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Jorge Nascimento Rodrigues

recados 1 a 2 de 2
28/04/2008 10:58
Prezado Jorge,
Li o texto “O segredo da liderança” e concordo com o Joseph Nye, que criou o conceito IC em relação ao QI (década de 50, quando se procuram pessoas mais ligadas a tarefas e analíticas) e o QE (década de 90, quando se buscava pessoas mais ligadas a relacionamentos e criatividade.).

Muito bom as resenhas do site gurusonline sobre 50 anos do management.

Gostei muito da clareza da frase sobre o IC “Esta classificação académica é ainda uma criança de infantário – mas é tão velha quanto a Humanidade na prática. Dito de um modo simples, é a capacidade de perceber e usar o fluxo dos acontecimentos para colocar em prática um dado intento estratégico.” O poder eficaz do “smart power“ está conectado aos dias de hoje.

Lido com softwares em SMARTphones para ver se com esta ferramenta na equipe de vendedores um gerente comercial aumenta seu IC através da capacidade de perceber e usar o fluxo dos acontecimentos para colocar em prática um dado intento estratégico.

Ou seja, uma rede de vendedores inserem e administram as oportunidades em um CRM no smartphone das tarefas que o gerente planeja e os orienta a executar em determinado cliente. Fica ocorrendo trocas de mensagens entre força de vendas (SFA) e empresa. Os vendedores devem estar constantemente monitorando as oportunidades nos clientes e concorrentes e o gerente comercial monitorando os vendedores para identificar janelas de oportunidades na demanda. A batalha fica equiparada quando se tem tecnologia.

Concordo com você sobre o auge da exploração portuguesa com o rei Manuel I, colocando Portugal como Pioneiro da Globalização do fim da Idade Média. No metalismo ibérico, o lado power, em paralelo ao mercantilismo inglês, o lado smart, favoreceu o comércio por novos mares. Portugal e Espanha preferiram ter o monopólio das terras e os piratas ingleses o monopólio comercial dos mares. A tecnologia criada por um povo (Barcos a vela) viram uma arma na mão de outro. (esquadra inglesa).

Muitos historiadores colocam o feito dos portugueses se equiparando com a ida dos americanos a Lua. Realmente viajar por oceanos nunca antes navegados realmente é uma façanha e uma proeza que os portugueses e nós brasileiros devemos nos orgulhar.

Neste estudo de globalização é interessante lembrar a globalização feita por Alexandre Magno, o lado power, na idade antiga, que foi aluno de Aristóteles, o lado smart, e conquistou o mundo antigo na base de cavalos e espadas e deixando que seu exercito se miscigenasse com a cultura e mulheres de outros povos na globalização cultural do Helenismo favorecendo o comércio por novas terras.

Também é interessante lembrar a globalização armada por Bill Gates e Andy Groove da Intel junto com o poder da IBM. Enquanto este último bolou o chip para a IBM, o primeiro criou o MS-DOS para o chip. Andy Groove entrou com o “power” e Bill Gates, entrou com o lado “smart”, favorecendo o comércio por novas tecnologias. Enquanto Jobs tentou criar um monopólio de hardware e software em computadores pessoais, Bill Gates focou apenas em software e deixou piratear seu software de modo estratégicos em clones de pcs IBM. Jobs inventou o computador pessoal, a IBM o popularizou e deu chance para Gates criar um cavalo de Tróia.

Quanta história !

Boa semana !

Gostaria de lhe adicionar como amigo aqui no administradores.


06/03/2008 11:46
Olá Jorge, Gostaria de ter como amigo uma pessoa tão admiravel quanto você. Espero que não haja problemas. Obrigado




Augusto Lopes Caldas
Augusto
Valquíria Schumacher de Vargas ***
Valquíria

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Leandro
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