Comportamentos movidos a valor
"Fazer o bem é melhor do que falar sobre o bem".
Pensando nessa frase, começo a imaginar o quão o mundo seria mais perfeito se seus habitantes fizessem mais bem feito apenas a sua parte. Em todos os momentos vemos e ouvimos pessoas falarem muito sobre um mundo mais justo, todavia o discurso fica cada vez mais distante da prática.
As pessoas falam da falta de ética dos políticos, mas basta um favorecimento ou facilidade para começarem a agir exatamente como daqueles que falam.
Antes de qualquer atitude, devemos sempre nos perguntar: QUAL A COISA CERTA A FAZER? E então, fazer a coisa certa por ser a coisa certa a fazer!
É incrível como somos fáceis de não sermos exemplos. Por vezes a nossa fala é dissonante de nossos atos e por isso nos contradizemos.
Quer um simples exemplo? Então me diga que não é assim que acontece: você já prestou atenção que já disseste aos seus filhos, na fase educativa, que falar com a boca cheia de comida é falta de educação? Porém, você já prestou atenção quantas vezes você já atendeu o celular durante as suas refeições (com a boca cheia de comida)?
Pois é, assim é que o velho ditado vem a tona: falamos como fazer o certo, mas não fazemos o certo!
Conta uma história, que certo dia o pai e o seu filhinho foram pescar. Chegando ao lago, eles viram uma placa que avisava: PEIXES COM MENOS DE TRÊS PALMOS DEVEM SER DEVOLVIDOS AO LAGO – ÉPOCA DE DESOVA. Passaram o dia todo tentando fisgar algo e nada, nenhum beliscão. Já no finalzinho da tarde, vendo, o pai, que o dia não estava para peixe, resolveu recolher o seu material de pesca e convidou o seu filhinho para fazer a mesma coisa. Foi então, que puxando a linha de sua vara, aquela criança sentiu uma fisgada daquelas e gritou: pai! Peguei um! E aí quando conseguiu tirar o peixe de dentro d'água, ele viu que o seu tamanho era inferior aos três palmos que a placa avisava da proibição. Olhando para o seu pai, dele ouviu: devolve filho – é proibido levar este peixe, é época de desova.
Puxa vida, fico imaginando o rosto de decepção daquele menino.
Como último e único argumento, o filhinho disse: pai, passamos o dia todo no sol e nada vamos levar para casa? Se eu chegar à escola e mostrar este peixe aos meus coleguinhas eles vão ficar admirados com o meu feito, serei tratado como um herói! Além do mais, não tem ninguém nos vendo.
Então, respondeu o pai: filhinho, para você ser honesto e ético na vida, você não precisa de expectadores. Independentemente de público faça sempre o certo.
Que lição não?
Sabe o que precisamos para vivermos um mundo melhor? Começar a nos comportar movidos a valor. Pois, são os valores pessoais e profissionais que movem a forma da nossa lembrança na cabeça das pessoas que nos cercam.
Até a próxima e não esqueça: comece a fazer o que diz aos outros para fazerem!
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As opiniões veiculadas nos artigos de colunistas e membros não refletem necessariamente a opinião do Administradores.com.br.
Professor Universitário de Introdução à Economia, Economia Monetária, Instrução à Monografia e Ética Profissional;
Instrutor da Academia de Polícia Cabo Branco;
Especialista em Desenvolvimento Gerencial, Relações Humanas no Trabalho, Direito Administrativo, Gerência Pública com Qualidade e Excelência no Gerenciamento de Qualidade;
Eleito pela Revista Venda Mais, como um dos vinte e cinco melhores palestrantes do País nas áreas Motivacional e de Liderança;
Membro da Banca Examinadora do Prêmio Qualidade do Governo Federal – Ciclo 2002, “O Prêmio Nacional da Gestão Pública”;
Especialista na Área Motivacional;
Um dos co-autores dos Livros Gigantes da Motivação e Gigantes da Liderança;







