12 de janeiro de 2012, às 18h53min

Consultoria: em que difere do lobby?

Os meios de comunicação e a sociedade passaram o ano tentando decifrar se é de consultor ou Lobista o trabalho prestado por alguns profissionais para empresas e entidades

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Os meios de comunicação e a sociedade passaram o ano tentando decifrar se é de consultor ou Lobista o trabalho prestado por alguns profissionais para empresas e entidades.

Cremos que a grande diferença é que todos os passos do consultor são lastreados em documentos desde a 1ª reunião, o pré-diagnóstico, a contratação, relatórios parciais, agenda de reuniões, até a entrega do relatório final e a quitação. Já o lobista resolve os problemas do cliente por contatos ou telefonemas, que deixam infrequentes rastros.


Trazem à luz, ajudando-nos a entender, alguns achados do Perfil da Consultoria no Brasil 2011:

1 - a maioria dos consultores acredita no crescimento da demanda por seus serviços, consolidando-se a consultoria, cada vez mais, como atividade autônoma e definida, tal qual as tradicionais de contadores, advogados, médicos, engenheiros, arquitetos e outras mais.

Obs: o Perfil evidencia que a consultoria vem sendo cada vez mais aceita pelas organizações públicas e privadas, resultado da difusão periódica pelo próprio Consultor do seu campo de atividades, funções e contribuições, repercutindo não só consequências, mas, também, as causas das mudanças no campo do emprego e do trabalho, do planejar vida e carreira, da rápida adesão ao escritório em casa, da escolha do que queremos e, principalmente, do que não queremos..., com imediatos reflexos na produção de bens e serviços.

2 - o consultor pode ter competência (conhecimento, habilidade/técnica, atitude) - Experiência é determinante -, mas, amiúde, lhe falta aptidão para o marketing e a venda dos seus serviços. Assim, tanto mais importante passa a ser a constituição e o cultivo de sólida rede de relacionamento e comunicação, haja vista que nos serviços de Consultoria, e de todos os intangíveis, a recomendação pessoal (de cliente atendido e/ou de outro consultor) é critério determinante na contratação*.

 3 - e o melhor, enfatizado nos nossos cursos: a maioria dos consultores está satisfeita com a atividade (70%), há um baixíssimo índice de insatisfação (8,9%). Isto, portanto, justifica o ingresso constante de executivos experientes, em transição de carreira, para a consultoria.

Vide quadro http://www.luizaffonsoromano.com/?link=conteudo/conteudo.php&id=221

 

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Autor

 


Consultor Organizacional( há 40 anos) e Coach de Consultores.

Professor dos Cursos de Desenvolvimento de Consultores e Planejamento de Vida e Carreira/Trabalho e do MBA Formação de Consultores.

Coordenador do Perfil da Consultoria no Brasil set. 2011

Diretor de Consultoria Organizacional do IBEF( 2010/12)

Colunista do Administradores.com.br

Coordenador da Comissão de Ética do IBEF (1998/2012).

Conselheiro da Comissão Ética da Associação Comercial do RJ (2006/12)

Conselheiro do IBEF (2009/12).

Conselheiro do IARJ Instituto de Administração do Rio de Janeiro (2009/12).

Conselheiro da FGV Jr (2008/10)

Consultor da FGV- IBRE Instituto Brasileiro de Economia e da Projetos/ Consultoria (2002/8)
.
Diretor da Escola de Marketing da UniverCidade( IM e Consultoria 2002).

Editor do Informativo COP - análise econômico- financeira e gestão( décadas de 70, 80 e 90) e Ouvimos por aí (2010/12).

Autor do livro  Intervenção e Regulação no Brasil (história do Controle de Preços no Brasil)- edição  COP Editora e Febrafarma (em 1971, 1980 e 2005)

Idealizador, cocoordenador e professor do MBA da Indústria Farmacêutica EESP FGV Febrafarma (2005/6/7/8/ 9/10, 6 turmas)

Coordenador e coautor do Código de Ética do IBEF (1998 e 2004) e do da Confederação Brasileira de Voleibol –CBV (2001).

Coordenador das Análises de Desempenho Econômico- Financeiro do Setor Farmacêutico (publicadas ed. Febrafarma,em 2004 e 2007).

Palestrante e articulista, desde a década de 70.

Fundou e presidiu o instituto dos Consultores, em 1983/6, 1992/6 e 2006/10 e é conselheiro vitálicio( desde 1987).

Diretor de T&D do IBEFRio,  chairman de T$D da AMCHAM (década de 1990).
Assessor, chefe de Gabinete e Diretor, na década de 60, da COFAP, CONEP/CIP e SUNAB.

Atuação exclusiva e  ininterrupta em Consultoria, desde a década de 70.


site: www.jacobseneromano.com
blog: www.blogdoconsultor.com.br
email: romano@luizaffonsoromano.com

 
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