24 de maio de 2009, às 16h22min
Executivos demitidos ainda não descobriram o mercado acadêmico de Professor Universitário – Professor, Consultor e Ex-Executivo Claudio Raza
No desespero de uma demissão aos 40 anos em média, independente da crise ou da desculpa da crise, o profissional demitido pressionado pela vergonha, pelos compromissos, pelos parentes e ainda com filhos em idade escolar não conseguem enxergar outras oportunidades que o mercado de trabalho oferece.
Focam a recolocação na mesma área e com o mesmo salário, coisa que nos dias atuais não é muito fácil.
Deixam de analisar outras alternativas tão boas e até melhores, como a de Consultor de pequenas empresas, ainda pouco explorada e a de Professor Universitário, que as Universidades e Faculdades buscam profissionais experientes para transmitir conhecimento teórico e técnico.
Lendo o Jornal O Estado de São Paulo de hoje 24/05/2009, Caderno de Empregos, deparei-me com uma pesquisa da Catho e estudo apresentado no 1º. Congresso Latino americano da Psicologia, sobre os “Fatores de Rejeição na Contratação de Executivos”, e vi ali os absurdos da pesquisa que mais dificultam na contratação e que cito alguns deles:
1- Executivos que permaneceram por menos de dois anos no emprego.
Meu desabafo: Quando você é contratado por omissão de informações da empresa ou da empresa recolocadora, você tem que agüentar dois anos, se destruindo psicologicamente e profissionalmente por ter vítima de uma contratação enganosa.
2- Executivos com idade acima de 45 anos.
Meu desabafo: Estou atualmente com 66 anos de idade e com uma experiência de mais de 40 anos em cargos de decisões em empresas de pequeno, médio, grande porte e multinacionais, sinto-me hoje muito mais preparado para exercer qualquer cargo ou função dentro de empresas de qualquer tamanho ou segmento de mercado.
3- Executivos Aposentados.
Meu desabafo: Se você começa trabalhar cedo (15 anos), por volta dos (50 anos) estará se aposentando, com filhos na faculdade, com convenio médico, com despesas de alimentação, vestuários, etc.. Sempre contribuí com o teto máximo como executivo, não recebo mais do que R$ 2.000. Pergunto, como um executivo pode ser provedor de uma família?
4- Executivos Obesos
Meu desabafo: Obesos não tem direitos ou todos somos iguais perante a lei?
5- Executivos Mulheres com filhos pequenos.
Minha indignação: Será que alguns desses empresários, recrutadores e selecionadores ou até mesmo psicólogos da área de Recursos Humanos ou Gestão de Pessoas que colocam estes obstáculos não têm filhos?
6- Executivos Desempregados há mais de (3) três meses.
Minha modesta opinião: Isso é coisa de profissionais que orientam os empresários despreparados, criando dificuldades para depois vender facilidades como a “Recolocação” ou a terminologia que mais gostam “Out Placement”.
Depois de colocar para fora toda a minha indignação e repudia com relação à pesquisa e aos profissionais envolvidos no “Manual de Rejeição aos Executivos”, como também aos outros manuais impostos aos candidatos as vagas inferiores, volto a mostrar as vantagens de ser consultor ou professor universitário.
A facilidade de ser Consultor no caso do Executivo é que ele conhece e pratica diariamente as soluções nas grandes empresas e as pequenas empresas estão iniciando seus processos de dificuldades e precisam de profissionais experientes, e o mercado é muito grande, pois em média 85% a 90% das empresas brasileiras são de micro, pequena e médio porte.
Quanto ao Professor Universitário, desde que você tenha uma Pós Graduação, estará qualificado á lecionar como especialista as disciplinas que agregam a sua graduação ou pós graduação. O útil e agradável a tudo isso é que você estará sempre atualizado, pois terá que ler muito e será bem recompensado financeiramente.
Tanto como Consultor ou como Professor Universitário, você será muito mais valorizado, pois poderá ainda, dar cursos, palestras, escrever artigos e livros.
E viva o bom senso e a liberdade!!!!!!!!!!!!!
Autor: Cláudio Raza; Economista, Contador, Pós-Graduado em Gestão de Pessoas para Negócio, Palestrante, Mestrando em Educação, Administração e Comunicação, com ênfase em Políticas Públicas, Professor Universitário da Uninove, parceiro do Núcleo de Desenvolvimento Profissional da Câmara Alemã, Instrutor de cursos do CIESP-Centro das Indústrias do Estado de São Paulo, 2 livros publicados sobre Gestão e Capacitação de Empresas, mais de 35 anos assessorando empresas.
site: www.razaconsulting.com.br e E-mail: c.raza@terra.com.br
Focam a recolocação na mesma área e com o mesmo salário, coisa que nos dias atuais não é muito fácil.
