A liderança, para que seja eficiente e ao mesmo tempo eficaz, necessita de vários fatores que podemos observar no cotidiano das pessoas que nos cercam. Por exemplo, se você tem ou teve sobre você um chefe autoritario, ditador, a tendência é que você queira descontar nos seus liderados aquilo que passou antes, que considerou desagradável. Mas, se você tem(e deve ter) um bom plano estratégico e de ação para conduzir seu pessoal, com certeza não levará para o grupo suas más influencias. O certo é que as pessoas tendem a descontar nos outros aquilo que fizeram com elas, mas não lembram que quando estavam na pior diziam: “Ah, eu não desejo o que estou passando nem para meu pior inimigo.” É, a ferida só dói quando o joelho ralado é no outro. Bom, mas para entendermos como devemos proceder, e isso deve e tem que acontecer, precisamos nos colocar no lugar das outras pessoas, e entender que seu QI de 163 talvez jamais possa ser igualado ou até mesmo passado por outra pessoa que trabalhe com você, mas mesmo assim precisamos estar preparados para caso surja na equipe alguém chamado Antonio-não-sei-das-quantas EINSTEN de Oliveira, com um QI de 189, o que seria trágico(ou não?) para um chefe que se acha a bala quem matou o Kennedy. Nossa, quanto exagero pseudo-litero-grafológico, mas acho que você entendeu. Por mais que sejas bom, sempre haverá alguém melhor, e vá por mim, torça que ele faça parte da sua equipe, pois você será o premiado por isso. Abraço a todos. 2310/09(Na falta do que fazer, com quem falar em casa… Ei, alguém tem um cachorro ai?)