Mega salário já não é suficiente para reter bons líderes na empresa
As oportunidades de carreira para executivos qualificados se multiplicaram sem que o mercado de trabalho conseguisse suprir essa demanda
Diante desse contexto, um bom salário continua sendo um fator relevante de reconhecimento para qualquer executivo. Mas, o nível de satisfação profissional passou a estar ligado a outros aspectos. Para o gerente de Desenvolvimento de Projetos do Grupo Selpe, Robson Barbosa, o salário garante as necessidades básicas das pessoas, como alimentação, moradia e saúde, conforme propõe a pirâmide hierárquica da Maslow. "Se essas necessidades estão garantidas, a remuneração deixa de ser um aspecto motivador e entram em cena fatores como o desenvolvimento da carreira, o reconhecimento do papel do profissional na empresa e a liberdade de ação", destaca.
Segundo Robson Fonseca, executivos talentosos, principalmente os mais jovens, necessitam de espaço e autonomia nas empresas para desenvolverem seu potencial e gerarem resultados. "O que motiva os líderes são as oportunidades constantes de desenvolvimento de carreira e de ampliação dos horizontes. Esse tipo de profissional não pode sentir-se estagnado. É importante que ele tenha sonhos, desafios e novas perspectivas, com liberdade para criar, inovar, propor melhorias e ser transparente com relação ao que pensa para alcançar resultados diferenciados", analisa Robson.
O gerente do Grupo Selpe acrescenta que esses fatores funcionam como uma "remuneração intangível", muito valorizados pelos executivos, pois dão sentido ao trabalho que desempenham e significam o reconhecimento do seu papel na empresa.
Curta o Administradores no Facebook e siga os nossos posts no @admnews.






