No mundo de sonhos e fantasias da Hello kitty deve ser assim. Ninguém solta pum, faz cocô ou arrota. É verdade, inclusive a própria Hello kitty nem boca tem, não é? Boas maneiras, etiqueta social e comportamento civilizado são muito bem vindos, até porque sem eles a nossa sociedade seria fétida e muito desconfortável. Afinal, do que estamos falando? Pessoas de mármore. Taí um comportamento que venho estudando há muitos anos. Às vezes indivíduos simplesmente se colocam numa posição tão superior aos seus colegas de trabalho e familiares que se tornam verdadeiros deuses mitológicos, valendo-se do cargo que ocupam ou posição social. Daí, um dia caem da nuvem e voltam a procurar emprego, contudo ainda sem deixar a arrogância de lado. Mas a vida ensina. Enfim, viver de ilusões não vale a pena. Principalmente quando se é jovem e a personalidade ainda está em formação, é bom compreender que este é um tipo de comportamento que não deve ser tomado como modelo. O melhor é sermos nós mesmos e tratar os outros como gostaríamos de ser tratados. Sei, esta já é uma expressão meio gasta, mas que, no entanto, ainda faz todo o sentido. Como diria Georges Clemenceau, escritor francês: Os cemitérios estão cheios de pessoas insubstituíveis. Pense nisso!
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Débora Martins é jornalista, consultora e palestrante organizacional com ênfase em Gestão de Pessoas e Desenvolvimento de Talentos. Contrate. Acesse o site: http://www.deboramartins.com.br
Você já deve ter passado por algumas dificuldades, não é? Ufa! Parece que determinada situação nunca vai acabar! É dureza... Não importa a fé que tenhamos na vida, é tudo muito escuro. Mas, depois tudo passa, daí conseguimos perceber que acumulamos algumas experiências. É, agora temos a prática a nosso favor. O bom é que, sempre que estivermos diante de algum problema semelhante, uma vozinha interior vai sinalizar “Opa!! Lembra? Você já passou por isto...” Seja qual for a área de sua vida que se apresentar de forma desarmonizada, saiba que é para seu crescimento. Eu, bem, não discuto mais com o universo, e você? Aceitar as experiências negativas como aprendizado no final das contas acaba valendo a pena. Pense nisso!
Vem por aí mais um mês novinho em folha. Parece até um papel em branco. Sendo assim, podemos fazer nele o que quisermos. Oba! Posso fazer um lindo desenho. Que tal escrever uma poesia? Sim, ainda posso rabiscar um calendário de tarefas ou fazer a planta do meu imóvel. Posso respingar sorvete ou embrulhar o peixe. Nossa, quanta coisa...
Pois é, devemos acreditar que existem meses, semanas, dias, horas, minutos e segundos muito melhores do que os que já vivemos. É tempo de respirar primavera e abrir-se ao novo que vem pela frente.
Acreditar. É isso que faz a diferença.
Um ótimo outubro pra você!
Não, não, não e não. Sinto muito, mas não posso mais com essa gente.
Os críticos ainda dá pra engolir, geralmente estudaram, pesquisaram e muitas vezes não estão falando água. Afinal, se criticaram é porque conseguem identificar uma forma melhor ou diferente de fazer o que já foi feito.
Com os lisonjeadores é preciso ter cuidado. Lembra da máxima: se a esmola é demais o santo desconfia? Pois é, com esse povo é preciso ficar atendo. Tipo quatro olhos e meia boca. Quando o cara bajula demais... Hum... Sintomas de quem vai puxar-lhe o tapete.
Agora, com os metediços parei. Definitivamente, pessoas palpiteiras palpitam, mas não possuem argumentos consistentes (como os críticos) para fazer valer suas sugestões.
Juntando tudo, não há quem goste de pessoas que se intrometem em suas coisas, ou não?
Profissionalmente falando, estes três perfis acabam deixando o ambiente pesado, pois todo excesso é prejudicial.
Então, como lidar com eles?
Bem, acho que... Tu, tu, tu, tu, tu, tu, tu, tu, tu, tu...Ué! Caiu a linha.
Enfim, encontre seu jeito. Com certeza será o mais eficaz.
O importante é não se deixar abater pelas críticas, elogios ou sugestões sem fundamento. Pense nisso!
