Prezado Jerônimo,
Li dois de seus textos agora no intervalo do almoço Em busca do emprego ideal e Lições de um vendedor.
Li a sua afirmação :”Nunca encontrei o emprego ideal, por uma simples razão: ele não existe.” Por essa razão também existe sempre um substituto pronto para ocupar o seu lugar, pois, enquanto você está cobiçando o cargo do chefe, alguém está cobiçando o seu.Isso faz pensar, e muito...
A busca do emprego ideal exige paixão, dedicação e desempenho; no final, o resultado é o que conta, pois quem vive no mercado vive de resultados. E muitas vezes um possível emprego ideal surge quando se corre o risco de empreender por conta própria.
Meu pai também foi da era de uma empresa para o resto da vida. Minha mãe também ficou preocupada em ter um filho se arriscando a ter empresa. E para desmotivar, muitos parentes diziam, “você esta louco !”, o esquema é ter estabilidade e paletó na cadeira.
“A gente estuda tanto, corre atrás de diploma, lê uma infinidade de livros, participa de seminários, palestras, treinamentos e incorpora o sobrenome da empresa, porém quando menos espera se vê comparado a um simples viajante, um andarilho qualquer, pela empresa.” Quem nunca se sentiu assim em multinacionais ou empresas nacionais? E ai vem na cabeça: ninguém nesta empresa e insubstituível. Riscos existem aos que saem da zona de conforto e os que ficam na zona de conforto. Muitas empresas já exigem do pessoal de TI (tecnologia da informação) que deixem de ser PF e tenha o próprio CNPJ. E cada vez mais rápido...
Eu também, se na época de universitário, ou quem sabe segundo grau, eu tivesse consciência de que as habilidades para profissão de vendedor eram tão importantes na vida, sinceramente, teria me dedicado muito mais em vez de infurnar em matérias técnicas.
Muito bons os artigos !
Boa semana !