “Método dos 3SIMs”, técnica de persuasão voltada às relações comerciais, e “Influenciosfera”, sobre como influenciar positivamente as pessoas por meio do texto e de técnicas adequadas de redação empresarial. Fundou e dirige, desde 2001, a Scritta Cursos e Consultoria, empresa líder na realização de cursos, palestras, treinamentos, workshops e consultoria em comunicação empresarial, redação empresarial e linguagem oral e escrita para empresas e profissionais. Para mais informações sobre Laila Vanetti, acesse www.lailavanetti.com.br.

 

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Headhunting x Marketplace de Talentos //www.administradores.com.br/noticias/carreira/headhunting-x-marketplace-de-talentos/120857/ //www.administradores.com.br/noticias/carreira/headhunting-x-marketplace-de-talentos/120857/ Wed, 16 Aug 2017 15:53:01 -0300 Lucas Mendes Headhunting x Marketplace de Talentos

Para escapar de um alto volume de candidatos mal preparados ou desinteressados, muitas empresas buscam outras opções de seleção

A decisão de contratar alguém sempre gera grandes expectativas dentro de uma empresa. Trilhando caminhos tradicionais e utilizando sites de vagas, as organizações recebem constantemente um altíssimo volume de currículos. Gestores e recrutadores acabam gastando muito tempo lendo CV’s, triando e testando candidatos que, na maioria das vezes, não são suficientemente qualificados ou adequados para a vaga em questão. São várias etapas até os recrutadores finalmente chegarem à fase que realmente interessa no processo seletivo: as entrevistas com os candidatos que preenchem os requisitos.

Para escapar de um alto volume de candidatos mal preparados ou desinteressados, muitas empresas buscam outras opções de seleção. Nessa hora, esbarram na dúvida: é melhor contratar uma consultoria de headhunting ou optar por um marketplace de talentos?

Como funciona uma consultoria de headhunting?

Headhunting é um serviço de recrutamento de profissionais de alto nível, originalmente voltado para cargos de média e alta gerência.

Basicamente, as consultorias tradicionais “caçam” profissionais que se encaixam nas especificações de uma determinada vaga. Por meio de diversas plataformas, entram em contato com os candidatos e realizam entrevistas. Só depois de todas as etapas do processo, fazem as indicações para as empresas que contratam o seu serviço.

Todo esse processo offline leva mais tempo e, consequentemente, é mais custoso, especialmente se comparado ao modelo de negócio de um marketplace que utiliza soluções de tecnologia, que otimizam todo o processo de seleção.

Como funciona um marketplace de talentos?

O marketplace de talentos surgiu para resolver a mesma questão das consultorias de headhunting, porém, de maneira mais dinâmica e eficiente, usando a tecnologia a seu favor.

O objetivo desse tipo de plataforma é atrair e selecionar profissionais de alto nível do mercado de tecnologia e negócios por meio de testes técnicos, análises criteriosas, aliados à uma solução de tecnologia que utiliza sistemas de machine learning e big data. Isso torna o processo mais rápido, eficiente e menos custoso.

Com esse sistema, é possível fazer o melhor cruzamento entre os talentos e as oportunidades do mercado, deixando o candidato no centro do processo, afinal, são eles que ficam disponíveis para as empresas e não o contrário. O principal diferencial do processo de contratação feito pelo marketplace é a criteriosa curadoria dos candidatos, que faz com que somente os talentos que realmente estejam procurando uma recolocação fiquem disponíveis na plataforma, além de serem os 5% melhores, que passaram pelo processo de seleção. O resultado dessa curadoria é que as empresas economizam muito preenchendo as vagas mais estratégicas em muito menos tempo.

Em resumo, se o objetivo de uma empresa é contratar profissionais de alto nível, de maneira rápida, transparente e com custo menor que o cobrado pelas consultorias tradicionais, os marketplaces de talentos são as melhores opções.

Lucas Mendes — Cofundador da Contratado, plataforma de marketplace de talentos.

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Robôs inteligentes: um caminho sem volta //www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/robos-inteligentes-um-caminho-sem-volta/120856/ //www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/robos-inteligentes-um-caminho-sem-volta/120856/ Wed, 16 Aug 2017 15:28:01 -0300 David Pereira Robôs inteligentes: um caminho sem volta

As novas tecnologias estão se tornando cada vez mais acessíveis a quem dá os primeiros passos no mundo corporativo e prometem revolucionar a forma de trabalhar ao oferecer automatização de atividades rotineiras

Uma das principais dificuldades dos donos de micro e pequenas empresas é focar nas decisões estratégicas para garantir o sucesso do seu negócio. Em meio a reuniões, funcionários, relatórios e tarefas administrativas, ainda é comum o empresário dispensar mais tempo do que deveria com esses afazeres.

Por outro lado, as novas tecnologias estão se tornando cada vez mais acessíveis a quem dá os primeiros passos no mundo corporativo e prometem revolucionar a forma de trabalhar ao oferecer automatização de atividades rotineiras.

Graças aos avanços dos robôs e assistentes virtuais, já é possível, por exemplo, registrar despesas e arquivar recibos de forma rápida e fácil. Ou, ainda, ser informado - instantaneamente - sobre pagamentos e recebimentos durante o mês. Também conhecida como chatbot, esse tipo de tecnologia baseada em inteligência artificial vem incentivando companhias do mundo inteiro a criar sistemas capazes de conversar e resolver atividades cotidianas de uma empresa.

Por meio de programas de mensageria, como o Messenger do Facebook ou o Telegram, o assistente virtual tornou-se um aliado de empresas de grande a pequeno porte, colaborando para que o dono do negócio ganhe tempo para investir em outras frentes. Presente em vários países, o Pegg, chatbot da Sage, é um deles. Além de tornar invisível as tarefas administrativas, o sistema inteligente de bate-papo - o primeiro do setor - permite, entre outras coisas, que o empresário rastreie as despesas e gerencie as finanças do seu negócio pelo celular ou computador, tornando a tecnologia mais acessível, divertida e poderosa.