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Alexandre Bernardo, Baltazar Melo, Carlos Hilsdorf, Ciro Bottini, Cláudio Tomanini, Cláudio Diogo, Dalmir Sant’anna, David Portes – The Camelot, Débora Martins, Edivan Silva, Fabiano Brum, Fabio Fiorini, Gilcler Regina, Gonçalo Pontes Jr, Luciano Fregapanni, Luciano Rodrigues, Luis Paulo Luppa, Marcelo Caetano, Marcelo Ortega, Mario Persona, Mauricio Góis, Narciso Machado, Nei Loja, Prof. Heinz, Prof. Menegatti, Rodrigo Cardoso, Rudson Borges,Sergio Almeida e Sergio Dal Sasso.
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Antes de qualquer coisa, se acalme! É com calma e elegância que você garantirá que as coisas procedam da melhor forma possível, sem exageros nem precipitações. Você tem muitas atribuições? Toca aqui, então! Eu também tenho, e daí? Mas ambos também temos talentos de sobra para levar adiante nosso dia-a-dia sem afobação. Fica falando pra todo mundo que tá doido. Vai. Mostre a todos que não dá conta do seu trabalho. Sua promoção nunca vai sair apresentando-se com este comportamento. A expressão de seus dons e talentos principais se dará nos momentos de calma. Não apenas seja mais você mesmo, mas faça isso com exuberância e confiança. Retome as rédeas de sua carreira com tranqüilidade, assim quando menos esperar as coisas já se terão normalizado. Tente. Pense nisso!
Aff! Que pobreza extreme... Gente que só liga a cobrar pro celular dos outros não merece respeito. Você acredita que tem gente que é tão viciada nisso que liga a cobrar até para um selecionador quando está procurando emprego? Credo! Além de transferir suas contas e responsabilidades para os outros acha que isto é normal. Meu leitor, por favor, isto não é normal! Isto é uma deselegância um ato de total falta de educação. Ligamos a cobrar para nossos parentes e, em alguns casos, para amigos mais chegados. Isto acontece em épocas de vacas magras, não todos os dias. Fico muito preocupada com estes e muitos outros comportamentos que observo, não só nos jovem que oriento nos programas sociais de que participo, mas também nas empresas onde ministro cursos. As pessoas já perderam o respeito pelo próximo e agora querem onerá-lo? O mais importante é não ser conivente com este comportamento e não agir de forma assistencialista. Cada um deve saber gerir seus próprios recursos, não é? Agora, quanto ao sorvete de pistache, bem, como peguei pesado vamos adoçar o bico. Amo pistache, experimente!
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Débora Martins é jornalista, consultora e palestrante organizacional com ênfase em Gestão de Pessoas e Desenvolvimento de Talentos. Contrate. Acesse o site: http://www.deboramartins.com.br
Só a Vivara me entende! Quando passo por esta loja me sinto como um cachorro na frente da máquina de assar frangos da padaria. Quanta beleza, brilho, glamour, e quanto trabalho, não é? Os diamantes são um excelente exemplo do que é dedicação. Muitas vezes não nos damos conta de que por trás de muitos produtos, inclusive os mais simples que utilizamos em nosso dia-a-dia, existe uma história fascinante. Todo um processo que envolve nossos recursos naturais, ciência, tecnologia e, principalmente, pessoas. As pessoas. Estas sim, são diamantes. Repare que cada qual possui seu brilho próprio. Algumas ainda em pedra bruta, outras lapidadíssimas. Existem as solitárias, e as que se unem e assim são capazes de formar a mais linda de todas as coroas. Pessoas são diamantes. É para estas pessoas que escrevo. Para quem ainda pode não ter encontrado seu brilho, mas sabe que ele existe. Por ocasião de meu aniversário (10/09), escrevo para agradecer a vocês por me acompanharem. Ah! Se quiser me presentear, a Vivara entrega, viu?.. Ahahah
Desenvolvendo altruísmo e empatia no ambiente organizacional"Tudo evolui; não há realidades eternas: tal como não há verdades absolutas". -Friedrich Nietzsche
Diariamente, diversas organizações perdem negócios milionários por conta de um simples fator: a incapacidade do ser humano de assumir uma postura feliz. As pessoas precisam voltara a acreditar em sua capacidade de se relacionar, a descobrir seus talentos e, sobretudo, se reeducar para conviver num ambiente cada vez mais frio e competitivo. È por este motivo que meu trabalho tem caráter motivador, com conteúdo de profundidade e embasamento técnico. Não se trata de uma abordagem holística do ponto de vista espiritual, e sim de um convite para pôr em prática tudo que foi possível aprender com Bechterev, Freud, Nietzsche, Jung, entre outros.
