
O Governo Federal busca escolhas para substituir a receita que perdeu com o fim da CPMF e alega encontrar dificuldades em administrar o país sem a previsão dos 40 bilhões de reais que estariam no orçamento de 2008.
Note-se que o aperto fiscal talvez recaia sobre o aumento de impostos para o contribuinte,o que deverá ampliar ainda mais a carga tributária que já alcança 39% do PIB e nem sempre devolve o retorno esperado.
O caminho mais razoável é a redução do próprio tamanho do Estado e uma real contenção de gastos governamentais com economia de recursos em áreas como energia, telefonia, combustíveis e outros gastos variáveis da gestão pública, tendo em vista que gerar o desenvolvimento trará sempre reflexos positivos sobre a população e a qualidade de vida.
Racionalizar recursos é uma atitude hoje adotada mesmo nos países desenvolvidos, e a busca de sustentabilidade é bastante clara. O empresário moderno já criou uma consciência sócio-ambiental que traz a compreensão da grande cadeia que ela significa pois ,se economizamos energia estamos indiretamente economizando água, e assim geramos um novo paradigma de apoio ao planeta.
Nos momentos de crise mundial precisamos ter em mente que as economias são vaso-comunicantes e as decisões devem ser tomadas não em função de altos e baixos, mas sim com um bom grau de adaptação à realidade.
Empresas e governo obterão sempre uma gestão com melhores resultados se cada um cumprir bem o seu papel dentro da malha econômica.
Adm. Roberto Carvalho Cardoso
Presidente
www.cfa.org.br
