Continuando de onde parei no artigo anterior, quero explicar onde a questão da proteção da marca integra o processo de Branding. Enquanto o pessoal do marketing, RP e Design fazem a sua parte na questão da Gestão da Marca, o pessoal de propriedade intelectual (quem registra marcas, patentes, direito autoral, etc.) tem que cuidar da proteção da marca, não só o registro no INPI, mas também questões de domínios na internet, registros em outros países, etc. Esse tipo de planejamento estratégico é chamado por nós, nerds do registro de marcas, de “Blindagem de Marca”. No processo de “Blindagem” são consideradas as variações da marca, conotações pejorativas, erros de digitação (para prevenir o o cybersquatting – vamos falar disso outro dia, combinado?), países em que se pretende atuar com a marca, enfim, você tem que pensar na marca em 360º. Para que isso funcione, a comunicação entre as equipes de Marketing, Design, RP, Propriedade Intelectual e a direção da empresa deve ser direta e constante, o que um pensa deve ser compartilhado com todos, assim é possível “gerir” marcas no sentido amplo da expressão. É como faz a Apple e o Google, acho que esses dois exemplos já dizem tudo não é mesmo? Então vamos seguir o exemplo das marcas mais “badaladas” do mundo. No próximo artigo vou abordar o tema do Cybersquatting, espero vocês por aqui.