Qual o resultado final desejado? Que tipo de oportunidade cria?
Resgatar valores éticos e morais, abandonados pela sociedade moderna. Reeducar o colaborador, enquanto ser social, para trabalhar e conviver em harmonia, produzindo e estabelecendo vínculos confiáveis. Desenvolve mudanças comportamentais. Em médio e longo prazos: - Melhoria nas comunicações (cliente, feedback, processos) - Maior entrosamento nas equipes de trabalho - Aumento de produtividade - Aumento de auto-estima
Quem exatamente pode se beneficiar com isso?
Todos os colaboradores da empresa e pessoas envolvidas, direta e indiretamente, com a organização. Empresas, conheça mais acessando o site.
A agressividade é uma qualidade natural, humana ou animal, cuja função é a própria defesa diante de perigos enfrentados e ataques recebidos. É, deveria ser assim, mas a violência nos relacionamentos humanos e a agressividade desequilibrada, fora das situações de perigo, vêm acontecendo dentro das empresas. De repente, por nada (nada mesmo), alguém explode e despeja no outro toda sua ira. Pois bem, aí está formada a discórdia. Como se pode trabalhar num ambiente assim? Trazer à tona sentimentos interiores de frustração, carência, e incapacidade de amar pode desencadear comportamentos completamente destrutivos para o ambiente organizacional. Tem gente que acha normal, afinal é só pedir desculpas depois. Opa! Acho que não é bem assim. Como fica o agredido? Segundo Flávio Gikovate, psiquiatra, agressividade sutil dirigida contra pessoas que nada fizeram - a não ser existir e ser como são - é a marca registrada da inveja. O indivíduo que age assim precisa de tratamento. A violência e a agressividade desequilibrada geram um ambiente doentio. Geram medo, tensão, estresse, tristezas, ressentimentos, mágoas, culpas, inseguranças. Proteja-se! Informe-se e não seja vítima de pessoas com tal comportamento. Acredito que há muito para se pensar sobre isto, não? Mas, principalmente, não se deixe intimidar, afinal são pessoas carentes, mais destrutivas. --------------------------------------------------------------------------------------
Débora Martins é jornalista, consultora e palestrante organizacional com ênfase em Gestão de Pessoas e Desenvolvimento de Talentos. Contrate. Acesse o site: http://www.deboramartins.com.br
Tadinho do bichinho... Parece uma lesma nojenta. Mas tem lá sua importância, afinal, desde os tempos antigos até os dias de hoje contribuem para a medicina alternativa. Mas hoje vamos falar de outro tipo de sanguessuga, os corporativos. Quando escolhi trabalhar na área de Recursos Humanos foi por causa das pessoas. Pessoas feridas, cortadas, estraçalhadas e com verdadeiras hemorragias internas, afinal todo mundo pode tirar um pedacinho. É para estas pessoas que falo a verdade, e ajudo-as a encontrar um novo ânimo para conviver em equipe e melhorar suas relações de trabalho. A questão é que tem muita gente folgada por aí. Pronto! Falei mesmo, vocês sabem que sou direta. Não pense numa estrutura hierárquica. Não estou falando do seu superior, mas de qualquer tipo de indivíduo que trabalhe com você. Às vezes o cara quer que você faça o trabalho dele, quer exercer poder sobre você ou te menosprezar na frente de outros. Sem problemas, afinal ele sempre pede desculpas (bem baixinho). Fuja dele! Muitas vezes a pessoa não se dá conta de que está sendo manipulada em diversas situações, muito menos de que tem suas energias sugadas. Sanguessugas existem por toda parte, mas cabe a nós ter a clareza de nosso potencial e não nos fazermos de vítima. Então, ao primeiro sinal, reaja!