Na era tecnológica, essa tendência é certamente um caminho sem volta. Com a familiaridade das pessoas com os aplicativos de mensagens, o uso da inteligência artificial para o fluxo de trabalho e processos baseados em regras atende as necessidades dos usuários de hoje, que estão ávidos por soluções mais rápidas e disponíveis 24 horas, durante todos os dias da semana.

Nesse sentido, os bots devem ser considerados uma ferramenta altamente eficiente para aumentar a produtividade do empreendimento no dia a dia e eliminar processos repetitivos e burocráticos, auxiliando na competitividade das empresas.
Isso porque os agentes inteligentes, associados aos sistemas IA, estão se tornando, a cada dia, mais habilidosos para entender o comportamento dos usuários, interpretar as necessidades e tomar as melhores decisões.

Mas tirar proveito dessa oportunidade exige uma nova atitude de quem está por trás do negócio. É preciso estar aberto para a inovação que a tecnologia proporciona e perceber que cuidar de tarefas administrativas hoje pode ser tão fácil quanto trocar mensagens com um amigo. Quem enxergar primeiro essa realidade, ficará imediatamente na dianteira e ganhará em diferencial competitivo. Vale a pena e o caminho é sem volta.

David Pereira — Vice-Presidente de Product Engineering na Sage Brasil. Formado em Processamento de Dados pela Universidade Mackenzie, com especialização em Administração de Empresas pela FGV-SP e Executive MBA pela BSP/Universidade de Toronto, sua carreira é abrangente, desenvolvida em mais de 20 anos em cargos executivos trabalhando com o estado-da-arte em Tecnologia da Informação. Entre suas experiências destacam-se projetos bem-sucedidos e premiados de implementação de ERP e e-business, planejamento estratégico, governança de TI, melhoria de processos utilizando boas práticas, Certificações em ITIL, COBIT, ISO 20.000, além de vivência internacional conduzindo projetos nos EUA, Europa, México e países da América Latina.

 

 

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Conheça o intraempreendedorismo e empreenda dentro do seu local de trabalho //www.administradores.com.br/noticias/negocios/conheca-o-intraempreendedorismo-e-empreenda-dentro-do-seu-local-de-trabalho/120855/ //www.administradores.com.br/noticias/negocios/conheca-o-intraempreendedorismo-e-empreenda-dentro-do-seu-local-de-trabalho/120855/ Wed, 16 Aug 2017 15:01:01 -0300 Egton Pajaro Conheça o intraempreendedorismo e empreenda dentro do seu local de trabalho

O intraempreendedorismo significa empreender dentro da própria empresa

Inovação, tecnologias disruptivas e startup. Esses termos são cada vez mais comuns na rotina de grandes empresas. E todos, de alguma maneira, têm ligação com o empreendedorismo. E quando o assunto é o intraempreendedorismo?

O intraempreendedorismo significa empreender dentro da própria empresa. É quando os sócios enxergam que um núcleo específico dentro de sua companhia, pode virar um novo projeto, ganhar asas e prover relevante contribuição corporativa, diluindo custos, riscos e ampliando competências.

O recente desafio a ser incorporado à rotina das corporações

É cada vez maior o número de empresas, especialmente de grandes corporações, focadas em explorar a experiência ambidestra de lidar de forma tradicional com a operação principal e simultaneamente propiciar um ambiente fértil para o jovem empreendedor, orientado a romper paradigmas de forma criativa e as vezes inusitadas.

A atitude empreendedora deve partir de dentro

Se o intraempreendedorismo significa empreender dentro de uma companhia, o processo seguinte é entender que você precisa de colaboradores que tenham esse espírito. Esses serão responsáveis por desenvolver as novidades que podem ser diversas, tais como: estratégias, tecnologias e até mesmo novas habilidades administrativas que resultem em melhoria de processos.

Usando o faro empreendedor

Com os colaboradores de perfil empreendedor selecionados, agora é o momento de identificar exatamente os projetos que serão alvo de atenção. E para isso, uma boa dica é começar pelas carências da companhia. Se existe um gargalo na entrega de produtos e terceirizar não é uma opção, porque não desenvolver um sistema próprio que faça esse gerenciamento? Cuide para não se expor com conceitos excessivamente teóricos, seja pragmático, crie um modelo de negócio racional, mensurável e integrado à plataforma operacional existente.

O empresário em sintonia

Alguns projetos de intraempreendedorismo podem se voltar para aspectos internos da companhia. Cabe ao empresário instituir mecanismos de remoção ou dispersão das barreiras organizacionais e naturais resistências ao novo. O empresário deve ainda ter a consciência de seu relevante papel na articulação entre a estrutura existente e o colaborador que está nesta área, carente de complementação, especialmente pelos profissionais de novos negócios. São eles que entendem o mercado e as reais necessidades de clientes e prospects. Juntos, eles podem desenhar novas soluções para serem ofertadas.

O ambiente precisa ser adequado

De nada adianta se o ambiente não estiver adequado para este tipo de projeto. Ou seja, mesmo com o colaborador selecionado, o ambiente pode fazer muita diferença no desenvolvimento do trabalho. Ou seja, flexibilidade para o profissional, confiança, autonomia e trabalho remoto devem estar na lista de prioridades para que o projeto possa fluir da melhor maneira.

Com certeza o intraempreendedorismo veio para ficar. E as empresas só têm a ganhar quando apostam em projetos que estimulem os colaboradores a pensarem fora da caixa, elaborando projetos diferentes e que façam sentido para a companhia. Afinal a sua capacidade competitiva pode decorrer destas iniciativas e a institucionalização de nova cultura organizacional pode ser a razão de sua perenidade.

A revolução em pauta

O intraempreendedorismo requer da empresa e do profissional empreendedor uma visão de médio e longo prazo, pois, além dos erros, incertezas dos resultados e a frustação de aparentes boas ideias, inúmeros obstáculos organizacionais deverão ser transpostos de forma madura e racional. A resiliência é componente preponderante no sucesso do processo de inovação!

