Grupo KSI Brasil apoia prática sustentável de “papa - pilhas”
O Presente trabalho relata o trabalho do GRUPO KSI BRASIL frente a ação sustentável de orientar seus colaboradores aos postos coletores de pilhas e demais materiais eletrônicos usados.
Recentemente li um texto sobre responsabilidade social empresarial - A responsabilidade social é uma questão estratégica? Uma abordagem crítica - escrito por Alexandre Faria e Fernanda Figueiredo Sauerbronn que achei muito interessante e logo me serviu de estímulo para desenvolver uma prática de responsabilidade social no RH do GRUPO KSI BRASIL onde sou o coordenador de Recursos Humanos.
No mesmo mês, após uma pesquisa de "cultura e clima", uma das sugestões apuradas nos resultados para melhoria do ambiente de trabalho em nossa empresa foi cedida por um colaborador interno (Sr. Emerson – Depto. De Contabilidade) que indicou a prática de "papa - pilhas" como estratégia de agregar valor à organização. Como coordenador de RH, após a leitura deste texto e retorno positivo de nosso quadro de talentos, me senti na obrigação de fazer algo diferente sem sentir-se pressionado pelo governo ou pelos dirigentes da empresa. Resolvemos transformar esta ideia em uma prática simples, porém sustentável. Confira:
O que é o projeto?
O papa-pilhas é um programa que geralmente recolhe e recicla pilhas, baterias portáteis, celulares, laptops, câmeras digitais e outros aparelhos eletrônicos portáteis que caibam em nossos coletores. Os postos de coleta são cedidos pelo parceiro conforme a sua estrutura e alocação física.
Com o programa, conscientizamos as pessoas sobre a importância do assunto e incentivamos que estas possam contribuir com a adequada destinação desses materiais, cujos resíduos tóxicos trazem riscos ao meio ambiente e à saúde pública. Quando depositados em lixões e aterros sanitários, por exemplo, esses resíduos, que levam séculos para se decompor, podem vazar e contaminar os lençóis freáticos, o solo e os rios, causando danos às pessoas e aos animais. Esta orientação é feita ao público interno e externo de modo que tenham acesso aos postos coletores destes dejetos pelo Brasil.
Por que reciclar baterias?
Segundo dados da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica – Abinee, o Brasil já recicla volumes expressivos de papel, plásticos, vidros, alumínio, ferro e outros materiais, porém, reciclar pilhas e baterias esgotadas ainda não é uma prática comum entre nós.
Descartá-las de forma incorreta é extremamente perigoso, além de ser uma ação que vai contra todo o princípio da reciclagem. Uma pilha comum, por exemplo, contém metais pesados, como chumbo, cádmio, mercúrio, zinco e outros, que são extremamente nocivos à saúde e ao meio ambiente.
Segundo informações do programa de "Papa - Pilhas" do Banco Santander, hoje, são vendidas no país mais de um bilhão de pilhas por mês. Menos de 1% desse volume é reciclado. O restante acaba indo parar no lixo. O problema ambiental é grave, já que apenas 35% dos 5 mil municípios brasileiros têm aterros sanitários. Os demais usam lixões a céu aberto, sem qualquer controle de impacto ambiental.
Método de apoio grupo KSI Brasil à prática de "Papa - pilhas"
- Levantamento dos postos coletores;
- Divulgação interna destes postos via teases de comunicação interna e intranet;
- Divulgação externa destes postos via artigos em veículos de comunicação em massa (Internet);
- Conscientização dos colaboradores internos.
Postos coletores
- Agências do banco Santander, presentes em todo Brasil, acesse lista de endereços em: (http://sustentabilidade.bancoreal.com.br/oquefazemos/praticasdegestao/Paginas/papapilhas.aspx) ;
- Rede de lojas da Drogaria SP (http://www.drogariasaopaulo.com.br/lojas/);
- Postos de Coleta em "Giro Ambiental - Manaus" (http://www.giroambiental.com.br/);
- Postos de Coleta em Campanha (MG): Ponto de coleta: Departamento de Meio Ambiente, que fica no prédio da Prefeitura, ou no Departamento de Cultura, no Museu Regional.
- Locais indicados pelo governo do estado de SP (http://www.ambiente.sp.gov.br/mutiraodolixoeletronico/dicas_locais.htm);
Dicas para usar corretamente pilhas e baterias
- No site do banco Santander, uma das empresas pioneiras neste tipo de projeto (http://sustentabilidade.bancoreal.com.br/oquefazemos/praticasdegestao/Paginas/papapilhas.aspx), podemos observar além dos postos de coleta, algumas dicas simples para o uso correto de pilhas e seus derivados:
- Colocar pilhas na geladeira não aumenta a carga, ao contrário, quando expostas ao frio ou calor o desempenho pode piorar.
- Na hora de trocá-las em um equipamento, substitua todas ao mesmo tempo.
- Retire-as se o aparelho for ficar um longo tempo sem uso, pois podem vazar.
- Não misture pilhas diferentes (alcalinas e comuns, novas e usadas). Isso prejudica o desempenho e a durabilidade.
- Prefira as pilhas e baterias recarregáveis ou alcalinas. Apesar de custarem um pouco mais, têm maior durabilidade.
- Guarde as pilhas em local seco e em temperatura ambiente.
- Nunca guarde pilhas e baterias junto com brinquedos, alimentos ou remédios.
- Não exponha pilhas e baterias ao calor excessivo ou à umidade. Elas podem vazar ou explodir.
- Pelas mesmas razões, não as incinere e, em hipótese alguma, tente abri-las.