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Assim o dia rende. É só lançar uma idéia e a pessoa capta imediatamente. - Certo, vamos lá! Demorou. Incrível! - Então, vamos fazer. PÁ-PUM e pronto! Nossa, parece papo de maluco, mas neste momento surgiram coisas importantes. De repente, num jogo louco de palavras e frases soltas se tomam decisões, e assim se encontram soluções para o inimaginável. Mas, isto é possível? Quando há sintonia entre as pessoas, sim! Como disse Confúcio: "Se você tem uma laranja e troca com outra pessoa que também tem uma laranja, cada um fica com uma laranja. Mas se você tem uma idéia e troca com outra pessoa que também tem uma idéia, cada um fica com duas". Devemos estar dispostos a trocar idéias, ceder sem medo de ser roubados ou copiados. No meu caso, por exemplo, todo dia recebo notícia de que alguém plagiou um artigo meu, nem por isso deixo de escrever. Há outras formas de resolver isto e, convenhamos, coitada da pessoa que fez isto, ela não tem idéias, lamentável! Estar aberto ao desenvolvimento intelectual, a novas experiências e a consciência de si próprio tem a ver com se abrir para o mundo. Pense nisso!
Koff, koff, koff... koff, koff...
Ô, meu leitor. Por favor, me desculpe.
Koff, koff, koff... Ai, ai. Estes sebos ainda me matam.
Hum... Mas sempre valem a pena. Afinal, entre poeira, mofo e traças existe um verdadeiro tesouro. Você gosta de ler? Eu gosto!
Já li muitos livros interessantes. Alguns poderiam ser transformados em chips para serem implantados em nossas mentes. Já outros...
Romance, não! Obrigada. Epopéias, lindas. Crônicas, adoro. Os técnicos, bem, estes fazem parte do nosso dia-a-dia. Mas às vezes é bom inovar.
Minha última descoberta foi "The Indigo Children", em Português “As Crianças Índigo”, escrito por Lee Carroll e Jan Tober. O gênero oscila entre ciência e espiritualidade. É interessantíssimo. Trata-se de uma inédita pedagogia de valores. Para pais, educadores, psicólogos, pedagogos e todas as pessoas interessadas num futuro melhor para nossas crianças. É uma boa dica de leitura. E, por falar em dica, aí vai uma ótima oportunidade de adquirir livros novos. É! Se estiver em São Paulo visite a Bienal do Livro, que irá acontecer entre 14 e 24 de agosto de 2008. Quem sabe a gente não se encontre por lá?
Enquanto isso vou fazer um xarope... Ahahah
Certa vez, um dos meus melhores alunos apresentou dificuldades para realizar determinada tarefa. Seus colegas, bem, obviamente ficaram inconformados. Mas ele não é o melhor? Perguntavam-se.
Afinal, vivemos numa sociedade em que errar, ter dúvidas, ou simplesmente demonstrar os sentimentos são motivo de fraqueza.
É como se as pessoas encontrassem uma enorme satisfação em apontar seu dedo indicador de forma altiva e dizer: Estão vendo como por de trás dessa fortaleza existe um pobre mortal, blá, blá, blá...
Mas eu tenho uma boa notícia: Você pode!
Você pode, por exemplo, começar mandando esse povo catar coquinho. Já é um bom começo, não é? Depois você pode se libertar destas regras e não se culpar tanto. Quando a gente pára de carregar as dores do mundo nossa dor nas costas até melhora, sabia?
Enfim, podemos ser melhores, infinitamente, jamais tenha dúvidas disto, mas também podemos ser nós mesmos e assim transformar nossos erros e fraquezas em grandes aprendizados.
Eu choro, fico deprimida, e às vezes erro, sim, assim como você. Super-homem só nos desenhos. Pense nisso!
Pois é, parece que foi ontem que nasceu este blog. Confesso que nunca quis ter um blog. Ah, isso dá muito trabalho, não sei escrever pra web, blá blá,blá... Fora outros preconceitos. Mas, graças ao incentivo e persistência de Mário Persona, mesmo muito relutante acabei aceitando seu conselho. Na época eu disse ao Mário que blog era coisa de criança. E ele respondeu: Hum... Que pensamento pequeno! As crianças só descobriram primeiro. Neste dia estávamos a caminho de Juazeiro do Norte, onde Mário e eu iríamos palestrar na Faculdade Leão Sampaio. Foram sete horas de vôo com um papo super empolgante sobre carreira, marketing, crescimento pessoal e o mundo da blogosfera. Então, pronto! De lá para cá, minha vida mudou e me tornei uma blogueira de carteirinha. É algo super empolgante, e os ganhos são inúmeros. Só me resta agradecer e agradecer. Poxa! Nem sei por onde começar e que nomes citar, só sei que é muito maravilhoso completar três anos no ar recebendo todo este carinho de você, meu leitor. Espero não decepcioná-lo e continuar recebendo seu sempre sincero feedback. Valeu Mário! Valeu leitor! Não deixe de visitar meus outros blogs: Minuto Atender Bem e Mulheres com QI
Talvez você esteja pensando que isto é loucura, mas em alguns casos é a atitude mais sensata a ser tomada.
