(In)Justiça na gestão de pessoas
O que você considera justiça quando se fala em gestão de pessoas?
Então, como esse conceito se aplica à gestão de pessoas nas organizações? Seria tratar todos os colaboradores com imparcialidade? Com igualdade?
Mas as pessoas são iguais? É claro que não! E nem querem ser tratadas desta forma. As pessoas querem ser tratadas como únicas, cada qual com seu perfil, sua estrutura familiar e pessoal, suas experiências, etc.
Daí advém o desafio: como ser imparcial e, ao mesmo tempo, considerar as nuances individuais de cada membro da organização? Como ser justo?
Muitos acreditam que o caminho está em estabelecer critérios mensuráveis e vincular a "punição" ou a "recompensa" aos resultados que cada um apresentar. Desta forma, os critérios são os mesmos para todos, ou seja, com isto, a imparcialidade estaria garantida.
Mas, na prática, imaginem que um funcionário dedicado e competente está temporariamente passando por problemas pessoais e, com isto, tem seu desempenho diretamente afetado. Seria justo que este colaborador fosse punido por sua performance aquém da expectativa?
Ou seja, justiça não necessariamente está vinculada à imparcialidade. A melhor gestão de pessoas é aquela que consegue julgar de forma igual e imparcial, as individualidades de cada membro da organização. Ou seja, critérios claros, porém, que incluam e prevejam as variáveis individuais.
Aí se daria a justiça empresarial!
Complexo? Claro que é! Mas, afinal, isso é gestão de pessoas e quem disse que elas são simples?
Curta o Administradores no Facebook e siga os nossos posts no @admnews.
As opiniões veiculadas nos artigos de colunistas e membros não refletem necessariamente a opinião do Administradores.com.br.