- Nunca descarte pilhas e baterias no meio ambiente e não deixe que elas se transformem em brinquedo para as crianças.
- Evite comprar aparelhos portáteis com baterias embutidas não removíveis.
- Compre sempre produtos originais. Não use pilhas e baterias piratas
Conclusão
Nossa empresa apresenta a seguinte missão, visão & valores corporativos:
Missão: "Compreender e atender as necessidades de cada cliente, desenvolver e executar serviços e soluções personalizadas e inteligentes que auxilie o sucesso de seu negócio"
Visão: "Tornar-se um grupo de referência em soluções e serviços empresariais, em especial, em auditoria"
Valores: Orientação para o cliente; Orientação para resultados; Ética e profissionalismo; Inovação e criatividade; Trabalho em equipe; Iniciativa e pró – atividade; Qualidade; Auto – gerenciamento;
Esta ação de responsabilidade social está embasada pelo valor da "Inovação & Criatividade" onde traçamos uma estratégia simples de baixo investimento e grande impacto. Os colaboradores contam com o valor do "Auto-gerenciamento" e "Iniciativa e pró-atividade" para colocar estas dicas em prática.
Ações simples podem ser traçadas para que os colaboradores e a empresa se engajem em ações mais responsáveis. O projeto foi implementado em 11/2012. Referente a visão do colaborador sobre a empresa, poderemos apurar seus efetivos resultados na próxima pesquisa de clima. Sobre o retorno das ações (quantas pilhas coletadas) não será possível mensurar, o que na minha opinião é positivo pois resguarda a real intenção em atuar de forma social e não meramente gerar números de marketing empresarial.
Aos colaboradores e visitantes, contamos com o seu engajamento em participar desta ação junto ao grupo KSI Brasil e demais empresas que já se posicionam em prol de uma atuação mais responsável.
Abcs.
Bibliografia
Ø Banco Santander (www.santander.com.br)
Ø Faria, A. e Sauerbronn, F.F (2007). A responsabilidade social é uma questão estratégica? Uma abordagem crítica. São Paulo: Revista de Administração Pública.
Ø Gregório, B.S. (2004). A Virtude e as Virtudes. Texto de Internet:http://www.ceismael.com.br/filosofia/virtude-e-as-virtudes.htm consultado em 06/07/2011 às 19:30.
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Psicólogo Comportamental do Centro Assistência de Inclusão Social do Genoma USP, cursando pós graduação em gestão de pessoas pela Flamingo, pós graduado em Psicologia Comportamental e cognitiva pela USP, especialista em grafologia pelo IPSC, técnico em administração de empresas pelo ETE Beka, com extensão universitária em organizational behavior management e em Acompanhamento Terapêutico pelo Núcleo Paradigma, Formação em analista de T&D pela Integração Consultoria, Formação em metodologia Fridman, Profissional com mais de 8 anos de experiência em subsistemas de atração (triagem de currículos, gestão de parceiros de recrutamento e redes sociais, convocação de candidatos, criação e atualização de políticas de anúncio e divulgação em nome do RH), Seleção (Entrevistas comportamentais / competência, individuais / coletivas, dinâmcias de grupo, role - playing, confecção de laudos e pareceres, aplicação e correção de testes psicológicos e não psicológicos, coordenação de projetos gerenciando dead line, orçamentos, equipes, hunting, indicadores de RH, bem como turn over, retenção, absenteísmo, outros), Treinamento (Levantamento de necessidades, atualização de apostilas, logística de treinamento, captação a orientação de palestrantes, condução de workshops, treinamentos comportamentais, criação de biblioteca corporativa, gestão de indicadores de desempenho) e Desenvolvimento (Avaliação de desempenho, Avaliação em 360º/180º, implementação de feedback, entrevistas de desligamento e analise de seus indicadores, confecção de relatórios de turn over e demais indicativos de RH, Organizational behavior Management, convênio com instituições de ensino para estabelecimento de convênios), colunista dos sites www.rh.com.br, www.redepsi.com.br, www.administradores.com.br, www.artigonal.com, www.psicologia.com.pt, www.portaldapsique.com.br, www.mondoredondo.com.br e www.rh.com.br, membro da ABPMC (Associação Brasileira de Psicologia e Medicina Comportamental) desde 2004.
Currículo lattes:
http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.jsp?id=K4229599D6
Linkedin:
http://br.linkedin.com/pub/eduardo-alencar/23/42a/a8a
Capítulos de livro:
1. ALENCAR, E. T. S. ; DIAS, E. ; SILVA, D. R. S. ; MENEZES, F. G. . Transtorno Obsessivo - Compulssivo (TOC): características, classificação, sintomas e tratamento. Revista Conscientia e Saúde. 2 ed. São Paulo: Uninove, 2008, v. 6, p. 351-359.
2. ALENCAR, E. T. S. . Análise do Comportamento: do que estamos falando?. Revista Conscientia e Saúde. 2 ed. São Paulo: Uninove, 2008, v. 6, p. 261-267.
3. ALENCAR, E. T. S. ; SILVA, D. R. S. ; DIAS, E. ; THOMAZ, C. R. C. ; Cavalcante, L.S.B . Algumas possibilidades de investigação sobre a prática de acompanhamento terapêutico: relatos de pesquisas. In: Denis Zamignani, Roberta Kovac e Joana Singer Vermes. (Org.). A clínica de portas abertas: experiências e fundamentação do acompanhamento terapêutico e da prática clínica em ambiente extraconsultório.. 1 ed. São Paulo: ESETec Editores Associados, 2007, v. 1, p. 365-385.







