Neuriberg Dias
Brasília
Início Interação Blogs Neuriberg Dias

20 de fevereiro de 2008

Motivação

Se podemos desmotivar porque não motivar? Desmotivar e algo horrível é de outro mundo, pensa bem, pensou? o texto desmotiva? vamos além dos nossos pensamentos, mas pergunto porque desmotivar alguém? porque desmotivamos, porque desmotivar é algo ruim? ou será que é bom, sim como tudo precisamos ser analítico, pensar mais e promover revertimento da situação para outra, ou seja, para o motivado. A Motivação é o processo responsável pela intensidade, direção, e persistência dos esforços de uma pessoa para o alcance de uma determinada meta.  

Amotivação é baseada em emoções, especificamente, pela busca por experiências emocionais positivas e por evitar as negativas, onde positivo e negativo são definidos pelo estado individual do cérebro, e não por normas sociais: uma pessoa pode ser direcionada até à auto-mutilação ou à violência caso o seu cérebro esteja condicionado a criar uma reação positiva a essas ações, os tipos de motivação são esses:

Motivação instrumental
A motivação instrumental é aquelas características psicológicas naqueles que executa seus objetivos como o instrumento para melhorar de posição social, por interesse pessoal, por interesse profissional. 

Motivação integrada
A motivação integrada é aquelas características psicológicas naqueles que executa seus objetivos por estarem interessados, pretendem se identificar com aquilo que executa. 

Necessidades orgânicas 
Tipo de motivação mais fácil de se analisar, ao menos superficialmente, é aquele baseado em necessidades fisiológicas óbvias. Incluem a fome, sede e escapar da dor. A análise dos processos por trás de tais motivações pode fazer uso da pesquisa em animais, na etologia, psicologia comparativa e psicologia fisiológica, e os processos cerebrais e hormonais envolvidos neles parecem ter muito em comum, pelo menos em todos os mamíferos e provavelmente entre todos os vertebrados. Em humanos, no entanto, mesmo essas motivações básicas são modificadas e mediadas através de influências sociais e culturais de vários tipos: por exemplo, nenhuma análise da fome em humanos pode ignorar as desordens de alimentação como a bulimia e a obesidade, para as quais o paralelo com animais não está claro. Mesmo entre animais, não está claro se modelos homeostáticos de “depleção-reabastecimento” (sistemas de feedback) ainda são adequados, já que muitos animais se alimentam mais numa base de precaução do que reativa, mais obviamente quando se preparam para a hibernação. 

Coerção
A mais óbvia forma de motivação é a coerção, onde evitar a dor ou outras conseqüências negativas tem um efeito imediato.
Quando tal coerção é permanente, é considerada escravidão. Embora a coerção seja considerada moralmente repreensível em muitas filosofias, ela é largamente praticada em prisioneiros ou na forma de convocação militar. Críticos do capitalismo moderno acusam que sem redes de proteção social, a “escravidão salarial” é inevitável. Coerções de sucesso naturalmente são prioritárias sobre outros tipos de motivação. 

Autocontrole
autocontrole da motivação é crescentemente entendido como um subconjunto da inteligência emocional: uma pessoa pode ser altamente inteligente de acordo com uma definição mais conservadora (ou seja, tem alto poder cognitivo, de maneira mensurável em testes de inteligência), no entanto, não tem motivação para dedicar sua inteligência para certas tarefas.


Enviado por Neuriberg Dias às 18:46
  Comentários (0)  E-mail

Débora Martins
Débora
Bruno
Bruno

Ju Yi Wei
Ju
Wagner Campos
Wagner





© 2003-2007. Administradores - O Portal da Administração.