EDUCAR PARA FORMAR O CAPITAL SOCIAL A história se passa no século retrasado, no interior da Escócia. Um garoto caiu no rio e estava morrendo afogado, até que passou um jovenzinho um pouco maior e o tirou dali. O pai do menino que quase se afogou era um rico aristocrata inglês. Ele foi até a fazenda do pai do garoto que havia salvado seu filho e ofereceu recompensa material que o outro se negou a aceitar. Como ultima cartada, o homem rico fez uma proposta irrecusável: bancaria despesas para que o filho do fazendeiro estudasse na melhor escola de Londres. O tempo passou e o filho do aristocrata se transformou no mais importante estadista de seu tempo: Winston Churchill. Churchil viajou à África e pegou infecção então incurável. Desenganado pelos médicos, foi um dos primeiros a testar a eficácia de uma nova droga – a penicilina -, base dos antibióticos. Salvou-se graças à descoberta de Alexander Fleming, que era escocês e um dia salvou um garoto que nadava num rio do interior da Escócia, que se chamava Winston Churchill. MORAL DA HISTÓRIA: CAPITAL SOCIAL é a riqueza que deriva das relações sociais, da crença mutua na família, na escola, no posto de saúde, no meio ambiente, na cidade e nas instituições. Capital Social é pré-requisito para o estabelecimento de metas comuns, compartilhadas. A desgraça brasileira é que não contamos nem com educação nem com desafios compartilhados. Aqui impera a cultura segundo a qual um acha que o outro vai trapacear para levar vantagens. GEMIR CASSAN – Consultoria de Gestão – www.gemircassan.com.br – (texto elaborado e ampliado circulando na internet – abril/2007 -).