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Deputados podem votar hoje novo sistema eleitoral e financiamento de campanha //www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/deputados-podem-votar-hoje-novo-sistema-eleitoral-e-financiamento-de-campanha/120854/ //www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/deputados-podem-votar-hoje-novo-sistema-eleitoral-e-financiamento-de-campanha/120854/ Wed, 16 Aug 2017 14:36:01 -0300 Débora Brito Deputados podem votar hoje novo sistema eleitoral e financiamento de campanha

Os parlamentares estão tentando fechar acordo sobre algumas questões antes de encaminhar a proposta ao plenário

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), está reunido desde cedo com vários líderes partidários para discutir a reforma política. A maioria dos líderes quer colocar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 77/03, que trata de mudanças no sistema político-eleitoral, em votação no plenário ainda hoje (16).

Os parlamentares estão tentando fechar acordo sobre algumas questões antes de encaminhar a proposta ao plenário. Entre os pontos em discussão está o modelo de voto majoritário, conhecido como distritão, e a criação do fundo público para financiar as campanhas eleitorais.

Segundo o líder do PSD na Câmara, Marcos Montes (PSD-MG), os deputados estão estudando mudanças no fundo. De acordo com o substitutivo do relator Vicente Cândido (PT-SP), que foi aprovado na comissão especial, o Fundo seria composto por recursos correspondentes a 0,5% da receita líquida do orçamento fechado no mês de junho, o que resultaria em valores de hoje no montante de R$ 3,6 bilhões.

Os deputados devem aprovar a criação do fundo e deixar a definição do valor para ser regulamentada posteriormente pela Comissão Mista de Orçamento (CMO). Eles também querem definir regras para o financiamento privado, atualmente proibido pelo Tribunal Superior Eleitoral.

Vicente Cândido disse que apresentará uma emenda retirando o percentual do fundo. O relator adiantou também que pode ocorrer a apresentação de emenda mantendo o sistema de voto atual, o proporcional com lista aberta, para 2018.

Segundo o relator, os defensores do modelo distritão se dispuseram a defender o voto em lista preordenada a partir de 2022, desde que o plenário aprove o distritão para as duas próximas eleições.

O acordo ainda está em andamento e deve tomar a agenda do dia da Câmara. A expectativa é que os deputados ainda votem hoje o texto principal da proposta. Os destaques com as mudanças no relatório devem ser apreciadas na semana que vem.

Vicente Cândido também é relator de um projeto de lei ainda em apreciação em uma das comissões especiais da reforma política na Câmara. O PL prevê regras para financiamento de pessoas físicas e a criação da habilitação prévia dos candidatos, entre outros pontos. Segundo o deputado, o PL deve ir a plenário somente na semana que vem, depois da conclusão da votação da PEC 77/03.

Os líderes também cogitam pautar, ainda hoje no plenário, a PEC 282/2016, que trata do fim das coligações partidárias, de novas regras para acesso ao fundo partidário e do tempo de propaganda na rádio e na TV. Mas, o projeto substitutivo apresentado pela relatora desta proposta, deputada Sheridan (PSDB-RR), deve ainda passar por discussão e votação na comissão especial.

Rodrigo Maia deve receber também o presidente do TSE, ministro Gilmar Mendes, e lideranças do Senado, que deve apreciar a proposta após a votação na Câmara.

O objetivo é garantir que o que for aprovado na Câmara tenha respaldo entre os senadores. As bancadas dos partidos também devem se reunir ao longo do dia para definirem estratégias em torno da votação da PEC.

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Setor de serviços tem crescimento de 1,3% entre maio e junho //www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/setor-de-servicos-tem-crescimento-de-13-entre-maio-e-junho/120853/ //www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/setor-de-servicos-tem-crescimento-de-13-entre-maio-e-junho/120853/ Wed, 16 Aug 2017 14:12:01 -0300 Vitor Abdala Setor de serviços tem crescimento de 1,3% entre maio e junho

Os dados da Pesquisa Mensal de Serviços foram divulgados hoje (16), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)

Em todo o país, o volume do setor de serviços cresceu 1,3% na passagem de maio para junho. O segmento já tinha apresentado altas de 0,5% em maio e 1,1% em abril. Já a receita nominal aumentou 1% em junho.

Os dados da Pesquisa Mensal de Serviços foram divulgados hoje (16), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Nos demais tipos de comparação, os serviços tiveram queda no volume: comparação com junho de 2016 (-3%), acumulado do ano (-4,1%) e acumulado de 12 meses (-4,7%). Já a receita nominal teve alta: comparação com junho de 2016 (3,2%), acumulado do ano (1,6%) e acumulado de 12 meses (0,6%).

Entre as seis atividades de serviços pesquisadas, cinco tiveram alta no volume na passagem de maio para junho deste ano, com destaque para as atividades turísticas (5,3%).

Também tiveram crescimento os segmentos de transportes e correio (1%), serviços prestados às famílias (1%), serviços profissionais, administrativos e complementares (0,8%) e outros serviços (0,7%).

Apenas a atividade de serviços de informação e comunicação teve queda entre maio e junho: -0,2%.

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Confiança do consumidor cresce 2 pontos em julho, diz pesquisa //www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/confianca-do-consumidor-cresce-2-pontos-em-julho-diz-pesquisa/120852/ //www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/confianca-do-consumidor-cresce-2-pontos-em-julho-diz-pesquisa/120852/ Wed, 16 Aug 2017 13:51:01 -0300 Fernanda Cruz Confiança do consumidor cresce 2 pontos em julho, diz pesquisa

O subindicador de expectativas passou de 51,1 para 52,7 pontos e o subindicador de condições atuais registrou 30,2 pontos em julho contra 27,8 de junho

A confiança do consumidor cresceu dois pontos em julho, atingindo 41,4 pontos, ante 39,4 de junho. Os dados são do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e foram divulgados hoje (16) em São Paulo. A escala do indicador varia de zero a 100.

