Ola Aguilar!
Li teu artigo sobre “os venenos emocionais do dia a dia”.
Com certeza todos nós conhecemos pessoas, seja no ambiente pessoal ou profissional, que não conseguem obter uma mensagem positiva sobre a situação que está vivenciando no momento.
Conheço empregados que ao invés de olharem os benefícios que recebem da empresa, as coisas positivas de seu emprego, ficam apegando-se a pequenas coisas e transformando seu ambiente de trabalho numa verdadeira tortura diária. É claro que devemos separar uma situação real de insatisfação com a atividade exercida com os casos acima citados. O pensamento crítico, mas positivo da vida, não deve ser confundido com acomodação ou conformismo!
Tu colocaste um caso em que me identifiquei no meu cotidiano diário. Dia dos namorados, eu e minha esposa saindo com amigos, fomos a um show e após isto iríamos sair para dançar. No meio do caminho perdi minha carteira e o carro começou a dar um barulho no motor. Fomos para casa, minha esposa chateada por não ter saído. No outro dia encontrei a carteira no chão do carro (e havíamos procurado!) e o barulho do motor era o protetor do Carter que foi amassado quando estacionei para ir ao show. Até hoje acredito que era para irmos para casa e agradeço por isto!
Porque fiz questão de explanar uma situação vivida. Porque todos nós passamos por estas variáveis no dia a dia. Somos seres humanos e como tal imperfeitos. Temos pensamentos bons e ruins em frações de segundos. A questão é qual destes pensamentos irá prevalecer e qual deles irá gerar uma reação? Se o pensamento pessimista tiver preponderância, com certeza ele irá gerar atitudes negativas no cotidiano, seja pessoal ou profissional.
No trabalho então nem se fala. Muitas vezes já escutei que o trabalho é a nossa segunda casa e discordo totalmente disto! O trabalho é a nossa PRIMEIRA casa! É lá que passamos 8, 10 ou até mesmo 12 horas por dia! Então, em vez de reclamar o dia inteiro de seu trabalho, o profissional deve buscar ver as causas desta insatisfação. Se elas tem fundo psicológicos, procurar ajuda profissional para superar estas deficiências. Todos nós temos algum tipo de deficiência comportamental. Todos nós temos pontos positivos e negativos. A questão é o AUTOCONHECIMENTO para destacar nossas maiores habilidades e buscar gradativamente melhorar em nossos pontos mais fracos. Somente assim evoluiremos como indivíduo e como profissional!
Sucesso!
Luiz Fernando
ps: Gostaria de te-lo em meu networking