Muitos possíveis clientes têm como técnica de negociação depreciar o trabalho do fornecedor para obter vantagens. É típico ouvir coisas do tipo “eu te ajudo e você me ajuda” ou “me dá um desconto generoso, seremos parceiros”. Entenda como “trabalhe de graça”.
Acredite, às vezes recusar um trabalho soma mais pontos do que você imagina. De nada adianta dedicar-se a um projeto que não resultará em três bases fundamentais: progresso profissional, satisfação pessoal e retorno financeiro. Quem não leva em conta o valor de sua organização nem seus anos de experiência não merece seu respeito.
Portanto, da próxima vez que sentir que seu trabalho foi desrespeitado, que sua proposta foi recebida com desdém ou comparada a algo visivelmente inferior, não hesite em dizer não.
Você está sempre disponível para ajudar alguém? Renega o próprio trabalho em função das urgências alheias? Empresta dinheiro, objetos e faz favores com freqüência a todos que lhe pedem?
Que gracinha! Ótimo, se isso não lhe incomodar.
À primeira vista, parece louvável, mas o mais provável é que você se estresse por tanto se anular.
Infelizmente não podemos dar às pessoas tudo o que desejam de nós, principalmente no ambiente de trabalho.
Encontre seu jeito e procure deixar claro o que você pode e o que não pode fazer. Pode não parecer, mas isto é maturidade profissional, afinal você tem suas metas e prazos, lembra?
Assumir um estresse por responsabilidades acumuladas e angústia por abrir mão dos próprios princípios... Hum... Acho que não precisamos disto, não é?
Portanto, tome coragem, respire fundo e diga "não" com convicção.
Não se sinta constrangido, demonstre que se importa, mas você está dizendo não é para uma situação, e não negando a pessoa.
Talvez possa ajudá-la em outro momento, isto sem abrir mão de suas responsabilidades e obrigações. Dizer não é uma atitude libertadora. Não tenha medo de ser firme. Pense nisso!
Ninguém fala em outra coisa. Basta ir à Santa em qualquer dia da semana pra ver a galera enlouquecida, batendo de loja em loja, perguntando.
Santa? Quer dizer, Rua Santa Ifigênia, localizada no centro de São Paulo. Com mais de 1.300 lojas distribuídas e poucos quarteirões, é o point da informática, telecom e eletro-eletrônicos, ou seja, tudo num único lugar.
Cientistas, engenheiros, analistas, programadores, hackers, crackers, micreiros, “sobrinhos” e simpatizantes, enfim, tá todo mundo lá!
Quando Steve Jobs apresentou o iPhone 3G, com certeza já imaginava o alvoroço que iria causar. No entanto, acredito que o ponto alto de sua apresentação tenha sido o preço. Aliás, digno de uma salva de palmas.
Nos EUA US$ 199 e no Brasil... Hum... Ainda é uma incógnita.
Imagine como estão os nervos dos mais de 100 mil interessados que já se inscreveram só pela operadora Claro que, inclusive, ainda não determinou a data de chegada do celular da Apple no Brasil.
Enfim, só escrevi sobre iPhone 3G porque minha faxineira não fala em outra coisa.
Apesar de toda essa novidade e encantos que o aparelho exerce sobre nós, é preocupante reparar na magreza do Jobs. Ele já teve um câncer em 2003.
Tomara que esteja tudo bem. Vamos torcer pelos dois!
Está impossível respirar em São Paulo.
A umidade relativa do ar ontem foi de 19%, abaixo do limite recomendado pela OMS; dizem que o tempo muda no sábado.
Deus queira!
Socorro! Minha retina está seca.
Já falei que amo e odeio essa cidade?