O subindicador de expectativas passou de 51,1 para 52,7 pontos e o subindicador de condições atuais registrou 30,2 pontos em julho contra 27,8 de junho. Segundo a pesquisa, 81% dos consumidores avaliam negativamente as condições atuais da economia brasileira.

Entre os que consideram o clima econômico ruim, os principais sintomas são desemprego elevado (51%), aumento dos preços (24%) e altas taxas de juros (10%). Ao avaliar a própria vida financeira, 41% dos brasileiros consideram a atual situação financeira como ruim ou péssima e 42% analisam como regular.

Contas para pagar

O orçamento apertado e a dificuldade de pagar as contas são as principais razões para a vida financeira ruim, segundo 37% dos consumidores ouvidos. Os entrevistados mencionam também o desemprego (35%), queda da renda familiar (15%), imprevistos (5%) e perda de controle financeiro (4%).

Os preços nas compras de supermercado são o que mais têm pesado na vida financeira familiar para 48% dos consumidores, o que reflete a corrosão da renda das famílias, que, mesmo com a queda da inflação, ainda não foi recuperada. Também pesam sobre o orçamento o desemprego, citado por 22%, e o endividamento, mencionado por 14%.

Para 72%, houve aumento de preços nos supermercados. O preço da energia elétrica encareceu na opinião de 62%. Também houve a percepção de aumento dos preços de roupas e calçados (50%), bares e restaurantes (46%), telefone fixo (44%) e nas tarifas de combustíveis (41%).

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Indústria paulista tem o melhor saldo de emprego acumulado dos últimos 4 anos //www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/industria-paulista-tem-o-melhor-saldo-de-emprego-acumulado-dos-ultimos-4-anos/120851/ //www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/industria-paulista-tem-o-melhor-saldo-de-emprego-acumulado-dos-ultimos-4-anos/120851/ Wed, 16 Aug 2017 13:27:01 -0300 Marli Moreira Indústria paulista tem o melhor saldo de emprego acumulado dos últimos 4 anos

De um total de 22 setores pesquisados, dois mantiveram-se estáveis, nove ampliaram as contratações e 11 reduziram os postos de trabalho

De janeiro a julho deste ano, o nível de emprego na indústria de transformação paulista aumentou em 0,37%, o equivalente a oito mil vagas a mais em relação ao saldo de contratos e demissões do mesmo período de 2016. Esse foi o melhor resultado acumulado desde 2013, quando tinham sido gerados 55,5 mil empregos, segundo a pesquisa mensal da Federação e Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp/Ciesp).

No entanto, especificamente, em julho, houve um recuo de 0,08% com o corte de dois mil trabalhadores em comparação ao mês anterior. De um total de 22 setores pesquisados, dois mantiveram-se estáveis, nove ampliaram as contratações e 11 reduziram os postos de trabalho. Entre os que expandiram as vagas estão as indústrias de máquinas e equipamentos (1.426); produtos de borracha e de material plástico (1.142); veículos automotores, reboque e carrocerias (1.107).

Já os segmentos que mais efetuaram demissões foram as de produtos alimentícios (2.070); produtos de metal, exceto máquinas e equipamentos (1.600) e couro e calçados (1.080).

O diretor titular do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos da Fiesp e do Ciesp (Depecon), Paulo Francini, avaliou que o resultado mostra uma estabilidade no mercado de trabalho. Por meio de nota, ele acrescentou ter sido uma surpresa o bom desempenho de empresas exportadoras. “Alguns setores, como máquinas e equipamentos, produtos de borracha e veículos automotores surpreenderam com contratações, influenciados pelas exportações, que têm ganhado fôlego”.

Na média, o interior do estado teve um recuo mais expressivo (-0,11%) do que na Grande São Paulo (-,0,03%), mas em compensação os setores com saldos positivos criaram bem mais vagas do que os principais segmentos da lista de empresas com quadro mais enxuto.

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TRT-BA condena rede de farmácias por limitar acesso de funcionários ao banheiro //www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/trt-ba-condena-rede-de-farmacias-por-limitar-acesso-de-funcionarios-ao-banheiro/120850/ //www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/trt-ba-condena-rede-de-farmacias-por-limitar-acesso-de-funcionarios-ao-banheiro/120850/ Wed, 16 Aug 2017 13:03:01 -0300 Sayonara Moreno TRT-BA condena rede de farmácias por limitar acesso de funcionários ao banheiro

A denúncia foi feita pelo Ministério Público do Trabalho no estado (MPT), que solicitou a condenação ao TRT

O Tribunal Regional do Trabalho, na Bahia (TRT), condenou a rede Santana S/A Drogaria Farmácias por dano moral coletivo, por ferir a legislação trabalhista e limitar o acesso dos funcionários ao banheiro, durante o expediente.

A denúncia foi feita pelo Ministério Público do Trabalho no estado (MPT), que solicitou a condenação ao TRT.

Segundo o argumento do ministério, a empresa feria a legislação do trabalho, porque oferecia sanitários sujos, sem papel higiênico e sem sabão. Além disso, as idas ao banheiro tinham horário delimitado.

A condenação do TRT determina que a rede de farmácias pague indenização por dano moral coletivo, no valor de R$ 30 mil. Caso descumpra a decisão, deverá pagar multa de R$ 500 por dia de descumprimento, cujo valor será destinado ao Fundo de Promoção do Trabalho Decente.

A ação foi movida pelo procurador do trabalho Pedro Lino de Carvalho Júnior, que acionou a Justiça do Trabalho, em 2015, depois que uma funcionária denunciou a situação e relatou a falta de papel higiênico, de sabão e a sujeira dos banheiros.

Durante a apuração da denúncia, o MPT constatou que a limpeza do banheiro feminino, por exemplo, era feita por um funcionário do sexo masculino, que “continuava ali ao mesmo tempo em que elas utilizavam o espaço e que o mesmo ainda controlava o tempo de uso”.

