20 de novembro de 2008, às 22h35min

Análise sobre a publicação da Revista Exame, de 03 de outubro de 2003, pág. 74 A 77, Intitulado “Sem essa de cada um na sua”.

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Através da a publicação da Revista EXAME, de 03 de outubro de 2003, páginas 74 a77, intitulado “Sem essa de cada um na sua”, o autor apresenta uma experiência bem sucedida da empresa Johnson & Johnson do Brasil, onde a gestão por processos está mudando a rotina e os resultados. Na nova gestão da Johnson & Johnson é possível perceber claramente a Organização, Sistemas e Processos surgidas com a necessidade de alcançar melhores práticas de forma integrada por processos. É possível perceber também o planejamento estratégico através da reorientação da equipe de vendas e markenting, neste contesto nota-se que a estrutura foi toda reordenada de forma a atender a nova política estratégica sendo possível o redesenho da arquitetura organizacional proporcionando com isso eficiência das operações através dos projetos ágeis e integrados.
O papel do gestor José Antonio Justino foi muito importante na definição da nova visão estratégica da empresa, apoiado em uma boa consultoria especializada em mudança organizacional, traçou bem o rumo dos negócios procurando atender a estrutura organizacional da empresa, a responsabilidade do novo projeto da estrutura foi distribuída de forma abrangende e clara para cada divisão e setor da empresa, garantindo que todo funcionário os detalhes do plano estratégico e do vínculo entre o seu trabalho e as metas da empresa, procedimento este vital para o fortalecimento da estratégia. Certamente ao adotar o novo modelo de gestão por processos, a Johnson & Johnson passou a compreender melhor seu paradigma sistêmico, pois ao integrar a equipe e mantê-la andando no mesmo compasso favoreceu melhores práticas eliminando problemas comuns como descontos e prazo de pagamento de produtos que contrariavam a estratégia da companhia.
Através do planejado procurou aperfeiçoar e melhorar a seus processos com preocupação em assegurar o melhor desempenho possível, a partir da utilização de seus recursos ao máximo, o comprometimento dos recursos foi determinante para a estratégia. Através do mapeamento dos processos envolvidos foi possível a reestruturação e aprendizado organizacional.
Após análise e entendimento de todo o funcionamento operacional, por exemplo, a começar pelas atividades envolvidas em um simples pedido desde o seu início até a entrega ao cliente, foi subsidiado condições para voltar a crescer através das melhores práticas internas e externas e levando em consideração seus clientes e consumidores. Com certeza a mudança ocorrida na Johnson & Johnson tratou-se de fato de uma reengenharia de processos. As características de transição do sistema antigo para o novo estão bem visíveis no artigo objeto desta sistematização de aprendizagem, onde o fator humano foi de grande importância para o sucesso da estratégia proporcionando, por exemplo: inovação; reconfiguração da interdependência das atividades dos processos visando atender uma integração mais efetiva entre elas; valores e habilidades compartilhadas em equipe; redução de custos, etc.
Outras relações, aprendizado e implicância, a disciplina de OSP subsidia a capacidade de modificar a estrutura de empresas que estão operando em sistemas fechado de forma a melhorar seus processos com o apoio da reengenharia. Indica como conduzir o processo de desenvolvimento e implantação da estrutura de forma transparente, dando oportunidades a todos de conhecer as vantagens que a nova estrutura organizacional proporcionará a empresa. Além da compreensão do novo modelo de negócios e até do compromisso emocional com a mudança, a transição quase sempre exige uma transformação da cultura, nos valores e nas normas de interação da empresa.
Em resumo, a partir do período de estagnação vivido, a nova gestão da Johnson & Johnson, buscou uma nova estrutura organizacional, visando corrigir distorções existentes com o estabelecimento metas pretendidas com aproveitamento de todos os colaboradores na nova estrutura, de forma a assegurar o equilíbrio. Em sua arquitetura a flexibilização possibilitou repensar seus métodos, processos e objetivos, agregar valor a seus produtos e serviços, a prevenção e auto preservação considerando seus concorrentes e sociedade em geral e melhoria do poder de competitividade a empresa de forma integrada a processos integrados cuidadosamente bem planejados e definidos.
Percebe-se também que os funcionários desenvolveram suas competências orientadas para a nova configuração organizacional, competências estas baseadas em conhecimento, aprendizado e compromisso com os objetivos da empresa etc, cada funcionário com certeza tem sua parcela de contribuição com o sucesso, com isso a empresa só teve a ganhar.
As mudanças ocorridas na empresa Johnson & Johnson depois de plenamente implantadas seguem no caminho certo, práticas orientadas por processos buscando a participação de todos os colaboradores procurando inovar seus serviços, produtos e processos. Através da nova gestão foi possível o novo cenário mais propício ao poder de competitividade, sustentabilidade, e rentabilidade eliminando riscos possibilitando a previsão futuro contando com todos os recursos humanos (gestor, líderes das células e colaboradores em geral). O resultado de todo investimento, goza agora da satisfação do seu ciente interno, o colaborador saudável e motivado contribuindo com o crescimento da organização, através do seu desempenho de forma expressiva e positiva sem que seja necessário cobranças e do seu cliente externo com maior satisfação com melhor qualidade.
 
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Autor
Miguel Lopes, estudante acadêmico do 8º período do curso de Admninistração de Empresas juntro à Universidade Católica de Brasília-UCBV.
Comno profissional, desenvolvi atividades em empresa privada de grande porte, atuando nos departamentos de materiais; compras; patrimônio; recursos humanos; financeiro; departamento tributário/fiscal e gestão de contratos (subempreiteiros, bens móveis e imóveis). Atualmente sou empresário no ramo do varejo em Manaus-AM.
 
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