23 de junho de 2008, às 20h54min

Mercado de Luxo no Brasil

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    Como acontece no mundo, no Brasil o segmento do luxo movimenta um grande volume de negócios, posicionando o país entre os dez maiores mercados de luxo do mundo.
    Nos últimos sete anos, o consumo de bens de luxo, no Brasil, cresceu 35% movimentando 2,5 bilhões de dólares anuais, sendo responsável por 70% do consumo de luxo da América Latina.
    O mercado brasileiro de luxo, hoje, responde por 3% do PIB e, acordo com dados da revista Cosmetics & Toiletries (2008), há alguns anos o mercado vem crescendo a taxas bem mais elevadas que o PIB, e as empresas seguem investindo na abertura de novas lojas e importação de produtos.
    O setor de bens de luxo é composto por 35 sub-setores: acessórios de moda; bagagem/artigos de couro; calçados; cosmética; vestuário; relojoaria; perfumaria; automóveis; aviões particulares; iates; champagne; vinhos; cristais; ourivesaria; porcelana e faiança; mobiliário; outros têxteis da casa; luminárias; têxteis de mobiliário; distribuição alimentar; hotelaria; restauração; instrumentos de música; foto, som e vídeo; artigos de papelaria; edição; impressão; tabacaria; horicultura e cuidados corporais.
N    o entanto, é preciso diferenciar os objetos de luxo daqueles considerados como premium de marcas convencionais, pois estes produtos são versões mais sofisticadas de objetos comuns.
CLASSE A
    O consumidor desse privilegiado segmento tende a adorar marcas, pelas quais se dispõe a pagar preços premium, em troca dos valores nelas percebidos, como satisfação, aumento da auto-estima, além do status sócio-econômico, real ou aspirado.
    Um estudo apresentado pelo Boston Consulting Group, em 2003, aponta que a valorização pessoal do dia-a-dia e a necessidade de quebra na rotina estão entre os principais fatores que levam as pessoas à compra de artigos de luxo.
    Ferreirinha, consultor de marcas de luxo afirma que o número não é tecnicamente comprovado, mas estima-se que existem cerca de 550 mil clientes ativos no segmento de bens de luxo.
    O consumidor freqüente de bens de luxo tem uma renda mensal de aproximadamente R$ 25 mil e, a cidade de São Paulo representa 75% do mercado de luxo no país.
    Segundo o Diário do Comércio (2007) - periódico da Associação Comercial de São Paulo - o número de milionários no Brasil em 2005 aumentou em 11,3%, comparado a 2004. Segundo dados do 10º Relatório sobre a Riqueza Global, o número de investidores que têm mais de US$ 1 milhão passou de 98 mil para 109 mil no período.
    Uma pesquisa realizada pela CFC Consultoria & Conhecimento em parceria com o instituto GFK Indicator (2007), sobre o consumidor de luxo no Brasil apontam que:
  • 56% são mulheres com idade média de 41 – variando entre 26 e 50 anos;
  • Realizam compras duas vezes ao mês;
  • O tíquete médio de consumo mensal é de 5080 reais;
  • Maior concentração no setor da moda, seguido por alimentos e bebidas, depois cosméticos, jóias e relógios;
    Os meios de comunicação mais utilizado são a Internet, tv por assinatura, seguida pelas revistas.
    O consumidor de bens de luxo apresenta padrões de comportamento bastante curiosos. Entre o grupo das mulheres solteiras, executivas entre 25 e 35 anos, moram com os pais e usam seu salário para efetuar a compra de produtos: sociais, lazer e viagens. Estas compras estão ligadas ao consumo de objetos que reforcem sua posição profissional - óculos, pastas, perfumes.
    Entre o grupo dos homens solteiros, entre 29 e 39 anos, moram com os pais e consomem roupas, entretenimento e boa comida em restaurantes caros. Já na categoria dos divorciados sem filhos, homens e mulheres de 35 a 49 anos cujos hábitos de consumo variam entre jóias e sapatos (mulheres) a relógios, produtos de cozinha e eletrônicos (homens). No grupo que compõe casais que trabalham com filhos adultos, entre 45 e 65 anos temos, então, uma outra classe: indivíduos com estabilidade na carreira que gastam em viagens, produtos eletrônicos, carros e na casa.
    Segundo o Publisher da Revista A, Cláudio Ferreira o mercado de anúncios de luxo é pobre e afirma que o luxo é o nicho do momento, portanto, o mercado deve acomodar naturalmente um maior numero de publicações nesse segmento.
    Dentre os meios de comunicação mais procurados pelos consumidores de alta renda estão a Internet, a TV paga e as revistas especializadas.
 

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sou pne por acidente do trabalho posso, ha vagas para mom.
 
ta bom. mas preciso enderecos de microempresas da grande Para. Como posso conseguir? manda pro meu e...
 
Pertinente. Portugal está na merda mesmo.
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