Ainda durante as investigações, o MPT descobriu que os funcionários precisavam informar a um superior que iriam ao banheiro. Caso utilizassem mais de duas vezes no turno, recebiam reclamações, além da ordem de trocar o absorvente menstrual em um banheiro separado.

Com a decisão do TRT, a Farmácia Santana está proibida de limitar o uso do banheiro para os empregados e deverá divulgar a decisão em local visível para os funcionários. A sentença foi dada após recurso apresentado pelo MPT, após a primeira instância ter julgado a denúncia improcedente.

O MPT informou, ainda, que a rede de Farmácias poderá recorrer da decisão. Até o fechamento desta matéria, a empresa não foi localizada pela reportagem.

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Decreto permite que supermercados negociem abertura aos domingos e feriados //www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/decreto-permite-que-supermercados-negociem-abertura-aos-domingos-e-feriados/120849/ //www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/decreto-permite-que-supermercados-negociem-abertura-aos-domingos-e-feriados/120849/ Wed, 16 Aug 2017 12:40:01 -0300 Andreia Verdélio Decreto permite que supermercados negociem abertura aos domingos e feriados

Para Temer, os atos e reformas do governo federal estão modernizando o ambiente econômico e produtivo para o país voltar a crescer

O presidente Michel Temer assinou hoje (16) decreto que reconhece o setor supermercadista como atividade essencial da economia. Com o novo status, o setor passa a ter segurança jurídica para contratar seus funcionários e negociar com prefeituras e sindicatos a abertura dos estabelecimentos aos domingos e feriados, em todo o Brasil.

“Nós estamos modernizando [a legislação], não só em favor dos empresários, mas do povo brasileiro, que quer ir ao supermercado no feriado e nos fins de semana”, disse Temer.

Para Temer, os atos e reformas do governo federal estão modernizando o ambiente econômico e produtivo para o país voltar a crescer. “E o comércio varejista nos dá uma medida clara de como anda a economia, porque o varejo é o último elo de uma cadeia de produção e distribuição. Do varejo, vai para o cidadão, e os números do setor são expressivos”, disse o presidente.

Ele ressaltou que o comércio varejista teve o terceiro mês consecutivo de aumento. “Significa que as pessoas voltaram a consumir, sinal de que a economia se recupera e volta a gerar empregos.”

Segundo o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, a mudança da norma atende a uma solicitação feita no ano passado pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras) e é um pleito antigo do setor varejista. Para o ministério, a alteração na legislação melhora o ambiente de negócios, dá mais competitividade ao segmento, permite o crescimento das empresas e, consequentemente, a geração de emprego.

A legislação que reconhece as atividades essenciais da economia brasileira, o Decreto nº 27.048, de 1949, não menciona expressamente supermercados em seu anexo, apenas pequenos mercados, como peixarias e padarias. “Todas essas atividades foram incorporadas ao sistema do supermercados. E o fato de não estarem inseridos no rol de atividades essenciais fazia com que houvesse uma necessidade de negociação para que pudesse exercer sua atividade em domingos, feriados e horários especiais”, disse o secretário de Comércio e Serviços do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Marcelo Maia.

O secretário explicou que os municípios têm autonomia para legislar e que o funcionamento do varejo está sujeito a negociações, mas agora isso passa a ser legalizado automaticamente. “O decreto evita questionamento na justiça depois. Dá segurança ao supermercadista de poder contratar seu funcionário e alocá-lo para trabalhar em domingos e feriados”, disse Maia. Ele acreescentou que as normas de remuneração dos funcionários seguem a legislação trabalhista.

De acordo com dados da Abras, os supermercados representam 83,7% da comercialização de produtos de primeira necessidade. Para o presidente da entidade, João Sanzovo, o decreto faz justiça ao setor supermercadista. “Desde seu surgimento em 1953, o setor evoluiu, mas a legislação não acompanhou essa evolução. Agora seremos reconhecidos como atividade essencial que somos. O decreto está fazendo justiça para os consumidores que precisam se abastecer nos feriados e domingos e tínhamos muitos obstáculos para satisfazer a demanda em alguns lugares do país”, disse.

Conforme dados do setor, existem cerca de 89 mil supermercados no Brasil, que empregam mais de 1,8 milhão de pessoas.

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Como alavancar as vendas utilizando os reviews? //www.administradores.com.br/noticias/negocios/como-alavancar-as-vendas-utilizando-os-reviews/120848/ //www.administradores.com.br/noticias/negocios/como-alavancar-as-vendas-utilizando-os-reviews/120848/ Wed, 16 Aug 2017 12:10:01 -0300 Tatiana Pezoa Como alavancar as vendas utilizando os reviews?

É preciso cuidar muito bem dos consumidores, oferecendo atenção e suporte necessários para que não se abra espaço para a concorrência

Já faz tempo que acompanhamos as rápidas mudanças no perfil dos consumidores brasileiros e - não tão rápidos - assistimos o mercado aos poucos se adequando e adotando soluções para conseguir atender a todos. Muito além de tecnologia, e-commerces estão começando a adotar várias metodologias muito conhecidas pelas grandes corporações para auxiliar na gestão, como NPS (Net Promoter Score), System Usability Scale (SUS) entre outras. Mas a metodologia "bola da vez" é chamada de Customer Health Score.

Conhecida por ser uma métrica que identifica e calcula o quanto o seu cliente está propenso a voltar a fazer negócio com seu e-commerce de acordo com a experiência que ele teve, o Customer Health Score é mais utilizado em empresas que possuem uma recorrência mensal de pagamento, os chamados SaaS. Mas como todo e-commerce também vive da recorrência - se não vender, fecha as portas - essa metodologia pode - e deve - ser levada em consideração pelos lojistas. Seu principal diferencial é a segmentação. Enquanto no NPS um cliente é analisado de forma genérica, no Customer Health Score esse cliente é analisado dentro de uma classificação, que é dada por você e de acordo com o perfil do seu negócio.

