Pelos chineses está palavra é representada por dois símbolos, sendo que o primeiro tem o significado de oportunidade e o outro recessão, bem o que nos falta, em tempos de escassez de vendas, é enxergar as oportunidades que aparecem em nosso mercado. Não podemos dizer que o grande vilão dos industriais de calçados atualmente, são os chineses, sendo que temos a índia, áfrica, etc,, , países com características bem parecidas dos chineses que estão se organizando para incomodar cada vez mais. O que é realmente concorrente para o nosso calçado é a falta de visão de nosso empresariado, A globalização deixou o mundo plano, estamos vendendo e comprando com mais facilidades para todos lugares. Então, se temos um cenário de dólar desvalorizado em relação ao real, o que podemos importar ? para agregar valor competitivo aos nossos produtos, é necessário que os empresário trabalhem com diferenciais para mercados específicos, e que se moldem a maneira de concorrer em cada situação, precisamos aproveitar as condições oferecidas por cada cenário. Lendo algumas revistas especializadas do setor de calçados, podemos ver que as noticias de empresas em declínio são muitas, mas existem também os profissionais que estão sacudindo a poeira, fazendo viagens a mercados como a china, procurando parcerias para se adaptarem as novas regras do jogo. Outro ponto em questão, é a melhoria do controle de gestão da empresa, num mercado onde as margens vão ficando cada vez mais apertadas, é necessário um controle integrado das informações com o foco no auxílio da tomada de decisões, não se admite mais, a falta de produtividade e desperdício , que no passado era absorvido pela empresa. Acima de tudo o que o fabricante de calçados deve analisar, em prioridade é se ele atua num mercado onde seu cliente final paga por uma inovação, e se esse for caso, o foco é no aprimoramento do produto e na preocupação constante com as tendências internacionais, agora se o mercado focar apenas um produto padrão que característica de baixo custo, cuidado tem alguém fabricando mais barato em algum lugar, ai a saída é fazer parcerias e tentar ser competitivo, o cenário global está assim .
Adm. Luiz Fernando Neves Franco
Técnico de Ensino - Senai Jaú
MBA em Gestão Comercial FGV/COC Ribeirão Preto
tecnicodeensinocalcados790@sp.senai.br
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