Administradores no governo Dilma?
Dilma está colocando abaixo de si um núcleo duro que fala a mesma língua
1. Jorge Gerdau
2. Gleisi Hoffmann - Formada Gestão de Organizações Públicas e Administração Financeira
3. Miriam Belchior - MBA em Administração Pública
4. Maria das Graças Foster - MBA com especialização em Economia
Despediu dois Economistas, Roger Agnellli da Vale e José Sergio Gabrielli da Petrobras. Roger foi substituído por um MBA, e Sergio Gabrielli idem.
Será isto uma tendência ou simplesmente um erro estatístico? Vamos ver.
Uma das verdades, que – lamento - escondi dos meus leitores, é a constatação de que um presidente formado em Administração não faria muita coisa. Uma andorinha não faz verão.
Para sermos um país bem administrado, o segundo e parte do terceiro escalão teriam que ser lotado com pessoas treinadas profissionalmente em administração, que falassem o mesmo "idioma", e rapidamente.
Dilma está pelo menos colocando abaixo de si um núcleo duro que fala a mesma língua. O que honestamente seria suficiente. A função de um presidente de empresa nem é administrar a empresa, ao contrário do que muitos pensam. A função de um presidente é fazer o relacionamento com o mundo exterior. Função que Lula fazia e Dilma precisa rapidamente retomar. Senão o Brasil ficará esquecido rapidamente.
Colocar um segundo escalão de pessoas competentes era na realidade o meu verdadeiro sonho, e vamos ver se isto "pega". O Estado de São Paulo já usa o termo "CEO" do Governo, e colocou como manchete "definir metas", algo que nenhum presidente fez com seus ministros, e nenhum jornalista jamais cobrou de um governo.
Vamos torcer.
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As opiniões veiculadas nos artigos de colunistas e membros não refletem necessariamente a opinião do Administradores.com.br.
Mestre em Administração de Empresas pela Harvard University, foi professor Titular da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo.
Criador do Prêmio Bem Eficiente para entidades sem fins lucrativos e do site www.voluntarios.com.br.
Criador de Melhores e Maiores da Revista Exame, avaliou até 1995 as 1000 maiores empresas do país.
Sua experiência como consultor lhe rendeu vários prêmios: Prêmio ABAMEC Analista Financeiro do Ano, Prêmio JABUTI 1995 - Câmara Brasileira do Livro e o Prêmio ANEFAC.
É árbitro da BOVESPA na Câmara de Arbitragem do Novo Mercado.
É também articulista da Revista Veja.
Títulos
"Master in Business Administration" pela Harvard University.
Professor Titular da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo.
Doutor em Ciências Contábeis pela Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo.
Bacharel em Ciências Contábeis pela Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo.