Alguns fatores são importantes para ajudar os e-commerces a alavancar suas vendas. Como toda e qualquer área, é preciso garantir que o consumidor tenha a melhor experiência de todas dentro da sua loja: sinta a harmonia na UX das páginas, aproveite as descrições completas e detalhadas dos produtos, se encante com as imagens em vários ângulos, assista de verdade aos vídeos, confie nas políticas de troca/devoluções, entre outras experiências. E, somando a toda essa lista de atributos importantes, coloco em primeiro plano os reviews e opiniões dos clientes reais que já viveram essa experiência. Elas precisam estar em destaque, já que o principal motivo de um consumidor optar entre seu e-commerce ou comprar em uma loja de shopping é justamente a experiência que seu cliente viveu (e aprovou) no seu e-commerce. Não me canso de afirmar: reviews fazem o papel dos “vendedores” na sua loja.

Outro ponto para ficar atento é com relação ao sucesso do cliente, pois muitos e-commerces apenas dedicam trabalho no pós-venda, e quando é para resolver problemas. Não importa o tamanho que tem seu negócio: ter um profissional ou uma equipe inteira dedicada a despertar o interesse de seus clientes em adquirir novamente seus produtos é essencial. Para que isso aconteça de verdade, ações de comunicação, atendimento e marketing são pontos que fazem com que qualquer cliente tenha sua loja como especial e volte a comprar seu produto, independente de preço e concorrência. Acredite.

Por fim, acredito que para ter sucesso nas vendas, os gestores de e-commerce precisam se ficar atento às novas metodologias, principalmente as que são utilizadas em startups de tecnologia, pois são elas que estão sempre buscando resolver o binômio repetível e escalável, tão comum para nós do e-commerce. E claro, é preciso cuidar muito bem dos consumidores, oferecendo atenção e suporte necessários para que não se abra espaço para a concorrência. Afinal, quem se acomoda nesse mercado é facilmente ultrapassado por aqueles que são ávidos por tecnologias e tendências.

Tatiana PezoaCEO da Trustvox, certificadora de reviews online e vencedora dos prêmios E-commerce Brasil de Inovação 2015, 2016 e 2017 e ABComm 2016 e 2017. A Trustvox atende mil e duzentas operações de varejo no Brasil tais como Leroy Merlin Brasil, Whirlpool (Compra Certa, Brastemp, Consul e Kitchenaid), Grupo Boticário (O Boticário, The Beauty Box, Quem Disse Berenice, Eudora), Polishop, Época Cosméticos, Droga Raia, Drogasil, Mega Mamute, Havan, Connect Parts entre outras marcas.

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Administrador quer retomar pagamentos a ex-funcionários da Varig até outubro //www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/administrador-quer-retomar-pagamentos-a-ex-funcionarios-da-varig-ate-outubro/120844/ //www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/administrador-quer-retomar-pagamentos-a-ex-funcionarios-da-varig-ate-outubro/120844/ Wed, 16 Aug 2017 11:46:01 -0300 Alana Gandra Administrador quer retomar pagamentos a ex-funcionários da Varig até outubro

A massa falida de uma empresa é formada no momento em que é decretada a falência e consiste no acervo do ativo e passivo de bens do falido

O atual administrador judicial da Varig, advogado Wagner Bragança, pretende retomar, até outubro, os pagamentos aos ex-funcionários da companhia aérea, utilizando R$ 70 milhões da massa falida.

A massa falida de uma empresa é formada no momento em que é decretada a falência e consiste no acervo do ativo e passivo de bens do falido.

Os pagamentos haviam sido suspensos por decisão da Justiça após acusação de que alguns beneficiários teriam recebido em dobro.

“Espero ter condição de, em pouquíssimos dias, analisar o processo para que seja retomado o rateio”, disse Bragança, que prestou depoimento na terça-feira (15) à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), que investiga os desdobramentos da recuperação judicial e da falência da extinta companhia de aviação.

Wagner Bragança disse ainda que pretende resolver questões ligadas ao termo de rescisão do contrato de trabalho, uma vez que alguns ex-funcionários alegam ter recebido o documento em branco.

A assessora da Federação Nacional dos Trabalhadores em Aviação Civil da Central Única dos Trabalhadores, Graziella Baggio, defendeu que a maior parte (75%) do valor da indenização a ser paga pela União à massa falida da empresa – o equivalente a R$ 3 bilhões - seja destinada para o pagamento de aposentados e pensionistas do fundo de pensão Aerus (formado por ex-funcionários da empresa) e o restante para os trabalhadores que devem receber até 150 salários.

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu manter a decisão que condenou a União a indenizar a massa falida da Varig. O caso tramitava na Justiça há mais de 20 anos e tratava do congelamento de preços imposto para conter a inflação, durante a vigência do Plano Cruzado, entre 1985 e 1992. A Varig alegou que a medida causou prejuízos financeiros.

Após ouvir os depoimentos de hoje, o presidente da CPI, Paulo Ramos (Psol), reafirmou que permanece a suspeita de que o processo de venda da companhia sofreu fraudes, com objetivo de transferir o patrimônio da empresa para outros controladores. “E o sofrimento imposto para os trabalhadores foi muito grande, com a recuperação judicial que culminou com uma dívida muito maior que a inicial. Venderam ativos e continuaram com uma dívida muito maior”, disse.

Em depoimento, o ex-administrador judicial da empresa, Gustavo Licks, que decretou a falência da Varig em 2010, disse não ter dúvidas de que tomou a decisão acertada. Já o advogado Wagner Bragança informou que dentro de 80 dias deverá apresentar relatório sobre o processo de falência, após analisar todos os documentos. Uma nova reunião da CPI está prevista para a próxima terça-feira (22).

Para a assessora Graziella Baggio, que já presidiu o Sindicato Nacional dos Aeronautas, a CPI não deve resultar em mudanças em relação ao processo de falência da Varig. Segundo ela, há apenas um questionamento no Superior Tribunal de Justiça (STJ) sobre a aceitação ou não da falência. Ela disse ainda que o STJ já julgou o mesmo tipo de ação por diversas vezes com entendimento favorável à falência.

