Desindustrialização: Andar Com Freio de Mão Puxado
O Brasil é mesmo o país dos contrastes. Consegue ser rico e pobre, próspero e mísero, tudo ao mesmo tempo. E não tem mágica, tudo tem explicação, basta estudar um pouco, ler com paciência alguns estudos e textos técnicos. Que não se alegue falta de informação.
Desindustrializar o Brasil, um processo que vem sendo apontado em diversos estudos e artigos como os de aqui e agora, seria como enterrar novamente o "coronel" Delmiro Gouveia, Barão de Mauá, Getúlio Vargas e Juscelino Kubitschek. Um país que desaprende história não pode ter futuro.
Nós, que no Doing Business/ Small Business já estamos prá la do centésimo lugar - uma situação acachapante e verdadeiramente inexplicável para um país entre as dez maiores economias do planeta - introduzindo mais esta variável do câmbio supervalorizado, com efeitos danosos, vamos avançar de freio de mão puxado, num mundo em que sobreviver (bem) é andar no limite do potencial.
O Brasil precisa se agigantar, com a gestão inteligente de seus recursos.
O Brasil é mesmo o país dos contrastes. Consegue ser rico e pobre, próspero e mísero, tudo ao mesmo tempo.
E não tem mágica, tudo tem explicação, basta estudar um pouco, ler com paciência alguns estudos e textos técnicos, que tanto economistas de plantão e profissionais de gabarito de áreas pertinentes ao assunto escrevem diuturnamente. Que não se alegue falta de informação.
Até alguns blogs menos técnicos, como este aquí, se arvoram em repercutir notícias que mostram com clareza causa e efeito desta sinuosa trajetória brasileira. Agora mesmo, muito se divulgado o fenômeno da desindustrialização do Brasil.
Numa primeira aproximação, com a pujante industria automobilistica brasileira turbinada na crise pela isenção do IPI, a visão deste pode processo pode ficar embaçada. Afinal, os números desta indústria são gigantes, ainda mais quando somados aos das indústria da linha branca e da movelária, que também tiveram tributos reduzidos.
Todo o restante da industria, no entanto, vem passando por um processo de erosão. As que mais sofrem são as empresas de menor porte, que tentam sobreviver num ambiente de negócios absolutamente agressivo, que lhes sugam recursos vitais para manterem suas operações.
Para piorar a situação, botando mais lenha nesta fogueira, o Real está super valorizado. Um câmbio assim, distorcido, desloca os Clientes da industria de base para o mercado externo, na busca de preços mais competitivos.
O Brasil precisa se reinventar, fazer as reformas para melhorar seu ambiente de negócios e profissionalizar sua gestão pública.
Com tantos recursos à disposição, mais que necessidade, é obrigação da sociedade brasileira fazer o Brasil dar certo.
Editor do Blog do Varejo
PS: veja mais sobre o assunto em Desindustrialização do Brasil? no Blog do Varejo, e reportagens no Estadão e no Blog do Nassif
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Mais recentemente, ajudo no desenvolvimeno do Rotary Club RC da Avenida Ayrton Senna, clube do qual me orgulho de ser sócio fundador e representativo. Outra paixão é o Empreendedorismo Social, o qual temos estudado e procuramos nos encaixar, na busca de estender a mão àqueles dessassistidos.
Profissionalmente, o novo caminho é a Engenharia de Negócios, sobre a qual muito se ouvirá falar no futuro, que nos esforçamos por construir agora.
E a MediATRIX, que transita pelo desafiador mundo da média eletrônica, ainda um grande mistério até meso para os iniciados. Eduardo Buys (atual. 17/09/2010)
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