Deixam de analisar outras alternativas tão boas e até melhores, como a de Consultor de pequenas empresas, ainda pouco explorada e a de Professor Universitário, que as Universidades e Faculdades buscam profissionais experientes para transmitir conhecimento teórico e técnico.
Lendo o Jornal O Estado de São Paulo de hoje 24/05/2009, Caderno de Empregos, deparei-me com uma pesquisa da Catho e estudo apresentado no 1º. Congresso Latino americano da Psicologia, sobre os “Fatores de Rejeição na Contratação de Executivos”, e vi ali os absurdos da pesquisa que mais dificultam na contratação e que cito alguns deles:
1- Executivos que permaneceram por menos de dois anos no emprego.
Meu desabafo: Quando você é contratado por omissão de informações da empresa ou da empresa recolocadora, você tem que agüentar dois anos, se destruindo psicologicamente e profissionalmente por ter vítima de uma contratação enganosa.
2- Executivos com idade acima de 45 anos.
Meu desabafo: Estou atualmente com 66 anos de idade e com uma experiência de mais de 40 anos em cargos de decisões em empresas de pequeno, médio, grande porte e multinacionais, sinto-me hoje muito mais preparado para exercer qualquer cargo ou função dentro de empresas de qualquer tamanho ou segmento de mercado.
3- Executivos Aposentados.
Meu desabafo: Se você começa trabalhar cedo (15 anos), por volta dos (50 anos) estará se aposentando, com filhos na faculdade, com convenio médico, com despesas de alimentação, vestuários, etc.. Sempre contribuí com o teto máximo como executivo, não recebo mais do que R$ 2.000. Pergunto, como um executivo pode ser provedor de uma família?
4- Executivos Obesos
Meu desabafo: Obesos não tem direitos ou todos somos iguais perante a lei?
5- Executivos Mulheres com filhos pequenos.
Minha indignação: Será que alguns desses empresários, recrutadores e selecionadores ou até mesmo psicólogos da área de Recursos Humanos ou Gestão de Pessoas que colocam estes obstáculos não têm filhos?
6- Executivos Desempregados há mais de (3) três meses.
Minha modesta opinião: Isso é coisa de profissionais que orientam os empresários despreparados, criando dificuldades para depois vender facilidades como a “Recolocação” ou a terminologia que mais gostam “Out Placement”.
Depois de colocar para fora toda a minha indignação e repudia com relação à pesquisa e aos profissionais envolvidos no “Manual de Rejeição aos Executivos”, como também aos outros manuais impostos aos candidatos as vagas inferiores, volto a mostrar as vantagens de ser consultor ou professor universitário.
A facilidade de ser Consultor no caso do Executivo é que ele conhece e pratica diariamente as soluções nas grandes empresas e as pequenas empresas estão iniciando seus processos de dificuldades e precisam de profissionais experientes, e o mercado é muito grande, pois em média 85% a 90% das empresas brasileiras são de micro, pequena e médio porte.
Quanto ao Professor Universitário, desde que você tenha uma Pós Graduação, estará qualificado á lecionar como especialista as disciplinas que agregam a sua graduação ou pós graduação. O útil e agradável a tudo isso é que você estará sempre atualizado, pois terá que ler muito e será bem recompensado financeiramente.
Tanto como Consultor ou como Professor Universitário, você será muito mais valorizado, pois poderá ainda, dar cursos, palestras, escrever artigos e livros.
E viva o bom senso e a liberdade!!!!!!!!!!!!!
Autor: Cláudio Raza; Economista, Contador, Pós-Graduado em Gestão de Pessoas para Negócio, Palestrante, Mestrando em Educação, Administração e Comunicação, com ênfase em Políticas Públicas, Professor Universitário da Uninove, parceiro do Núcleo de Desenvolvimento Profissional da Câmara Alemã, Instrutor de cursos do CIESP-Centro das Indústrias do Estado de São Paulo, 2 livros publicados sobre Gestão e Capacitação de Empresas, mais de 35 anos assessorando empresas.
site: www.razaconsulting.com.br e E-mail: c.raza@terra.com.br
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Autor
Autor: Cláudio Raza; Administrador de Empresas, Economista, Contador, Pós-Graduado em Gestão Estratégica de Pessoas para Negócio, Palestrante, Mestrando em Educação, Administração e Comunicação, com ênfase em Políticas Públicas, Professor Universitário, parceiro do Núcleo de Desenvolvimento Profissional da Câmara Alemã, Instrutor de cursos do Ciesp- Centro das Industrias do Estado de São Paulo - Distrital Sul, mais de 35 anos assessorando empresas.
site: www.razaconsulting.com.br e E-mail: c.raza@razaconsulting.com.br
site: www.razaconsulting.com.br e E-mail: c.raza@razaconsulting.com.br
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