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Governo eleva para R$ 159 bilhões metas de déficit primário de 2017 e 2018 //www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/governo-eleva-para-r-159-bilhoes-metas-de-deficit-primario-de-2017-e-2018/120843/ //www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/governo-eleva-para-r-159-bilhoes-metas-de-deficit-primario-de-2017-e-2018/120843/ Wed, 16 Aug 2017 11:22:01 -0300 Wellton Máximo e Mariana Branco Governo eleva para R$ 159 bilhões metas de déficit primário de 2017 e 2018

O déficit primário é o resultado das despesas maiores que as receitas, sem considerar os gastos com juros da dívida pública

Com as frustrações de receitas, o governo anunciou hoje (10) o aumento da meta de déficit fiscal do Governo Central (Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central) para R$ 159 bilhões este ano. A meta para o próximo ano também foi revista para R$ 159 bilhões.

O déficit primário é o resultado das despesas maiores que as receitas, sem considerar os gastos com juros da dívida pública. O anúncio foi feito há pouco pelos ministros da Fazenda, Henrique Meirelles, e do Planejamento, Dyogo Oliveira.

A alteração das metas na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) precisa ser aprovada pelo Congresso Nacional. Em 12 meses encerrados em junho, o déficit primário ficou em R$ 167,198 bilhões, o que corresponde a 2,62% do Produto Interno Bruto (PIB) , a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, de acordo com dados do Banco Central (BC).

Originalmente, a meta de déficit estava fixada em R$ 139 bilhões para este ano e em R$ 129 bilhões para 2018. No entanto, a arrecadação ainda em queda, e uma série de frustrações de receitas dificultaram o cumprimento da meta original.

O governo também revisou as projeções para 2019 e 2020. Para 2019, a estimativa de déficit passou de R$ 65 bilhões para R$ 139 bilhões. Para 2020, o resultado passou de superávit de R$ 10 bilhões para déficit de R$ 65 bilhões.

A equipe econômica revisou ainda para baixo as projeções para o PIB e a inflação em 2018 em relação aos parâmetros definidos na LDO de 2018. A previsão de crescimento caiu de 2,5% para 2%. Em relação ao Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a projeção passou de 4,5% para 4,2%. Os números para 2017 – crescimento de 0,5% do PIB e inflação oficial de 3,7% – foram mantidos.

Frustração de receitas

Primeiramente, o Tribunal de Contas da União (TCU) mandou a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) refazer o edital do leilão de renovação de concessão de usinas hidrelétricas da Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig), que renderia R$ 11 bilhões aos cofres federais este ano.

A segunda versão do programa de regularização de ativos no exterior, conhecida como repatriação, arrecadou apenas R$ 1,61 bilhão, em vez dos R$ 13 bilhões inicialmente previstos. As alterações na medida provisória que criou a renegociação especial de dívidas com a União também podem diminuir a previsão de arrecadação, caso o governo não consiga reverter essas mudanças.

Por fim, o governo teve de recuar de medidas que elevariam as receitas. O aumento do Programa de Integração Social e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (PIS/Cofins) sobre o etanol foi parcialmente revertido, reduzindo a previsão de arrecadação em R$ 501 milhões.

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Rede de Consultoria em Gestão ajuda Pequenos Negócios a venderem mais //www.administradores.com.br/noticias/negocios/rede-de-consultoria-em-gestao-ajuda-pequenos-negocios-a-venderem-mais/120847/ //www.administradores.com.br/noticias/negocios/rede-de-consultoria-em-gestao-ajuda-pequenos-negocios-a-venderem-mais/120847/ Wed, 16 Aug 2017 11:04:29 -0300 Redação Administradores Rede de Consultoria em Gestão ajuda Pequenos Negócios a venderem mais

Os especialistas da Negocioteca profissionalizam a gestão de micro e pequenas empresas analisando seus dados e estrutura a fim de direcionar seus esforços comerciais, administrativos e operacionais

Ajudar pequenos negócios a venderem mais e gerarem melhores resultados através de uma gestão profissional. Esse é o propósito da Negocioteca, startup fundada em Março de 2013 pelos empreendedores Victor Santos e Felipe Rolim, ambos à época com 27 anos, e que hoje atende pequenos empresários que desejam contar com apoio profissional na gestão dos seus negócios a fim de obter direcionamentos que ajudem a melhorar seus resultados.

Contando atualmente com profissionais nos Estados do Rio de Janeiro, Paraná, Rio Grande do Sul, Rio Grande do Norte, Minas Gerais e São Paulo - e em processo de expansão - a Negocioteca atente hoje pequenos empresários tanto online quanto presencialmente a fim de realizar a gestão dos seus resultados comerciais, sua gestão financeira estratégica e a gestão da sua eficiência operacional.

Na prática funciona da seguinte maneira: os especialistas da Negocioteca realizam análises quinzenais dos dados comerciais gerados pelo negócio e avaliam também sua estrutura financeira e produtiva para, a partir daí, construir o plano com as ações necessárias. As análises, avaliações e direcionamentos, por parte dos especialistas, são realizadas periodicamente.

“É interessante observar que quando assumimos a gestão para o pequeno empresário ele acaba tendo mais tempo para se concentrar em outros aspectos do seu negócio. E considerando que esse trabalho de gestão deve ser realizado continuamente para que os dados gerados se transformem em ações na prática, acabamos virando grandes parceiros dos nossos clientes”, afirma Santos.

Os pequenos empresários interessados em conhecer o trabalho realizado pelos especialista da Negocioteca poderão, em um primeiro momento e sem pagar nada, obter um diagnóstico e um direcionamento inicial onde serão identificados os pontos de melhoria e o que deve ser feito considerando as informações e dados analisados. Posteriormente, havendo interesse em contratar o suporte do especialista para dar continuidade ao trabalho, o pequeno empresário poderá fazê-lo com mensalidades a partir de R$479/mês (Plano Professional).

