05 de fevereiro de 2009, às 11h44min

Agora mais do que nunca é momento de criar

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Agora mais do que nunca é momento de criar, inovar para se diferenciar!
(*) Maria Inês Felippe
Por questões de sobrevivência, cresce o interesse em despertar e aumentar a capacidade dos funcionários tornando-os mais criativos, na busca de novos produtos, serviços, assim como buscar diferenciação nos processos de vendas, etc. Outro dia uma empresa solicitou uma palestra com o objetivo de despertar o potencial criativo dos colaboradores dentro de um cenário repleto de regras e regulamentos.
A criatividade favorece observar, enxergar o que todos estão vendo, visualizando coisas diferentes e aumentando a autoestima, acreditando nos produtos e serviços que estão oferecendo mercado. Outro aspecto interessante é que não basta somente criar, gerar idéias, é preciso analisá-las e implementá-las. Tenho atendido algumas empresas que criam Banco de Idéias, sistemas integrados de geração de idéias até mesmo a velha caixa de sugestões como estratégia de incentivo da criatividade e inovação, mas rapidamente transformada em caixa de “queixações”, pois é, sinto dizer-lhe, que não é por aí que devemos começar.
Agora mais do que nunca a criatividade e a inovação é a solução para a resolução de conflitos, resgate dos valores da empresa e dos colaboradores.
Você bem sabe que eu tenho um compromisso com você de trazer sempre alguma experiência que vivenciei, buscando projetá-la em situações que vivemos no nosso cotidiano profissional. E esse compromisso continua firme e os seus como estão?
Como você está? Cheio de planos? Tem tentado colocar em prática? Continua fazendo atividades que para você não tem sentido? Continua convivendo com pessoas que não lhe agregam nada? Já entrou no grupo dos pessimistas de plantão? Faz parte do grupo vamos esperar para ver como é que fica?
É muito comum ouvir, nas minhas palestras, as pessoas comentarem fatos como os abaixo:
1) “Meu chefe não valoriza as minhas ações. Como mudá-lo?

2) “A empresa em que trabalho não possui um plano de carreira e pouco investe nos colaboradores”;

3) “Vivo num mundo de trabalho hostil.”;

4) “Não há como mudar a minha rotina, tenho de fazer as coisas sempre da mesma forma!”.

5) Não tenho como criar, vivo cheio de normas, regulamentos, etc.

6) Tenho medo de ser mandado embora! A crise......

7) Minha equipe não tem iniciativa!

8) Os funcionários são descomprometidos

9) Meus resultados estão paralisados, ou até mesmo negativos!

10) Estou perdendo clientes!

Essas questões são fortemente debatidas nos programas de liderança de equipes, administração de conflitos e inovação. E é cada vez mais comum encontrar essas situações dentro das organizações.
Penso muito nesses acontecimentos, reflito e acabo por concluir que não importa o que as pessoas fazem conosco. O que realmente importa é o que estamos fazendo com nós mesmos, com os nossos negócio, com a nossa liderança e o que permitimos que os outros nos façam. Como estão as suas atitudes para com você mesmo?Com os negócios? Com a equipe? Está entrando nesse Inconsciente Coletivo de que tudo está ruim? Nada poderá fazer? É melhor esperar a “marolinha” passar?
Vivemos constantemente em cenários de conflitos, não é novidade dizer que vivemos grande parte do nosso tempo com divergências mal resolvidas tanto profissional quanto pessoal.Conflitos mal gerenciados trazem inúmeros custos para a empresa, até mesmo como perda de clientes, bons colaboradores, diminuição do processo de produção, capacidade de entrega e o custo gasto para resolver problemas, gerenciar desentendimentos e apaziguar os ânimos.
Evitá-los é utopia, vale a pena utilizar das divergências como fonte inspiradora para a criação de alternativas, saídas transformando as divergências numa ferramenta de crescimento pessoal e de equipes. Diferenças de pensamentos, personalidades, valores, estresse, carga de trabalho, recursos inadequados, liderança ineficaz, falta de abertura, transparência são as principais causas de conflitos que mais percebo nas organizações em geral. O resultado negativos são imensos, mas por outro lado encontramos os positivos, quando bem dirigidos, estimulados com técnicas adequadas, tais como : geração de idéias, soluções inovadoras, e aumento da motivação, produtividade, autoestima, eficácia operacional. etc.
É aí que entra a sua enorme responsabilidade em virar esse jogo, seja você como Recursos Humanos, líderes, empresário, colaboradores. O que você preparou para realizar neste ano que, pelo menos, amenize situações como as descritas acima?
Bem, junte forças e vamos em frente!
(*) Maria Inês Felippe- Consultora, Palestrante. Vice Presidente de Relações Acadêmicas da ABRHNacional.
 

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Autor

A autora atua na área de Recursos Humanos apóia as empresas em seus processos de Desenvolvimento Gerencial e equipes, Diagnóstico das relações trabalho, Avaliação de Potencial, Competências e Desempenho, Programas de Criatividade e Inovação, Coaching em projetos de Gestão Pessoas, Soluções Inovadoras de Problemas Organizacionais.

Psicóloga, pós-graduada em Administração de Recursos Humanos, Máster em Criatividade e Inovação Aplicada - Universidade de Santiago de Compostela, Espanha. Participou do Training Course on Solving Human & Organizational Problens for Brazil – Japão.

Realizadora de workshop e palestras no Brasil e no exterior (ONU em Angola , África do Sul, Venezuela, Argentina, Portugal, Espanha e México). Palestrante do IBC- Internacional Business Communications e vários congressos Nacionais.

Professora de pós graduação e MBA do Instituto Chiavenato, FAAP, Universidade Anhembi Morumbi, Faculdade de Alagoas, Maringá e Londrina.

Professora convidada pela USP para ministrar aulas no MBA dos oficiais da Polícia Militar e também da Universidade de Fernando Pessoa (Portugal -Porto) pra ministrar aulas no Máster em Criatividade e Inovação.

Criadora e Gestora do Prêmio APARH - Revista Vencer! de Criatividade nas empresas e do 1º Fórum de Inovação Aplicada ao Negócio . Possui mais de 200 artigos publicados na grande imprensa envolvendo revista especializada . Membro atuante em congressos da ABRH Nacional.

Participação nos livros: Manual de Treinamento e Desenvolvimento de Pessoal - ABTD- Makron Books – Capitulo: Levantamento de Necessidades de Treinamento. Competências para o Sucesso - Ricardo P. Xavier- 2. edição Editora STS- Capitulo: Ronaldinho ou Barrichello. Sua carreira - Evitando os erros que atrapalham - Ricardo P.Xavier. Editora STS- Capítulos: Você Administra ou Executa? Você possui o Entusiasmo?

Acesse o site: www.mariainesfelippe.com.br

 
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que saco, to loco atraz de uma jaqueta dessas
 
Exelente material
 
gostaria de saber quem trabalha em banco que não trabalha sabado e domingo se os três dias ja começa...
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