“Nosso conceito de negócio é o de consultoria nos seus termos. É o pequeno empresário quem escolhe como ele deseja ser atendido. Então ele pode personalizar a frequência de reuniões, a forma de atendimento, se online ou presencial, o tipo de assistência profissional, se mais dedicada ou mais direcionada... Quanto maior for a dedicação do especialista, maior a mensalidade.”, pondera Santos.

Para conhecer mais afundo como funciona a Negocioteca e suas soluções, acesse o site da rede em www.negocioteca.com.

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Previsão de salário mínimo para 2018 cai para R$ 969 //www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/previsao-de-salario-minimo-para-2018-cai-para-r-969/120842/ //www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/previsao-de-salario-minimo-para-2018-cai-para-r-969/120842/ Wed, 16 Aug 2017 10:57:01 -0300 Wellton Máximo e Mariana Branco Previsão de salário mínimo para 2018 cai para R$ 969

A redução ocorreu por causa da queda na projeção de inflação pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) para 2017

A revisão das projeções econômicas para 2018 levou o governo a reduzir o salário mínimo para o próximo ano. O valor de R$ 979 que consta na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) passará para R$ 969 durante a elaboração do Orçamento.

A redução ocorreu por causa da queda na projeção de inflação pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) para 2017. No fim de julho, o governo tinha revisado a estimativa para a inflação oficial de 4,3% para 3,7%.

Por lei, até 2019, o salário mínimo será definido com base no crescimento da economia de dois anos antes mais a inflação pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), indicador próximo ao IPCA, do ano anterior. Como o PIB recuou 3,6% em 2016, a variação negativa não se refletirá no salário mínimo de 2018.

De acordo com o ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, o valor do salário mínimo pode mudar até o início do próximo ano. Segundo ele, o Orçamento trabalha apenas com estimativas. “O salário mínimo só será conhecido em janeiro. Até lá, várias coisas podem mudar”, declarou.

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Governo espera desbloquear até R$ 10 bilhões com revisão da meta //www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/governo-espera-desbloquear-ate-r-10-bilhoes-com-revisao-da-meta/120841/ //www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/governo-espera-desbloquear-ate-r-10-bilhoes-com-revisao-da-meta/120841/ Wed, 16 Aug 2017 10:33:01 -0300 Wellton Máximo e Mariana Branco Governo espera desbloquear até R$ 10 bilhões com revisão da meta

Atualmente, o governo tem R$ 44,9 bilhões de despesas discricionárias (não obrigatórias) bloqueadas

O aumento da meta de déficit fiscal permitirá ao governo liberar até R$ 10 bilhões do orçamento que estava contigenciado assim que o Congresso aprovar a medida, disse o ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira. Segundo ele, o dinheiro atendera a órgãos públicos em dificuldade.

Atualmente, o governo tem R$ 44,9 bilhões de despesas discricionárias (não obrigatórias) bloqueadas. De acordo com Oliveira, existem cerca de R$ 20 bilhões de receitas previstas que podem não se realizar este ano, dos quais de R$ 8 bilhões a R$ 10 bilhões seriam liberados logo após a aprovação da nova meta fiscal, e o restante será avaliado a cada dois meses.

Por causa do contingenciamento necessário para cumprir a então meta fiscal de déficit primário de R$ 139 bilhões, diversos órgãos federais passam por dificuldades. As emissões de passaportes pela Polícia Federal ficaram suspensas por quase um mês, por exemplo. Já a Polícia Rodoviária Federal reduziu o patrulhamento e diversas universidades federais anunciaram que só têm orçamento para se manterem até o fim de setembro.

Segundo Oliveira, o aumento da meta de déficit primário de R$ 139 bilhões para R$ 159 bilhões neste ano ajuda a aliviar a situação desses órgãos. No fim de julho, o governo tinha remanejado R$ 2,2 bilhões do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) para outros órgãos e áreas considerados essenciais – como a Polícia Federal, a Polícia Rodoviária Federal, agências do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), o sistema de controle do espaço aéreo e o combate ao trabalho escravo.

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PF faz operação de combate a crimes contra o sistema financeiro nacional //www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/pf-faz-operacao-de-combate-a-crimes-contra-o-sistema-financeiro-nacional/120840/ //www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/pf-faz-operacao-de-combate-a-crimes-contra-o-sistema-financeiro-nacional/120840/ Wed, 16 Aug 2017 10:10:10 -0300 Aécio Amado PF faz operação de combate a crimes contra o sistema financeiro nacional

Mais de 50 policiais federais cumprem mandados de busca e apreensão em Porto Alegre, Canoas e Glorinha, no Rio Grande do Sul, e em Brasília

A Polícia Federal (PF) está nas ruas desde as primeiras horas da manhã hoje (16) para cumprir mandados judiciais em investigação para combater crimes de lavagem de capitais, evasão de divisas, fraudes contra o sistema financeiro nacional e corrupção. A operação, chamada Étimo, é um desdobramento da Lava Jato no Rio Grande do Sul.

Mais de 50 policiais federais cumprem mandados de busca e apreensão em Porto Alegre, Canoas e Glorinha, no Rio Grande do Sul, e em Brasília. Também foram autorizados pela Justiça Federal o sequestro de bens e a quebra de sigilo dos investigados.

“Com dados obtidos a partir do compartilhamento das informações da 26ª fase da Operação Lava Jato (Operação Xepa), foi possível aprofundar as investigações sobre esquema envolvendo a lavagem de dinheiro por meio de entidade associativa ligada a grandes empreiteiras”, diz a nota da PF.

De acordo com as investigações, a entidade associativa recebia das empreiteiras um percentual do valor de obras públicas feitas no Rio Grande do Sul. Os contratos de assessoria entre a entidade e as empresas de fachada eram usados para dar aparência de legalidade às operações financeiras de retirada de valores.

“O nome da operação é uma referência à origem das informações que possibilitaram o aprofundamento das investigações. Étimo é um termo que exprime a ideia de origem, que serve de base para uma palavra, a partir da qual se formam outras”.

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